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O escândalo dos salários do TJ estava coberto de mofo desde 2007

Vidal-Hoff e Nestor

Um senta em cima do Processo do outro, assim como oTJPR está sentado em cima de muitos, mas muitos mesmo, processos administrativos contra Rogério Portugal Bacelar, atual Presidente em Chefe e Dono da Anoreg/BR- por enquanto.

Eu tenho no CNJ uma denúncia contra o EX Dono do TJPR, Vidal Coelho, por Má Administração no TJPR (TodosJuntosParaRoubar)…. Vidal e Hoff, que dupla…..Marcola e Fernandinho ficam no ‘XINELO’….não dá prá bobear de deixar nada perto desses dois……e de outros do Alphaville…..

Celso Nascimento

Publicado em 21/02/2010

O escândalo dos altos salários pagos pelo Tribunal de Justiça a alguns de seus funcionários poderia ter sido evitado. O problema foi constatado em 2007 por meio de inspeções regulares do Tri bunal de Contas. Os presidentes das duas instituições, à época o desembargador Vidal Coelho (TJ) e o conselheiro Nestor Baptista (TC), vizinhos da Praça Nossa Senhora da Salete e próximos o suficiente para percorrer a pé a distância entre os respectivos gabinetes, preferiram sentar sobre o problema e empurrar para o fundo de uma gaveta o minucioso relatório técnico que apontava as grossas ilegalidades.

Esta coluna teve acesso ao inteiro teor do relatório elaborado pela inspetoria do Tribunal de Contas responsável pelo controle do TJ. Para quem quiser saber, está protocolado sob o n.º 115.192/09-TC.

O processo começou a tomar forma há mais de dois anos, quando funcionários do quadro técnico do Tribunal de Contas escreveram: “Durante os trabalhos de fiscalização junto ao E. Tribunal de Justiça do Paraná, foram constatadas diversas irregularidades relacionadas a desvios funcionais, funções gratificadas, gratificações (encargos especiais e tempo integral e dedicação exclusiva – Tide) e verba de representação de Asses sores Jurídicos”. Estas primeiras linhas já se riam suficientes para dar a dimensão do problema – mas, nas páginas seguintes do longo documento que assinaram, os inspetores do TC desceram a detalhes para demonstrar a gravidade do que encontraram. Citaram os exemplos mais gritantes, dando nomes aos funcionários com salários exagerados ou não condizentes com o cargo para o qual foram nomeados. Ascensorista, por exemplo, lotado no Centro de Protocolo, recebem altas somas em gratificações. Uma copeira foi parar no Departamento Ju di ciário no qual exerce a chefia da Seção de Pautas de Julgamento – claro que com salário e gratificações de fazer inveja a qualquer tra balhador comum. Centenas de casos assemelhavam-se a esses.

Os inspetores determinaram as causas do descalabro que encontraram no TJ em quatro itens:

• Inadequado quadro de pessoal;

• Política de pessoal inadequada;

• Falta de controle na concessão de benefícios;

• Ausência de atuação do controle interno.

O presidente do Tribunal de Justiça – tanto Vidal Coelho, que exercia o cargo à época do relatório, quanto seu sucessor, Carlos Hoffmann – foram instruídos sobre os procedimentos que deveriam seguir para sanear as irregularidades, como consta do capítulo “Recomendações” do relatório.

Entre outras coisas – não tives se sido convenientemente “esquecido” –, o relatório mandava a cúpula do TJ de abster-se de “atribuir aos seus servidores atividades não inerentes aos cargos para os quais foram nomeados”; que também apurasse “a responsabilidade das chefias imediatas por desvios de função”. Nem essas nem as demais 13 recomendações foram obedecidas. Nem o Tribunal de Justiça quis segui-las nem o Tribunal de Contas exigiu ou cobrou providências.

Interessante: justamente os dois órgãos encarregados de zelar e cobrar pela legalidade dos atos – dos outros!

 

PS: Regina Portes Name

Luiz Alberto Name

Alvaro Risadinha

Mamãe Marina Metralha e Carreirinha e outros……não esquecí de vocês!

8 comentários:

Anônimo disse...

COMO PODEMOS TER ACESSO NA INTEGRA DO PROCESSO HEIM TIA REGINA?? QUEREMOS SABER OS NOMES, CARGO E LOTAÇÃO DISSO TUDO. POR FAVOR NOS DIGA, TÁ!!

Anônimo disse...

CNJ pune 10 magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso



O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) puniu com a pena máxima de aposentadoria compulsória a bem do serviço público, 10 magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) envolvidos em esquema de desvio de recursos superiores a R$ 1,4 milhão. A decisão foi tomada por unanimidade, nesta terça-feira (23/02), em sessão plenária, realizada em Brasília. Na mesma decisão, o CNJ determinou que o processo seja encaminhado ao Ministério Público para abertura de ação para a devolução do dinheiro desviado ao erário público. "Aqueles que tiveram participação ativa nesse esquema poderão até ter cassada a aposentadoria em processo de perda de cargo", explicou o ministro Ives Gandra Martins da Silva Filho, conselheiro e relator do Processo Administrativo Disciplinar (PDA 200910000019225).

Entre os magistrados punidos estão o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador Mariano Alonso Ribeiro Travassos, os desembargadores José Ferreira Leite (ex-presidente) e José Tadeu Cury.

Os sete juízes também punidos pelo envolvimento no mesmo esquema de desvio de recursos para a Loja Maçônica Grande Oriente do Estado de Mato Grosso são Marcelo Souza de Barros, Antônio Horácio da Silva Neto, Irênio Lima Fernandes, Marcos Aurélio dos Reis Ferreira, Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, Graciema Ribeiro de Caravellas e Maria Cristina Oliveira Simões.

O ex-corregedor geral de Justiça, desembargador Orlando Perri, autor das denúncias, será investigado pela Corregedoria Nacional de Justiça. Por sugestão do ministro Ives Gandra, relator do processo, serão apuradas denúncias de que Perri teria agido motivado por perseguição política por não ter sido atendido em solicitação de empregar no Tribunal a namorada e a manter empregada a ex-companheira e ainda ter adulterados documentos com vistas a prejudicar os investigados, enquanto ele próprio teria sido beneficiado com recursos do esquema.

Os magistrados receberam valores variados, chegando a mais de R$ 1,2 milhão para o então presidente do TJMT, José Ferreira Leite, a título de verbas atrasadas e de devoluções de Imposto de Renda, depositados diretamente na conta corrente dos magistrados, sem emissão de contracheques. "O que estamos discutindo é a dignidade, o decoro e a honra no exercício da magistratura", disse o ministro relator, que ressaltou terem os acusados "encontrado um modo de resolver os problemas da Loja Maçônica usando dinheiro do tribunal", concluiu.

Durante a apresentação do voto, o ministro Ives Gandra explicou o funcionamento do esquema ocorrido na gestão do desembargador José Ferreira Leite (2003/2005), comprovado em depoimentos dos envolvidos. Eles receberam dinheiro do Tribunal, a título de pagamentos atrasados, que foram entregues à Loja Maçônica Grande Oriente, onde o desembargador era Grão-Mestre. Até mesmo o filho dele, o juiz Marcos Aurélio dos Reis Ferreira, foi beneficiado. As três juízas, Juanita, Graciema e Maria Cristina, que participaram do esquema, segundo o ministro Ives Gandra, foram utilizadas como laranjas. Receberam dinheiro do Tribunal para repassarem à maçonaria.

Os magistrados respondem por desviar R$ 1,4 milhão do TJMT para cobrir os prejuízos com a quebra da cooperativa de crédito (Sicoob Pantanal), criada por maçons, de 2003 a 2005, época em que o desembargador José Ferreira Leite era presidente da Corte. "O que nos preocupa é a confusão que se faz entre o público e privado. Está claro nesse processo que o TJMT se transformou em uma filial da Loja Maçônica do estado", declarou o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcanti, que participou da sessão plenária.

Anônimo disse...

Não existe prazo para o trâmite dos procesos citados? Se o prazo do trâmite foi ultrapassado, não existem medidas cabíveis a serem tomadas, em especial, se o atraso se deveu a interesses próprios e não a acumulo de serviço? E, no caso especifico de processos administrativos contra agentes delegados quer do judicial, quanto do extra judicial, eles não recebem numeração e data de entrada no judiciário? Não é simples observar se seguem esta ordem cronólgica de entrada para serem apreciados? Não seria esta uma solução para acabar com as criativas almofadas de nosso TJ?
Aliás, por que será que alguns integrantes daquele órgão judiciário necessitam tanto e com tanta frequência de amortecedores para poderem sentar em suas poltronas? Alguém já pensou nisto?

Anônimo disse...

Um alerta aos membros do Judiciário-
CUIDADOS COM A SUA SAÚDE : O mofo é mais prejudicial a saúde do que o desconforto na região das nádegas e adjacências. ( desconforto este que provavelmente é atenuado por pilhas de processos utilizadas como asênto/ almofadas).
E o stress gerado pela necessidade de prestarem-se contas ao CNj quando prazos já decorreram e desculpas são dificeis de encontrar também é mais prejudicial a saúde ( inclusive podendo causar até infarte) do que o desconforto na região das nádegas e adjacência, pela falta de processos/ suportes para nádegas.
Sugestões: 1) Retirar imediatamente os processos usados como apoio para nádegas e adjacências.
2) Limpeza do mofo depositado.
3)-Análise imediata dos processos, e agilização no trâmite, para evitar nova contaminação por mofo.
4)Adquirir em lojas que vendem produtos hospitalares, não com dinheiro público, almofadas redondas , antialérgicas, de fácil limpeza e que possuem um furo grande no meio, para o conforto de quem as usa.
5) Exercer com dignidade , presteza, honestidade e eficiências as atribuiições inerentes a seu cargo, evitando solicitações de esclarecimentos por parte do CNJ.

Anônimo disse...

tem mais coisinhas da Regina, a outra, viu tia?

Anônimo disse...

na verdade eu já pensei, aliás muita gente pensou ,mas acho que é impublicável!!

Maria Bonita disse...

Ao leitor de 23 Fevereiro, 2010 17:09 e de 23 Fevereiro, 2010 17:10
Acho que sei o que é, mas mande para o e-mail do Blog....adoro uma fofoca desses FDPs.....já viram as fotos "sociais" dela com determinado cidadão de Poder.....o sorrisão milagroso estampado na cara dela? Joga no google, e imagens..........com o marido não tem......kkkkkkk

Anônimo disse...

Tia- É tanta ladroagem divulgada aqui, que quando eu for ao Centro Cívico -Curitiba, vou é cuidar muito bem da minha bolsinha, que contém meus trocadinhos que fiz por merecer trabalhando o mês inteiro, pois os digníssimos tanto querem e tanto fazem, que não vai ser espanto se divulgarem que batem até carteira de incautos na mão grande quando não tem o que fazer, só para não perderem a prática .