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É por essas e e outras......

Aproveitando este post para agradecer as inúmeras pessoas que estão enviando informações sobre a nossa Justiça do Paraná.
Informo à todos que estamos checando e enriquecendo as que nós já temos.
Continuem enviando para o mesmo e-mail: cartorios.dequemeram@gmail.com
Sobre os títulos dos livros continuo recebendo e agradecendo as sugestões....

É por essas e outras:

Prescrição 1

E por falar em justiça e na lentidão com que age: em 1989, o Paraná foi abalado com a notícia de que o então juiz da comarca de Ortigueira, Luiz Setembrino Von Holleben, matou o promotor Francisco Cavalcante. O promotor investigava suposta fraude cometida pelo juiz num concurso para preencher uma vaga de cartorário.

Prescrição 2

Tudo foi minuciosamente investigado, incluindo as tentativas de encobrir (com a ajuda de terceiros) a autoria do crime, atribuindo a morte do promotor a disparo acidental de sua própria arma. Os autos do processo seguiram caminhos tortuosos e os anos foram se passando sem que o juiz fosse julgado. Resultado: 27 anos depois, o crime está prescrito.

Prescrição 3

O caso traz à consciência o quanto é falha (e injusta) a Justiça Criminal no país, que dá margem a infindáveis recursos e à impunidade. E também suscita a obrigação dos corregedores de investigar e responsabilizar os que agiram, nos porões judiciários, para segurar o caso por tanto tempo.

E quanto as outras, vovó pergunta (lá do Céu), sobre o caso do juiz e empresários envolvidos com prostituição de menores em Campo Largo, lembram?  Eu lembro vagamente.......

O Blog está só dando um tempo...

…..pois, nós do Blog, estamos escrevendo um livro, ainda demora um pouco, mas não muito.

O Livro Memória de um Tribunal & Cia lembrará os fatos dos vivos e dos mortos, dos ativos e aposentados…..

Falarei mais sobre o isso em outro post….

Meus sobrinhos tentando resolver esse problema…..

Mas será que isso não é
image?
(rs)*

 Anônimo disse...

Tia, já ouvi falar em muitas patologias (doenças) que os seres humanos contraem. Porém, agora a ciência provavelmente está pesquisando uma nova doença recém descoberta aqui no Brasil e que está se alastrando rapidamente, cuja cura ainda (infelizmente) não foi descoberta. Esta nova patologia foi provisoriamente denominada ,em suas duas formas de ação - "Judiciarite aguda" - quando a reação do individuo ocorre imediatamente após único fato rápido e degradante- inesperado,e "Judiciarite crônica" - quando a reação do individuo vem se agravando lentamente ao longo de periodo maior de tempo , e em ambos os casos, podem ter evolução rápida ou mais lenta, dependendo da estrutura física e psicologica de cada individuo, e os principais sintomas são - pânico de permanecer em qualquer órgão ligado ao Poder Judiciário, em especial quando em contato com determinados desembargadores e juízes. Estranho é que nem todos os desembargadores e juízes são agentes transmissores desta patologia, e também deve estar em estudo o motivo pelos quais alguns são vetores de transmissão e outros não, sendo que até agora foi somente constatado que divergem em caráter. Psiquiatras e psicologos estão se ajuntando aos pesquizadores para analizarem esta peculiaridade, mas os resultados não são ainda concluentes. Então tia, por este blog ter grande acesso, peço que se possivel for, divulgue esta materia , para evitar mais transmissões.

24 outubro, 2015 14:31

 

Anônimo disse...

Tia, estou desesperado. Acho que eu e mais alguns colegas meus contraimos esta nova patologia. Pedimos seu auxilio e de todos que aqui acessam para nos indicar se esta doença é grave, quais as cautelas imediatas a serem adotadas para o restabelecimento, que especialidade médica procurar e normalmente qual a medicação e tratamento é prescrita. Por favor, quem souber esclareça aqui pelo blog, o mais rápido possivel, bem como o que fazer também para não disseminarmos esta doença, ou melhor, se podemos transmitir esta doença, e quem não a contraiu como evitá-la.

24 outubro, 2015 16:12

 

Anônimo disse...

Tia, comunique ao amigo desesperado que acha que contraiu a tal "Judiciarite" que eu estou com os mesmos receios, porém me antecipei a ele e já consultei várias especialidades médicas, inclusive um oftalmologista para ver se eu estava enxergando bem, e ele disse que sim, e um outro que me indicou um exame auditivo, que também deu ótimo resultado laudado que eu escuto também muito bem. Foram os dois únicos médicos que se interessaram pelo meu caso. O infectologista nada resolveu, mas pela sua fisionomia pareceu preocupado. E na mesma semana casualmente marquei dentista para efetuar um check-up e limpeza periodica, e para minha surpresa, este, que não é da àrea médica, após escutar meus relatos, os quais tive dificuldade de transmitir, pois estava com a boca aberta para poderem ser feitos os procedimentos dentários, e ele estava olhando atentamente minha boca além de me escutar, e chegou a uma conclusão ainda não aprovada pela AMB , de que abrir a boca diariamente, o quanto mais possivel, pode auxiliar não a exterminar a doença, mas minimizar um pouco seus efeitos. Tratando-se de problema possivel também de origem bucal, me orientou que procurasse um profissional de fonoaudiologia com a máxima urgência. Este profissional aplicou vários testes auditivos e de verbalização, me fazendo ler palavras e repetilas e também falou que minha vista é perfeita, e mesmo não tendo preparo para o correto diagnóstico da doença, de que já ouvira falar, apenas vagamente, concordou plenamente com a técnica paliativa orientada pelo dentista, e sugeriu que eu me matriculasse rapidamente em uma escola de música , a fim de ter aulas intensivas, para apreender a usar o trombone, tocá-lo e adaptá-lo na boca. Não é a solução final, claro, mas enquanto dedicados e realmente éticos especialistas tentam fazer sua parte para erradicar este mal que poderá já estar até mais propagado de que se pensa, pois é de dificil diagnostico, pelo menos estaremos , mesmo que de forma mínima, colaborando para que passem a existir remédios certos, adequados a cada situação.
Obs-Desde que passei a abrir a boca várias vezes ao dia e me aprimoro cada vez mais no uso do trombone, já me sinto um pouco menos temeroso de minha patologia progredir.
Obs-Desesperado, tentei usar a medicina caseira, e obtive alguns bons resultados utilizando o computador e ingressando em diversas redes sociais, como substituto a coqueteis de medicamentos ainda não disponibilizados aos cidadãos em geral. Vovó sempre me falava que as medidas que podem ser feitas em casa também ajudam a medicina tradicional, e que conhecimentos preventivos ou salutares devem ser divulgados, para serem usados em casos de emergência.

24 outubro, 2015 16:15

* Minha avó diz, (lá do Céu), que não importa a profissão do idoso; se ele corre atrás de mulher fica igualzinho a cachorro correndo atrás de pneu de carro…..pois os dois, (idoso e cão), quando alcançam  a mulher e o pneu, viram estátuas, pois não sabem o que fazer.

Trabalhar no Palácio da Justiça, em Curitiba, causa pânico em muitos servidores. Motivo: a esquizofrenia de um desembargador.


Anônimo disse...

PRESIDENTE
Des. Paulo Roberto Vasconcelos
Palácio da Justiça / Anexo – 11º andar
concorrente no concurso de ingresso com a nota DE 7.43 na prova oral PAULO ROBERTO VASCONCELOS FILHO:
Seria ele filho do Presidente do TJ/PR...........pode não ser ilegal MAS IMORAL. bRASILLLLLZILLLLL

06 outubro, 2015 15:19”

Trabalhar no Palácio da Justiça, em Curitiba, causa pânico em muitos servidores. Motivo: a esquizofrenia de um desembargador.

Quem é o desembargador que está transformando a vida dos funcionários do Tribunal de Justiça do Paraná em um inferno? Há reclamações de assédio moral e sexual. A situação é tão difícil, que vários funcionários pediram transferência de setor ou foram transferidos contra a própria vontade nos últimos dias. E, pior ainda, uma jornalista foi demitida por não concordar com os gracejos estapafúrdios do asqueroso “senhor”.  “Nunca vi nada igual”, diz uma funcionária, que tem mais de 20 anos de Tribunal de Justiça. A esquizofrenia “reinante” na casa já compromete o trabalho de dezenas de servidores.

Eesquizofrenia e denúncias

A situação é tão tensa, que muitos funcionários têm arrumado pretextos para não ir trabalhar. Alguns já  fizeram denúncias para a corregedoria do Tribunal de Justiça e para o Conselho Nacional de Justiça. “É uma esquizofrenia total” – conta outro funcionário – “a ordem dada ontem não é lembrada hoje e o serviço feito é motivo de uma reprimenda constrangedora”. Nem o bom senso tem vez no cotidiano dos trabalhos no Tribunal. “Tá tenso”, resume.

Se os funcionários do Tribunal trabalham em clima tenso, as decisões tomadas pelo judiciário rendemnoticia nacional. Há sinais claros no ar de que as sentenças envolvendo questões de interesse do governo do Estado ou do governador Beto Richa parecem ser como cartas marcadas. As decisões dos magistrados são, na absoluta maioria das vezes, favoráveis ao poder executivo. Incluindo os casos de corrupção, que são varridos para debaixo do tapete. Mesmo o questionamento legal do aumento extorsivo (quase 50 por cento) na taxa do IPVA parou numa canetada do presidente do Tribunal, desembargador Paulo Roberto Vasconcelos, que alegou “que o Paraná quebraria se o imposto não fosse elevado como foi”.

 

E aí, alguém tem alguma coisa a dizer?

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "E aí, alguém tem alguma coisa a dizer?":


Não entendo uma coisa: porque o tj PR não colocou na lista de vacancia o Protesto de títulos da comarca de Pinhais e o registro de Imóveis de Ubiratã -Pr, já que ambos foram removidos pelo art. 299 do CODJ paranaense. Porque a ANDECC tá fazendo vista grossa nesses dois casos.
Seria porque o 1º é do filho de um desembargador e o segundo é da bernadete Escorsin que é banca no concurso de notários. MUITA SACANAGEM.


Postado por Anônimo no blog
Cartórios: De quem são? (ou eram?) em 22 setembro, 2015 10:11

Se o Trem a Alegria passar pelo parque de diversões Brasilia, quem vai fazer alguma coisa?


 Anônimo disse...

Para as entidades de juízes, a supressão do concurso público, prevista na revisão constitucional, é um “retrocesso sem precedente”, que, além de ferir de acesso ao serviço público, prejudicaria ainda mais de 100 mil candidatos aos concursos em andamento. Com a aprovação em segundo turno da PEC, eles seriam cancelados. Já estão em fase final, as seleções na Bahia, Espírito Santo e Minas. A candidata Amanda Leite, que se prepara há quatro anos para o concurso, diz que foi formada a Associação Nacional de Concursos de Cartórios que tenta mobilizar os parlamentares. “Não estamos lutando apenas em defesa de um interesse pessoal, mas em defesa de um direito previsto na Constituição”, diz. Desde o início da semana, um grupo de candidatos está em Brasília para sensibilizar os deputados.
Se na Câmara a aprovação não passou por sustos, na sociedade a repercussão caminhou em sentido contrário. Além dos juízes, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também já se posicionaram contrários à eliminação dos concursos. No mesmo sentido, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também emitiu nota em que afirma: “Não é possível que em pleno século 21 uma PEC que não atende aos vários princípios republicanos seja avalizada”. De acordo com a Ordem, a proposta traz critérios que se assemelham a uma monarquia, ao manter a hereditariedade dos cartórios e eternizar direitos e privilégios de pessoas por causa de consanguinidade. “Não bastassem tais problemas, do ponto de vista legal a matéria é, inclusive inconstitucional, ela fere o direito daqueles que fizeram concurso e aguardam momento de assumirem suas vagas”, conclui o texto.

04 setembro, 2015 11:23

 

 Anônimo disse...

REFORÇO CONTRA A PEC DO TERM DA ALEGRIA- 471- JUIZES ENTRAM NA LUTA CONTRA A SACANAGEM.
Três associações nacionais de juízes decidiram nessa qurata-feira (2) unir forças para tentar barrar a aprovação, em segundo turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 471, que derruba a exigência de concurso público para efetivação de titulares de cartórios extrajudiciais. A PEC foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados, no último 26. Por meio de nota técnica, a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e a Associação dos Juízes Federais (Ajufe) afirmam que a PEC “contraria frontalmente os princípios constitucionais da impessoalidade, moralidade e eficiência, ao mesmo tempo que vulnera a ‘regra de outro’ que consagra a investidura na atividade dos serviços extrajudiciais pela via isonômica e republicana do concurso público”. A votação, em segundo turno, deve acontecer ainda este mês, logo após o feriado.

04 setembro, 2015 11:19