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Quem poderá responder????

Nome

XXXXXXXXXXXXXX

Sexo: XXXXXXXXXXXXX

Tipo de documento

CPF: XXXXXXXXXXXXXXXXX

Identidade: XXXXXXXXXXXXX   Órgão Expedidor: PR

Ocupação: Advogado

Tenho mais de 60 anos:XXX

Portador de deficiência / doença grave:XXX

País: Brasil
UF: PR

Cidade: CURITIBA

Telefone: (55) (41) XXXXXXXXXXXXXX

Tipo de Relato: Denuncia

Assunto: QUEM PODERÁ RESPONDER

Relato:

E FABRICADO PELAS AUTORIDADES LOCAIS. A INDICIADA E DESINDICIADA FUI EU. ESTOU COM UM INQUERITO POLICIAL EM CARGA ONDE FOI ARQUIVADO DESCONFIEI QUE O PARECER DO MP FOI FALSIFICADO E DEPOIS DE UMA PERICIA FICOU COMPROVADO. COMO ENVOLVE JUIZ ETC, NINGUEM SABE ME RESPONDER A QUEM ENTREGAR POIS O JUIZ CRIMINOSO VAI FAZER BUSCA E APREENSÃO. SO PRA TER UMA IDEIA TODOS OS FUNCIONARIOS DA COMARCA PEDIRAM SUSPEIÇÃO NAS MINHAS AÇÕES INCLUSIVE A NOVA PROMOTORA. SERA QUE VAI SER PRECISO MAIS UM ADVOGADO SER ASSASSINADO POR ENFRENTAR OS BANDIDOS QUE HOJE USAM TOGAS . SERÁ QUE VAI SER PRECISO MAIS UM ADVOGADO SER ASSASSINADO POR DENUNCIAR JUIZ, DESEMBARGADOR PARA O A OAB INTERVIR. 

Agradecemos sua participação e em breve retornaremos.

Atenciosamente,

Ouvidoria-Geral
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil

Batatas coloridas……

…….então, o pseudo bacharéu pode plantar batatas coloridas prá não ficar enfadonho ………Ah, quase me esqueço: Fratti, nada de se inscrever em concurso para remoção se um dos pré requisitos for bacharelado em Direito….nem tente, pois pseudo bachareu não é bacharéu, continua pseudo….mas continuando no ramos das batatas, é um ótimo passatempo prá ‘passar o tempo’. (se precisar de sementes no Alibaba tem até melancia colorida, entra lá.)

Anônimo disse...

STF
Brasília, 11 de março de 2015 - 09:25 Imprimir
Notícias STF
Terça-feira, 10 de março de 2015


Legislação estadual deve fixar regra de desempate em concurso de remoção em cartório


O critério de desempate em concursos de remoção para titular de cartórios devem seguir a orientação da legislação estadual e não a regra da maior idade previsto Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003). Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em sessão nesta terça-feira (10), negou o Mandado de Segurança (MS) 33046 e manteve decisão do Conselho Nacional de Justiça que afastou o titular do 6º Ofício de Protestos de Títulos de Curitiba (PR). O relator do MS, ministro Luiz Fux, ressaltou que a Lei dos Cartórios (Lei 8.935/1994) sanou qualquer dúvida sobre o tema ao estabelecer especificamente que a “legislação estadual disporá sobre as normas e os critérios para o concurso de remoção”.


O relator lembrou que, de acordo com a Constituição Federal, a natureza do serviço notarial e de registro é de caráter privado, mas exercido por delegação do poder público. Salientou que o constituinte originário fixou poucas diretrizes sobre a ocupação, remetendo à legislação ordinária a regulação das atividades. O ministro ressaltou que a exposição de motivos do Projeto de Lei 2.248/1991 – transformado na Lei dos Cartórios – sustentava que, em decorrência da relevância territorial dos serviços notariais, e do fortalecimento do sistema federativo com a Constituição de 1988, seria recomendável que sua regulação fosse realizada no âmbito de cada estado e do Distrito Federal.


“Veja que o reconhecimento da competência dos estados para fixar as normas e os critérios para o concurso de remoção em cartórios extrajudiciais é postura que se afeiçoa à compreensão mais recente do Plenário do STF no sentido de prestigiar, como regra geral, as iniciativas regionais e locais, a menos que ofendam norma expressa e inequívoca da Constituição Federal”, destacou o ministro ao frisar que esse fundamento foi afirmado pelo Plenário do STF no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 4060, também de sua relatoria.

O ministro destacou que, por ser norma específica para reger concurso de remoção, a Lei 14.594/2004, do Estado do Paraná, deve prevalecer sobre o Estatuto do Idoso no ponto em que trata do desempate. Lembrou ainda que não há que se falar em hierarquia entre lei federal e estadual, pois o constituinte originário remeteu especificamente a competência sobre o tema ao legislador estadual.


“Não se está a negar vigência ao Estatuto do Idoso, que veio concretizar a proteção aos direitos do idoso na ordem jurídica brasileira. Tal garantia encontra-se amparada nos princípios da cidadania e da dignidade da pessoa humana, fomentando a busca por uma sociedade cada vez mais isonômica, justa e solidária. O que ocorre é que a lei estadual, por ser norma específica para regular o concurso de remoção para serviços notariais no Estado do Paraná, deve prevalecer sobre o Estatuto do Idoso no ponto em que trata de critérios de desempate neste certame em particular”, frisou o ministro.
Com o julgamento, foi cassada a liminar que suspendeu os efeitos do ato do CNJ.
PR/FB
11 março, 2015 09:31

 

Anônimo Anônimo disse...

Bacellar conseguiu, é o novo titular do 6º Protesto de Curitiba.

11 março, 2015 14:11

 

Anônimo Anônimo disse...

Sra. Regina Girardello, quero lhe informar que o processo Mandado de Segurança nº 28495- acabou de transitar em julgado, portanto, o Conselho Nacional de Justiça, agora já pode seguir com o julgamento do processo dos foros judiciais,e as estatizações, ou seja um Name tá fora, agora ele está irregular e além de tudo inconstitucional,.....agora a ANDECC, deve agir perante o CNJ para que ele, se mexa, boa tarde.

11 março, 2015 17:59


Até quando??? Será que vão criar auxílio lupanar também?

Levando em consideração a realidade do país onde um trabalhador ganha um salário mínimo, e um juíz com salário acima dos 20.000,00 e ainda tem dois meses de férias, auxilio moradia, paletó, livros, cursos, alimentação entre outros, ir comprar ternos em Miami? É o culto a vaidade!!!

Não seria melhor , com todos esses valores centralizados em poucos juizes que tivémos mais juízes com salários dignos e benefícios justos!!!

PS: Ainda está pendente uma proposta apresentada em dezembro de 2014, pelo presidente do STJ, Ricardo Lewandowski, que prevê a criação, em nível nacional, de normas para concessão de benefícios extras aos magistrados como auxílios creche, alimentação e transporte, além do recebimento mensal de ajuda de custo para manter os filhos na escola particular até que eles completem 24 anos e ainda uma remuneração extra equivalente a 20% dos salários para pagamentos de cursos no exterior. (http://www.brasildefato.com.br/node/31277)

Prestem atenção na cara desse desembargador, ele não fica com vergonha, creio que ele acredita realmente no que fala!
Desembargador defende auxílio-moradia para ir a Miami comprar terno. E para não ter depressão.


Discutir eleição é importante, claro. Mas o período eleitoral sempre serve também para que outras instituições que estão de fora do processo aprovem benefícios em causa própria ou façam coisas que querem ver debaixo do tapete. Como todo mundo que acompanha o noticiário só presta atenção aos candidatos, fica barato fazer coisas impopulares nesses meses.

Em 2014, o troféu da medida impopular foi para o Judiciário, aprovou R$ 1 bilhão em “auxílio-moradia” para os seus. São R$ 4,4 mil por mês para cada magistrado do país, independente de ele (ela) já ter casa, de morar com outro juiz (juíza), e agora, discute-se, até mesmo independente de estar na ativa ou ser aposentado.

Como não precisam se eleger nem gostam muito de prestar contas do que fazem, os juízes se retraíram e os críticos ficaram falando sozinhos. Mas às vezes alguém põe a cabeça para fora e é possível perguntar por que, afinal, dar auxílio moradia para quem já tem casa, e dar mais benefícios a quem já tem salário inicial superior a R$ 20 mil.

No Jornal da Cultura, isso aconteceu. O desembargador José Roberto Nalini, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, foi questionado sobre o tema. E vale a pena transcrever na íntegra a resposta:

“Esse auxílio-moradia na verdade disfarça um aumento do subsídio que está defasado há muito tempo. Hoje, aparentemente o juiz brasileiro ganha bem, mas ele tem 27% de desconto de Imposto de Renda, ele tem que pagar plano de saúde, ele tem que comprar terno, não dá para ir toda hora a Miami comprar terno, que cada dia da semana ele tem que usar um terno diferente, ele tem que usar uma camisa razoável, um sapato decente, ele tem que ter um carro.

Espera-se que a Justiça, que personifica uma expressão da soberania, tem que estar apresentável. E há muito tempo não há o reajuste do subsídio. Então o auxílio-moradia foi um disfarce para aumentar um pouquinho. E até para fazer com que o juiz fique um pouquinho mais animado, não tenha tanta depressão, tanta síndrome de pânico, tanto AVC etc

Então a população tem que entender isso. No momento que a população perceber o quanto o juiz trabalha, eles vão ver que não é a remuneração do juiz que vai fazer falta. Se a Justiça funcionar, vale a pena pagar bem o juiz.”

A declaração é uma mostra do que pensa o Judiciário? Esperemos que não, claro, mas vejamos o que ela diz:

1- O juiz aparentemente ganha bem, mas não é verdade, dados os imensos encargos que ele tem.

2- Entre esses encargos estão o Imposto de Renda e plano de saúde, coisas que os demais brasileiros, por óbvio, não têm que pagar. Caso tivessem de bancar isso, seguramente, visto que existe justiça no país, receberiam auxílio-moradia igualmente.

3- Outro encargo é que o juiz tem que comprar roupas. Curioso que o auxílio-moradia pague ternos, mas vá lá. E não são quaisquer roupas de plebeu, diga-se. São ternos de Miami! Necessariamente. Imagine só a que se subordinam os juízes em nome da aparência da Justiça nacional, em nome da boa expressão da soberania do país. Gastam dinheiro (do seu próprio bolso!) para ir a Miami comprar ternos. Quem de nós, caso tivesse sabido disso antes não teria se apiedado dos magistrados? Quem ousaria ser contra um subsídio que garante esse gesto de altruísmo em nome de nossa soberania?

4- Os juízes também precisam comprar camisas, sapatos e carros. O que justifica um auxílio moradia, evidentemente.

5- O salário de R$ 20 mil (inicial) e a ausência de um auxílio moradia estão levando nossos juízes à depressão. Custa ajudar?

6- Além de depressão, o encargo de representar a soberania nacional com viagens frequentes a Miami também está levando os magistrados a ter ataques de pânico.

7- A ausência de um auxílio-moradia causa AVC. (Não se sabe como os outros 99% da população estão sobrevivendo a essas doenças todas que acometem quem não ganha o benefício.)

8- Se a população soubesse o quanto o juiz trabalha, pagaria sem reclamar. Porque, claro, os juízes trabalham mais do que você, mais do que qualquer um. E ao invés de usar este bilhãozinho para contratar mais juízes e dividir a carga, o certo é pagar mais para que eles sejam recompensados pelo que fazem.

9- Não é o dinheiro do salário do juiz que fará falta. Afinal, o que é R$ 1 bilhão por ano, né?

10- O auxílio-moradia é um disfarce assumido para reajuste de salário. O que é ilegal. Mas como quem vai julgar isso é o próprio Judiciário, quem se importa de admitir isso em público?

a íntegra da reportagem - fonte - http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/caixa-zero/desembargador-defende-auxilio-moradia-para-ir-a-miami-comprar-terno-e-para-nao-ter-depresao/

Alguém me ajuda? (Silvio Name eu não esqueço, e de alguns outros também)



Anônimo disse...

desculpe mas achei essa informação- varias pessoas estão desistindo do stf, tem até o nome do Lestir Bortolon?
será que ele já ganhou algum outro cartorio? E, tem outros varios, até o Name acho que vai entrar nessa, tá bem quietinho pra ver se esquecem dele, ...pois esse era um cartorio que deveria estar no nosso concurso
STF M.S. 28495
MS 28495 - MANDADO DE SEGURANÇA (Processo físico)
Origem: PR - PARANÁ
Relator: MIN. MARCO AURÉLIO
IMPTE.(S) ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR
ADV.(A/S) CARLOS EDUARDO DIPP SCHOEMBAKLA
IMPDO.(A/S) CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - CNJ
ADV.(A/S) ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO
Andamentos
DJ/DJe
Jurisprudência
Deslocamentos
Detalhes
Petições
Recursos
Data Andamento Órgão Julgador Observação Documento
19/02/2015 Devolução de mandado (Em 18/02/2015) Do AGU, ref. ao despacho publicado no DJE de 12/02/2015
12/02/2015 Publicação, DJE DJE nº 29, divulgado em 11/02/2015 Decisão monocrática
10/02/2015 Juntada a petição nº 44728/2014.44728/2014
10/02/2015 Juntada a petição nº 20254/2014.20254/2014
10/02/2015 Juntada a petição nº 20205/2014.20205/2014
10/02/2015 Juntada a petição nº 20103/2014.20103/2014
10/02/2015 Juntada a petição nº 19822/2014.19822/2014
10/02/2015 Homologada a desistência MIN. MARCO AURÉLIO Em 9/12/2014
10/02/2015 Despacho Petições/STF nº 13.892/2014, 20.205/2014 e 44.728/2014 (eletrônicas): [...] Ante o quadro, homologo o pedido de desistência para que produza os efeitos legais.
25/09/2014 Certidão CERTIDÃO - PETIÇÃO ELETRÔNICA - ASSINATURA DIGITAL
25/09/2014 Petição Manifestação - Petição: 44728 Data: 25/09/2014 16:05:27.530 GMT-03:00
05/06/2014 Conclusos ao(à) Relator(a)
22/05/2014 Juntada do mandado de intimação devidamente cumprido - AGU ref. ao DJe de 29/04/2014
22/05/2014 Juntada a petição nº 13892/2014.13892/2014
06/05/2014 Certidão CERTIDÃO - PETIÇÃO ELETRÔNICA - ASSINATURA DIGITAL
06/05/2014 Petição Procuração/Substabelecimento - Petição: 20254 Data: 06/05/2014 17:13:02.270 GMT-03:00
06/05/2014 Certidão CERTIDÃO - PETIÇÃO ELETRÔNICA - ASSINATURA DIGITAL
06/05/2014 Petição Procuração/Substabelecimento - Petição: 20205 Data: 06/05/2014 16:13:03.359 GMT-03:00
06/05/2014 Devolução de mandado (Em 05/05/2014) Do AGU, ref. ao despacho publicado no DJE de 29/04/2014
06/05/2014 Petição 20103/2014 - 06/05/2014 - ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR - presta informações e requer juntada de substabelecimento.
05/05/2014 Petição 19822/2014 - 05/05/2014 - (Via Fax) ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR Presta informações, requer juntada de procuração e/ou substabelecimento e Indica nome para intimações/publicações/notificações.
29/04/2014 Publicação, DJE DJE nº 80, divulgado em 28/04/2014 Despacho
25/04/2014 Despacho em 22/04/2014, na Petição/STF nº 13892/2014: 1. Noto a ausência de juntada de procuração outorgada aos subscritores, com poderes expressos para desistir. Providencie o impetrante a citada peça, sob pena de indeferimento da petição. 2. Publiquem.
tem mais,

23 fevereiro, 2015 15:56

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Anônimo Anônimo disse...

31/03/2014 Certidão CERTIDÃO - PETIÇÃO ELETRÔNICA - ASSINATURA DIGITAL
31/03/2014 Petição Desistência - Petição: 13892 Data: 31/03/2014 18:21:25.18 GMT-03:00
03/07/2012 Conclusos ao(à) Relator(a)
29/06/2012 Juntada a petição nº 34276/2012.34276/2012
29/06/2012 Recebimento dos autos da PRG
29/06/2012 Petição 34276/2012 - 29/06/2012 - PARECER Nº 7285-PGR-RG, PGR, 28/06/2012 - OPINA PELA REVOGAÇÃO DA MEDIDA LIMINAR E, AO FINAL, PELA DENEGAÇÃO DA ORDEM.
15/08/2011 Vista à PGR
12/08/2011 Despacho Em 10/8/2011: "Ao Ministério Público Federal."
08/02/2011 Conclusos ao(à) Relator(a) com 2 volumes
08/02/2011 Juntada do mandado de intimação devidamente cumprido - AGU Ref. ao despacho publicado no DJE de 1/2/2011.
07/02/2011 Juntada a petição nº 4730/2011.4730/2011
07/02/2011 Petição 4730/2011 - 07/02/2011 - ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR - APRESENTA CONTRA RAZÕES AO RECURSO DE AGRAVO INTERPOSTO PELA UNIÃO FEDERAL.
04/02/2011 Intimação do AGU Ref. ao despacho publicado no DJ de 1/2/2011.
01/02/2011 Publicação, DJE DJE nº 250, divulgado em 17/12/2010
Despacho
15/12/2010 Despacho Em 13/12/2010: "Ante a garantia constitucional do contraditório, abro vista à parte agravada para, querendo, manifestar-se."
09/12/2010 Conclusos ao(à) Relator(a)
09/12/2010 Interposto agravo regimental Juntada Petição: 71089/2010
07/12/2010 Recebimento dos autos
07/12/2010 Petição 71089/2010 - 06/12/2010 - ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO - AG.REG.
29/11/2010 Expedido Ofício nº 12374/R, ao Presidente do TJ/PR, comunicando de cisão.RL735188711BR
26/11/2010 Autos emprestados LUÍS INÁCIO LUCENA ADAMS - AGU - Guia = 9017 / 2010 -
25/11/2010 Juntada do mandado de intimação devidamente cumprido - AGU Ref. ao despacho publicado no DJ de 8/11/2010.
25/11/2010 Juntada do mandado de intimação devidamente cumprido - AGU Do inteiro teor da decisão publicada em 25.10.10
23/11/2010 Certidão certifico haver elaborado um oficio em atendimento ao despacho de fls 246 em 23 de novembro de 2010
16/11/2010 Intimação do AGU Ref. ao despacho publicado no DJ de 8/11/2010.
08/11/2010 Publicação, DJE DJE nº 213, divulgado em 05/11/2010, ref. despacho de 21/10/2010.
Despacho
05/11/2010 Intimação do AGU Do inteiro teor da decisão publicada em 25.10.10
03/11/2010 Juntada a petição nº 59405/2010.59405/2010
03/11/2010 Juntada a petição nº 59238/2010.59238/2010
03/11/2010 Despacho Ref. a Petição/STF n.º 59.238/2010 e a Petição/STF n.º 59.405/2010: em 21 de outubro de 2010. "1. Juntem. (...) 3. Oficiem, conforme requerido, encaminhando cópia. 4. Publiquem."
25/10/2010 Publicação, DJE DJE nº 201, divulgado em 22/10/2010, decisão de 12/10/2010.
Despacho
19/10/2010 Petição 59405/2010 - 19/10/2010 - ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR - REQUER SEJA OFICIADO AO DESEMBARGADOR DO TJPR PARA COMUNICAR CONCESSÃO DE LIMINAR E ENCAMINHAR DOCUMENTOS.
18/10/2010 Expedido Ofício nº 10963/R, ao CNJ, comunicando decisão e encaminhando cópia da petição 56163/2010 e dos documentos que a instruem.

23 fevereiro, 2015 15:57

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Anônimo Anônimo disse...

18/10/2010 Petição 59238/2010 - 18/10/2010 - (Via Fax) ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR - requer seja oficiado ao desembargador do tjpr para comunicar concessão de liminar e encaminhar documentos.
14/10/2010 Juntada a petição nº 56163/2010.56163/2010
14/10/2010 Juntada a petição nº 55690/2010.55690/2010
14/10/2010 Liminar deferida MIN. MARCO AURÉLIO Ref. a Petição/STF n.º 55690/2010 e a Petição/STF n.º 56163/2010: em 12 de outubro de 2010. "(...) 2. Juntem ao processo a petição protocolada. (...) 3. Defiro a liminar em tais termos. 4. Encaminhem ao Conselho Nacional de Justiça cópia da petição apresentada pela Associação dos Serventuários da Justiça do Estado do Paraná, para, querendo, vir a aditar as informações. 5. Publiquem."
14/10/2010 Expedido telex/fax nº 5273 em 14/10/2010, ao CNJ
05/10/2010 Petição 56163/2010 - 05/10/2010 - ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR - REQUER CONCESSÃO DE LIMINAR.
01/10/2010 Petição 55690/2010 - 01/10/2010 - (Via Fax) ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR - REQUER CONCESSÃO DE LIMINAR.
22/09/2010 Juntada do mandado de intimação devidamente cumprido - AGU Ref. ao(s) despacho(s) publicado(s) no DJ de 8/9/2010.
21/09/2010 Intimação do AGU referente ao(s) despacho(s) publicado(s) no DJE de 08/09/2010.
08/09/2010 Publicação, DJE DJE nº 166, divulgado em 06/09/2010, decisão de 30/8/2010.
Despacho
02/09/2010

23 fevereiro, 2015 15:58

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Anônimo Anônimo disse...

Juntada a petição nº 47220/2010.47220/2010
02/09/2010 Indeferido MIN. MARCO AURÉLIO Ref. à Petição/STF n.º 47.220/2010: em 30 de agosto de 2010. "(...) 3. Indefiro o pedido de reconsideração. 4. Deem sequência ao mandado de segurança. 5. Publiquem."
27/08/2010 Petição 47220/2010 - 27/08/2010 - ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR - APRESENTA MANIFESTAÇÃO E REQUER JUNTADA DE DOCUMENTOS.
19/04/2010 Conclusos ao(à) Relator(a)
19/04/2010 Juntada a petição nº 22052/2010.22052/2010.
16/04/2010 Petição 22052/2010 - 16/04/2010 - UNIÃO - APRESENTA CONTRARRAZÕES.
16/04/2010 Recebimento dos autos LUÍS INÁCIO LUCENA ADAMS - AGU.
12/04/2010 Autos emprestados LUÍS INÁCIO LUCENA ADAMS - AGU - Guia = 3327 / 2010 -
09/04/2010 Juntada do mandado de intimação devidamente cumprido - AGU do inteiro teor do despacho de fl. 143.
08/04/2010 Certidão Certifico que retifiquei a autuação dos presentes autos para incluir o Advogado-Geral da União, como representante do impetrado.
08/04/2010 Intimação do AGU do inteiro teor do despacho de fl. 143.
04/03/2010 Publicação, DJE DJE nº 39, divulgado em 03/03/2010.
Despacho
01/03/2010 Despacho Em 25/02/2010: " 1. Ante a garantia constitucional do contraditório, abro vista à parte agravada para, querendo, manifestar-se. 2. Publiquem."
19/02/2010 Conclusos ao(à) Relator(a)
19/02/2010 Juntada Pet. 7440
19/02/2010 Interposto agravo regimental Juntada Petição: 6652/2010
17/02/2010 Petição 7440/2010 - 17/02/2010 - OFÍCIO Nº 160/GP-CNJ, CNJ, 17/2/2010 - PRESTA INFORMAÇÕES EM ATENÇÃO AO OFÍCIO Nº 334/R.
12/02/2010 Petição 6652/2010 - 12/02/2010 - ASSOCIAÇÃO DOS SERVENTUÁRIOS DA JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ - ASSEJEPAR - AG. REG.
05/02/2010 Expedido Ofício nº 334/R, ao CNJ, comunicando decisão e solicitando informações.
05/02/2010 Publicação, DJE Da decisão do dia 18/12/2009 - DJE nº 22, divulgado em 04/02/2010
Despacho
21/12/2009 Liminar indeferida MIN. MARCO AURÉLIO Em 18 de dezembro de 2009. "[...] Indefiro a liminar. Solicitem informações ao Conselho Nacional de Justiça. Com a manifestação, colham o parecer da Procuradoria Geral da República. Publiquem."
09/12/2009 Conclusos ao(à) Relator(a)
09/12/2009 Distribuído MIN. MARCO AURÉLIO
09/12/2009 Autuado
Praça dos Três Poderes - Brasília - DF - CEP 70175-90

23 fevereiro, 2015 15:59

Alguém me explica???

Quer dizer que o Tabelião que faz um trabalho de graça para uma instituição de caridade, uma Apae, um orfanato, um asilo, vai ter que pagar para o TJPR 25%???

ESSA COISA DE FUNREJUS, DEVERIA FICAR NA COMARCA, POIS COM TODO ESSE DINHEIRO INDO PARA OS TJs SE ‘ENFEITAREM’, NÃO SERIA MAIS JUSTO QUE ESSE DINHEIRO DO FUNREJUS FICASSE NAS COMARCAS, PARA APARELHAMENTO DOS FÓRUNS??? E O QUE SOBRAR PODE SER DISTRIBUIDO PARA ASSOCIAÇÕES DE CARIDADE.

PENSEM NISSO SRS. DESEMBARGADORES E PAREM DE ENFEITAR ESSE TRINBUNAL DE JUSTIÇA E SEU ANEXO, POIS ESTÁ CHEIO DE FÓRUNS EM PEQUENAS COMARCAS QUE O JUIZ TEM QUE TRAZER CANETA E PAPEL HIGIÊNICO DE CASA…….

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