sábado, 7 de novembro de 2009
Protocolei este PP no Fórum de Ponta Grossa, com os Docs. anexados, A Juiza Denise Comel dá esta pérola de despacho. (Leiam e vejam a TRAMÓIA)
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Acabei de sair do Fórum de Ponta Grossa - PR- Fui protocolar um PP a respeito de um erro grotesco do 2º RI do Sr. Alvaro Quadros Neto.....
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Sinhozinho Alvaro Vavá, bom seria se seus funcionários fossem bem treinados......
E não ví o sr. lá trabalhando.....que pena!
Mas na 3ª feira, cinco dias úteis, dia 10 de novembro, vou buscar os documentos errados......caso a Adiência Pública do CNJ não caia nesse dia.....
Eu pedí certidão do Registro nº 25.489 - 3V e a sua funcionária que não foi devidamente capacitada para a função, colocou Matricula: N. 25.489 que é diferente do que eu pedí.
Por acaso o sr sabe a diferença entre MARICULA e TRANSCRIÇÃO (REGISTRO)?
DU-VI-DÉ-Ó-DÓ.....
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Os interesses escusos das entidades cartoriais e sua luta contra a moralização do setor
Os interesses escusos das entidades cartoriais e sua luta contra a moralização do setor.
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Todas as afirmações, link’s de internet e citações foram autenticadas em cartório notas, através de ata notarial e serão utilizadas, caso seja necessário, em momento oportuno.
Acredito que só teremos um país melhor e mais justo quando tivermos um Judiciário honesto e confiável. Acredito que dentre os Poderes da República, o Judiciário é o que mais afeta e determina o funcionamento das instituições comoum todo. Com um Judiciário fraco, corrompido ou incompetente nada funciona.
Desde a sua criação o CNJ tenta moralizar e corrigir distorções que por vários anos ficaram incrustadas nos Tribunas de Justiça.
Acompanho a classe cartorial há muito tempo, notadamente o Registro Civil da Pessoas Naturais. A nossa classe vinha de um regime que, de certa forma, nos fazia considerar devedores de um favor, trazendo uma insegurança constante de que a qualquer momento esse favor poderia acabar - o que realmente se deu com a
Constituição de 1988 e posteriormente com a instituição das gratuidades. Com isso, ficamos vulneráveis e fragilizados. Paralelo a isso, é sistemática a campanha feita na imprensa falada e escrita contra o modelo dito “cartorial”, passando esta palavra a ser sinônimo de ineficiência, incompetência e de grandes ganhos financeiros para os seus ocupantes.
É inequívoco afirmar que ineficiência, incompetência e grandes ganhos existem em nossa classe.
Mas também é inequívoco constatar a penúria e dificuldade de exercício da profissão por que passa grande parte dos cartórios de Registro Civil.
Em Minas Gerais temos o dobro de cartórios do estado mais rico da Federação (SP). Grande número destes cartórios não consegue gerar renda mínima para garantir a subsistência do oficial, quanto mais permitir a operação eficiente do serviço que lhe foi delegado.
http://www.cnj.jus.br/images/dados_serventias_extrajudiciais_maio_2008.pdf
Com o advento da gratuidade para os registros de nascimento e óbito, a situação que já era muito ruim passou a ser calamitosa. A saída para evitar-se o fechamento eminente de vários cartórios de registro civil foi a instituição de um fundo de compensação.
O que são os Fundos do Registro Civil? São fundos criados por lei estadual, que regulamentam o artigo 8o da Lei Federal 10.169 de 29 de dezembro de 2000 que determina o estabelecimento de formas de compensação aos Registradores Civis das Pessoas Naturais pelos Atos Gratuitos por eles praticados.
Lei 10.169/2000 (diploma que estabelece as normas gerais para a fixação dos emolumentos, em regulamentação ao § 2º do artigo 236, da CF), em seu artigo 8º, § único:
Art. 8o. Os Estados e o Distrito Federal, no âmbito de sua competência, respeitado o
prazo estabelecido no art. 9o desta Lei, estabelecerão forma de compensação aos
registradores civis das pessoas naturais pelos atos gratuitos, por eles praticados,
conforme estabelecido em lei federal.
Parágrafo único. O disposto no caput não poderá gerar ônus para o Poder Público.
Vários estados passaram a criar esses fundos, que diferem entre si na forma de arrecadação e fiscalização. Foi notória a rapidez com que alguns Tribunais de Justiça e as entidades representativas avançaram na criação de receita própria, desvirtuando completamente o objetivo legal previsto em lei. Consequência imediata de aumento de custas para o povo de maneira geral e mais uma vez exploração sobre a grande maioria dos cartórios de registro civil.
Como ilustração é interessante o parecer do Tribunal de Justiça do Rio Grande do SUL de 19 de maio de 2008: Expediente nº (ThemisAdmin) 0010-07/001137-8
Assunto: Selo de fiscalização - Natureza Jurídica atual. Valores arrecadados. Critérios de
regulamentação da distribuição dos valores. PARECER Nº 029/ ASSESP-SLA / 2008
Com o avanco guloso dos TJ’s, ficamos entre a fogo e o caldeirão, dando início à dependência doentia das entidades de classe.
Portanto o que nos revolta é ver aqueles em quem acreditamos, aqueles que tiveram todo o nosso apoio e em quem depositamos todas as nossas esperanças de poder seguir trabalhando com dignidade, participarem de um plano maquiavélico, cujo objetivo sempre foi o locupletamento de poucos às custas de nosso dinheiro
(ou dinheiro público, segundo alguns).
Em primeiro lugar, vamos definir no que consiste a nossa denúncia: está em curso um movimento nacional, patrocinado pelas entidades de classe do setor cartorial, para criar um fundo nacional e/ou tomar posse do maior número possível de fundos de compensação de gratuidades e renda mínima para
cartórios. Criar também uma massa de manobra fidelizada e mantida sob regime de terror, para fins eleitorais.
Por reiteradas experiências nos estados em que esses fundos já existem, sabem que trata-se de uma fonte inesgotável de dinheiro, manipulada ao “bel prazer” de quem administra, sem a mínima fiscalização nem pelo Estado, nem pela classe a quem esses fundos deveriam beneficiar.
O fundo de Compensação do Paraná tem um controle que parece-nos um pouco mais rígido e seu estatuto é mais amarrado. O de São Paulo também está nos mesmos moldes, com a vantagem de pagar uma renda mínima de 10 salários mínimos. Já o de Minas …. Sem falar nos do norte e nordeste, criados recentemente ou em processo de criação, já totalmente manipulados pelo “ESQUEMA”.
Podemos entender então porque quanto mais leis criando gratuidades para o setor, mais fácil fica a consecução de seus objetivos.
Para ilustrar, tracemos um paralelo histórico entre o estabelecimento da gratuidade universal para os registros de nascimento e óbito e a atual MP 459:
(Art. 43. Não serão devidas custas e emolumentos referentes a escritura pública, quando esta for exigida, ao registro da alienação de imóvel e de correspondentes garantias reais, e aos demais atos relativos ao primeiro imóvel residencial adquirido ou financiado pelo beneficiário com renda familiar mensal de até 3 (três) salários mínimos.
Àquela época, a gratuidade dos registros de nascimento e óbito, por significar um rombo monstruoso para a totalidade dos cartórios de Registro Civil do Brasil, foi amplamente resistida com passeatas, panelaços e muitas manifestações diante do legislativo. Hoje, o que se pretende com a MP 459 tem impacto semelhante nos tabeliães de notas e registradores de imóveis. Por que será que dessa vez mal ouve- se falar? É simples: quanto mais atos gratuitos, maior a necessidade de criação de fundos de ressarcimento; quanto mais fundos mais dinheiro; quanto mais dinheiro, mais roubalheira.
Basta uma breve pesquisa para verificarmos sempre os mesmos membros da quadrilha (acho que ficará claro nas próximas páginas que esse é o nome correto) se imiscuindo nas estruturas do Judiciário e das entidades sindicais. Afinal, esses poucos herdeiros das “capitanias hereditárias” com ganhos superiores a qualquer
ministro do STF, não contentes com isso, associam-se, inescrupulosamente a membros do Poder Legislativo para, deliberadamente, corromperem a estrutura do Poder Judiciário.
Introdução - capítulo das Gerais
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Assessorados pela dupla Rogério Portugal Bacellar (Anoreg) e Dante Ramos Júnior (Irpen), com o olho gordo e gatilho rápido do deputado Miguel Martini (ex- PSB atual PHS) o Sr. Paulo Alberto Risso de Souza (Recivil) criou o RECOMPE- MG, sob as asas do RECIVIL e com uma renda mínima de R$ 700,00 (realmente mínima). Qual foi a grande sacada? Conhecendo a experiência dos fundos já criados, procurou-se fazer em Minas um fundo que, na casca, fosse legalmente constituído, mas blindado a mudanças e fiscalizações. Para tanto foi fundamental a participação do então deputado estadual, Miguel Martini, conhecedor dos
meandros da ALMG (estava em seu terceiro mandato e era líder da maioria) e do deputado Domingos Sávio (PSDB).
Numa verificação nos arquivos da ALMG, fica clara a manipulação esperta que foi feita quando da aprovação da lei (significativamente aprovada no último dia do ano, 30 de dezembro). O texto original, no qual estava prevista certa fiscalização e uma comissão gestora mais séria, foi modificado e introduzido subrepticiamente no texto que foi para aprovação. Como receávamos à interferência do TJ, e sabíamos dos efeitos nefastos da mesma em outros estados, ficamos com o que parecia ser o mal menor.
Original -
http://www.almg.gov.br/dia/A_2004/05/L210504.htm
Atual-
http://hera.almg.gov.br/cgi-bin/nph-
brs?co1=e&d=NJMG&p=1&u=http://www.almg.gov.br/njmg/
chama_pesquisa.asp&SECT1=IMAGE&SECT2=THESOFF&SECT3=PLUROFF&SECT6=HITIMG&SECT
7=LINKON&l=20&r=1&f=G&s1=LEI%2015424%202004.NORM.&SECT8=SOCONS
A comissão gestora é de controle absoluto do RECIVIL, e não há o menor mecanismo de fiscalização. Até aí seria apenas um problema interno dos Registradores Civis de Minas Gerais. Mas o alto volume da arrecadação e a total falta de controle e fiscalização, fizeram com que este fundo passasse a ser a “galinha dos ovos de ouro” e o modelo de exportação para financiamento das maracutaias das entidades sindicais que deveriam nos proteger e representar, bem como fonte de recursos para financiamentos escusos de campanhas eleitorais.
Precisa-se comprar pareceres para a ANOREG defender a PEC 471? O RECOMPE financia. Precisa-se injetar dinheiro nas entidades de outros estados? O RECOMPE financia. Precisa-se viajar com a família com todas as despesas pagas? O RECOMPE financia. Precisa-se injetar dinheiro no TJMG (pasmem!... É isso mesmo: TJMG, o órgão fiscalizador do extrajudicial). O RECOMPE financia.
Precisa-se comprar deputados para criar leis que favorecem uma minoria? O RECOMPE financia. E tudo isso a título de “aprimoramento da classe”, de que cuida a parte final do artigo 37 da Lei 15424/2004.
Considero mentor e “Capo de Tutti Capi” o hoje deputado federal (graças à nossa classe), mas antes deputado estadual Miguel Martini. Foi eleito duas vezes graças à classe. Viajou com o SR. Paulo Risso em várias reuniões do RECIVIL pelo estado, e era apresentado como o único guardião do registro civil. Sem ele, todas as conquistas estariam perdidas. O Sr. Paulo Risso, presidente do RECIVIL, coincidentemente pertence ao seu partido (PHS), tendo sido inclusive seu presidente. Havia descarados pedidos de colaboração de campanha, mas alguns colegas não querem disponibilizar as provas.
Foi interessante o movimento que eles fizeram no ano passado para ocupar a ARPEN. O Sr. Paulo Risso lançou-se desesperadamente para tomar de assalto a presidência da mesma, mas foi rechaçado pelos colegas paulistas (alertados por colegas mineiros de seus métodos truculentos e ilícitos). Foi necessária então a
intervenção do próprio deputado (que normalmente opera nas sombras).
Conclusão: hoje é vice-presidente da entidade e assessor do presidente para assuntos políticos.
Vejam este pronuciamento :
http://www.recivil.com.br/news.asp?intNews=2483
O que estão fazendo com o Paulo é o cúmulo do absurdo e do irracional" Miguel Martini
No dia 27.06, o deputado federal, Miguel Martini, esteve no Recivil e acompanhou a reunião que esclareceu sobre o cancelamento da eleição para a presidência da Arpen Brasil, inicialmente agendada para a mesma data. Veja abaixo a íntegra do discurso de Miguel Martini.
"Eu queria aproveitar a oportunidade e agradecer o convite que me foi feito para estar aqui.
Saudar o Emygdio, o Paulo Risso e todos vocês. O Paulo tem me colocado a par de tudo isso que esta acontecendo e principalmente desse momento difícil. É tentativa de jogar contra o time.
Ninguém está ganhando com isto. Todos estão perdendo.
Primeiramente, quero dizer que eu escolhi uma linha pra atuar politicamente e dela eu não abro mão. É a linha da ética, da transparência e da seriedade. Eu estou na política por estas razões e só me uno à pessoas que pensam e agem desta forma. Quando o Paulo me procurou há cerca de 10 anos atrás e me mostrou a situação que estava a classe dos notários e registradores, eu falei, é uma bandeira justa e eu vou assumir. Enfrentamos grandes batalha. Tudo estava contra nós.
Enfrentamos uma a uma as batalhas e pudemos construir aqui em Minas Gerais um exemplo e
um modelo para todo o Brasil.
Inclusive na Câmara Federal acaba de entrar um projeto na área de seguridade social, que aqui para Minas Gerais vai soar como música, porque aqui já está tudo estruturado. Eu quero aqui dizer que durante minha convivência com o Paulo Risso só aumentou o respeito e a convicção de que é um homem de bem e ele sabe disso. Quantas e quantas vezes eu disse pra ele: Paulo, age corretamente com tudo, e ele sempre me disse: “Deputado, pode ficar tranqüilo”. E eu sempre fiquei tranqüilo porque cada vez que foi questionado, foi mostrado a correção com que tudo aqui é feito. Com transparência, com integridade, com correção. Eu sempre insisti demais com ele. Na defesa da classe, estamos pegando uma briga com cachorro grande e nossa arma é a correção. Quando eu subia na tribuna pra defender, eu subia com segurança. Quando fizeram
reuniões e tentaram engolir o Recivil, eu fui pra cima e ninguém mostrou uma vírgula. Ameaças fazem de todas as formas, mas a minha relação com o Recivil é uma relação transparente. É uma luta que vale a pena, porque é uma luta que faz justiça para a classe. Em primeiro lugar, era uma classe considerada de milionários e que na verdade abrigava muitos que estavam em situação de miséria. Em segundo lugar, é uma classe que presta um relevante serviço social que é o de registro civil, nascimento, casamento, óbito, dando dignidade às pessoas. A lei que nós aprovamos fez com que aqueles cartorários que antes sofriam porque os atos eram de graça, cada ato era prejuízo pra si, depois, invertido o processo, passaram a obter receita. Essas coisas não aconteceram por mágica, aconteceram porque o Paulo Risso trabalhou para isto. No dia em que o Paulo Risso deixar este trabalho, e se fizerem covardia com ele, eu saio na hora junto com o Paulo Risso. Eu tenho um compromisso com o Paulo Risso.
Aqueles que estão contra o Paulo, quem sabe, preferem que fique com o poder judiciário como estava antes? Se só o judiciário merece respeito, então vamos voltar para o judiciário de novo, é simples isso, temos espaço pra fazer isso (ameaças, ameaças, ameaças…grifo nosso).
O difícil é fazer o que nós fizemos, a independência do sindicato. Basta só uma decisão.
(ameaças, ameaças, ameaças…grifo nosso)
Mas eu acho que não é isso que a classe quer. O Paulo como presidente também não quer. Enfrentar as brigas que enfrentamos, os 17 processos do Paulo, só porque era o Presidente. Nós precisamos aprender com as abelhas. Todas defendem e protegem a rainha. E o Paulo precisa de vocês. Eu disse para o Paulo, se você for pra nacional, com você eu vou, mas sem você eu fico fora. Temos um bom espaço no Congresso, e a
PEC que interessa à classe, já colocamos na pauta .
Falo do Paulo porque o conheço, conheço sua família, temos relações de amizade e é uma pessoa de bem. O que estão fazendo com ele é covardia. Se a pretexto de calúnias o Paulo for prejudicado eu terei razões para não ter mais compromisso com a categoria
(ameaças, ameaças, ameaças…grifo nosso)
.
Cumpro tudo o que assumo e vou além. Não sou deputado por dinheiro, me interessam os projetos, me interessa fazer justiça, ordenar bem esse processo que já conheço e já sei a importância que tem. Então, eu queria trazer esta palavra. O que foi construído está muito bonito, invejável por todos, mas é sempre assim, o problema é dentro, não fora. Não é aceitável que trabalhem com calúnias, com inverdades, covardemente, pra impedir que um companheiro se torne presidente de uma entidade nacional, exatamente porque mostrou no Estado de Minas Gerais um bom trabalho, sacrificando família e saúde. E agora, por uma progressão natural de um belo trabalho, o Brasil diz, nós queremos você de Minas Gerais, e então vem companheiros de classe detonar o projeto.
Isto não é contra o Paulo é contra toda a classe.
Tudo o que fizemos em Minas Gerais não houve uma vírgula que pudesse ser questionado, porque fizemos tudo direito. O que estão fazendo com o Paulo é o cúmulo do absurdo e do irracional.
Com o Paulo estou junto, sem ele estou fora."
Deputado Federal Miguel Martini
Publicado em 03/07/2008
http://noticiasarpenpe.blogspot.com/2008/06/presidente-da-arpen-brasil-visita.html
O Oficial de Registro Civil do Paraná, Dante Ramos Júnior, afirmou que os problemas ocorridos foram apenas de cunho regimental e que este acontecimento serviu ainda mais para fortalecer a chapa encabeçada por Risso. "Este incidente fortaleceu a chapa Paulo Risso.
Resolveremos todos os problemas administrativos que existirem e lá em Brasília, no dia 8 de Julho, dia da Reunião Geral Extraordinária da Arpen apresentaremos novamente nossa chapa e colocaremos tudo às claras," completou Dante.
Postado por Notícias da ARPEN Pernambuco às 11:58
Marcadores: arpen brasil, cancelamento, eleição, recivil
Desde 2005 já estavam tentando
http://www.arpensp.org.br/principal/
index.cfm?tipo_layout=SISTEMA&url=noticia_mostrar.cfm&id=3188
A Arpen-SP, a convite do Sindicato dos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado de Minas Gerais (Recivil), formulado por seu presidente, Paulo Alberto Risso de Souza, esteve participando nesta terça-feira (13.12) do Jantar de Confraternização promovido pelos Registradores mineiros, realizado em um restaurante na cidade de Belo Horizonte. Representando os Registradores Civis do Estado de São Paulo esteve presente ao evento o diretor Oscar Paes de Almeida Filho, Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais do 1° e 2° Subdistritos do município de Ribeirão Preto. Participaram do evento diversos diretores do
Sindicato dos Oficiais de Registro Civil mineiros, além do deputado estadual Miguel Martini
(PHS-MG).
Porque é vital o controle da ARPEN pelo ESQUEMA (deputado federal Miguel Martini e entidades de classe cartorárias)? Eles já dominam o norte e nordeste do país com tentáculos em todos os TJ’s e entidades. Têm apoio das entidades do Sul do Brasil, excetuando-se, ao que parece, o IRPEN-Paraná (após posse da nova
domingo, 1 de novembro de 2009
Um CNJ para os Tribunais de Contas (CNJTC) vai ser uma beleza, resta saber se nosso Hermas Gafanhoto Brandão também vai gostar. (DU-VI-DÉ-Ó-DÓ).......
sábado, 31 de outubro de 2009
BONITINHA, SE ME PERMITE FAÇO UMA ABORDAGEM DAS DISCUSÕES ACERCA DESSA PENDENGA ACERCA DA PEC 471............
...............QUE AINDA VOU EM BUSCA E ANALISE, POIS NÃO A CONHEÇO POR INTEIRO....MAS PRETENDO ANALISA-LA!
CONTUDO, LENDO UM ARTIGO ALGO ME CHAMOU ATENÇÃO, PORTANTO, DESEJO COMENTA-LO PARA VER SE PODEMOS CHEGAR A UM CONSENSO COM OUTROS SEUS BLOGUEIROS, OK?
§1º - Lei regulará as atividades, disciplinará a responsabilidade civil e criminal dos notários, dos oficiais de registro e de seus prepostos, e definirá a fiscalização de seus atos pelo Poder Judiciário.
COMENTO:
ME PARECE QUE ESSE §1º, MENCIONA QUE A LEI IRÁ DISCIPLINAR A RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL OS NOTARIOS E SEUS PREPOSTOS DEFININDO A FISCALIZAÇÃO DAQUELES PELO PODER JUDICIÁRIO, - NÃO VEJO AQUI NENHUMA MENÇAO A QUE SE DEVE EFETIVAR IRREGULARES! MAS,..SIGO..
§2º - Lei federal estabelecerá normas gerais para a fixação de emolumentos relativos aos atos praticados pelos serviços notariais e de registro.
Comento:
NÃO VI NADA QUE O DISPOSITIVO DISSESSE QUE OS DEPUTADOS PUDESSEM EM ALGUM MOMENTO INSERIR NO TEXTO CONSTITUCINAL MUDANÇAS QUE IMPORTAM NO INTERESSE DE 5000 PESSOAS, COM O ARGUMENTO DE QUE NÃO TERIA HAVIDO A TAL REGULAMENTAÇÃO, MAS VOU TENTAR ENTENDER, AFINAL O CONSTITUCIONALISTA NÃO FICOU TANTO TEMPO A PENSAR PARA QUE HOJE PEQUENA PARTE DA SOCIEDADE QUE SE SENTIU PREJUDICADA VIESSE ARGUMENTAR QUE O ESTADO QUE FOI OMISSO, QEM SABE ESQUECERAM DE ARGUMENTAR COM O DR. ROGERIO BACELLAR, SEU REPRESENTANTE, QUE TAL? OU ELE REPRESENTA A CLASSE OU ELE SE BENEFICIA DELA?
E, SE JÁ TINHAM A CONSCIENCIA DAS SUAS IRREGULARIDADES, PORQUE NÃO BUSCARAM REGULARIZA-LAS, IDO EM BUSCA DE REGULA-LAS, ESTUDAR, SE PREPARAR, OU EXIGIR QUE A ANOREG QUE OS REPRESENTA TOMASSE UMA ATITUDE, EU MESMO RESPONDO, É QUE ESTAVA BEM COMODO, NÃO É?
Oto Lais Lalau.......acho que agora a peruca cai, né?
Construído com recursos do Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário – FUNREJUS, o anexo do Tribunal de Justiça do Paraná segue dentro do cronograma contratual e com previsão de finalização da primeira etapa da obra para setembro deste ano. O projeto arquitetônico do Anexo foi aprovado pelos órgãos competentes (IPPUC e Conselho do Centro Cívico) visando a perfeita integração ao conjunto arquitetônico do Centro Cívico. Considerado um edifício inteligente, terá 15 pavimentos, abrigará vários setores e contará com instalações de última geração, entre elas, sistemas de segurança através de controle de acesso eletrônico e câmeras; ar condicionado com controles de variação por sala e automação predial.





