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Rogerito e Ruyzito - Cópula

10 comentários:

Anônimo disse...

que sorriso de felicidade! esta foto ainda é dos bons tempos?

Anônimo disse...

É ESTE O TAL QUE PRETENDE ASSUMIR ALGUM CARGO EM DECORRENCIA DAS APOSENTADORIAS DO ANO VINDOURO?QUEM SOUBER, FAVOR INFORMAR.

Anônimo disse...

Eu não acredito que cada vez aparece mais gente com atos irregulares, mesmo com toda esta pressão em cima das mesmas irregularidades. O que está acontecendo? É a certeza da impunidade ?

Anônimo disse...

BARBARIDADES DITA POR QUEM É DO PROTESTO E IRREGULAR TAMBEM.

CNJ atropela legislação estadual

Publicado em: 28/01/2010

A decisão do Conselho Nacional de Justiça em declarar vagos 7.828 cartórios extrajudiciais de todo o país é no mínimo equivocada, dizem notários e registradores de todo o país. “Poderemos estar prestes a ver a falência do sistema de Registro Civil no Brasil”, considera Osvaldo Hoffmann Filho, diretor da Associação dos Notários e Registradores do Paraná

HOFMANN, CUIDE DO SEU PROTESTO E DA SUA PERMUTA, VOCE É UM ILEGAL, VAI VOLTAR PARA GRACIOSA NA COMARCA DE PARANAVAÍ

OS REGISTROS CIVIS DAS PEQUENA CIDADES NÃO ESTÃO FADADOS AO DESAPARECIMENTO, BASTA QUE O FUNARPEN PAGUE DETERMINADA QUANTIA COMO SÃO PAULO VEM FAZENDO. E ESTA ANOREGBR QUE NÃO SERVE PRÁ NADA, FAÇA MOVIMENTO PELA INSTITUIÇÃO DE UMA CARREIRA, QUE TRABALHEM NESTE SENTIDO, QUE É MUITO JUSTO, E PAREM DE DEFENDER IRREGULARES.......

Anônimo disse...

mesmo com a certeza da impunidade, pesssoas de caráter ilibado sequer cogitam a possibilidade de atuar contrariamente a lei, ou objetivando interesses pessoais, afinal carater e dignidade para pessoas éticas não tem preço.

Anônimo disse...

Os Name tentando e conseguindo!!!!

Veja o processo do TJPR abaixo

Processo 599804-1 Apelação Cível

Anônimo disse...

cm certeza,...é uma certeza tãocerta que nem se incomodam,...pra vermos quanto tempo foi perdido, digo em todos os âmbitos do Estado, são eleitos fazem o que bem entendem, porque o povo é omisso, põe a galera lá dentro e depois cruza os braços, não vai ver se estão fazendo o que prometeram,é assim que as coisas andam,embora no judiciário não haja eleição(deveria ter),mesmo assim são os que mais se locupeletam,justamente porque o povo não possui poderes sobre, ou melhor não possuia, agora temos o NJ!

portanto temos que continuar a nossa luta!Para moralizar tudo ,no geral, aqui o caso é o judiciário,por isso, temos que manter essa luta, entre qem entrar,"O POVO UNIDO JAMAIS SERA VENCIDO",sabem por que? è o esmo caso do meio ambiente, quem são os mais prejdicados são os pobres, perdem suas casas, não têm pra onde ir, e o que o Estado faz,dá migalhas, e, tudo continua a mesma coisa! Então o que devemos fazer é ficar em cima dessa corja,so isso não dar folga pra eles e seus apaiguados!

Anônimo disse...

Ardeu? hhh,ardeu?Agora estão chiando.......porque não fazem as coisas direitinho, assim ninguém vem puxar as suas orelhas!

Por outro lado, o argumento de que o CNJ não tem comunicação com os Tribunais, não procede uma vez que, mesmo o CNJ fiscalizando e solicitando, os Tribunais não respeitam os seus pedidos, ou seja, passam a ser necessárias determinações porque os Tribunais fazem como querem, inclusive desrespeitam a Lei descaradamente como é o caso do nosso Tribunal,e, se pedem ao Legislativo alguma regulamentação esta sempre vem acompanhada de artigos que os beneficiam ou a seus apaniguados, (como diz a Maria),são leis de encomenda, e os proprios deputados que defendem os seus interesses,enfim, É UM NEGOCIATA SÓ,... agora não adianta chorar é respeitar a Lei Maior em primeiro lugar , e ponto final.....coisa que não gostam de fazer, pra eles a Constituição não existe!

copiei

"Resoluções do CNJ extrapolam lei, afirma presidente da AMB
27 de janeiro de 2010 • 19h23 • atualizado às 19h42 Comentários
2Notícia

Reduzir Normal Aumentar Imprimir O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Mozart Valadares Pires, disse hoje (27) à Agência Brasil, que algumas das resoluções publicadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) têm "confundido" os juízes no exercício de suas funções. De acordo com Pires, os "excessos" do conselho seriam fruto da falta de comunicação entre o CNJ, os tribunais e as associações regionais.

"Ao ditar algumas resoluções sem ouvir as associações e os tribunais e sem observar as peculiaridades de certos estados, o CNJ acaba cometendo alguns excessos que têm causado transtornos aos juízes que ficam sem saber a quem obedecer, aos atos administrativos do CNJ ou à lei", afirmou Pires, citando a resolução que trata das providências a serem adotadas nos casos de prisões em flagrante e da que trata das justificativas para a alegação, pelo juiz, de foro íntimo.

continua....

Anônimo disse...

continuando...
De acordo com Pires, nos dois casos, o CNJ extrapolou sua competência, publicando atos administrativos que vão além do que determina a legislação.


No primeiro exemplo, o conselho estabeleceu que, ao contrário do que prevê o Código de Processo Civil, os juízes que apresentarem questões de foro íntimo para não julgar um processo terão que especificar suas razões. Já no segundo caso, a queixa da associação é quanto à imposição do CNJ, que obriga os magistrados a ouvir o Ministério Público antes de tomar as providências necessárias em casos de prisões provisórias.


"As resoluções não podem ir além do que determina a lei. Um ato administrativo do conselho não pode alterar a legislação e estes são apenas alguns exemplos dos excessos pontuais que o CNJ tem cometido. E nós verificamos que eles acontecem porque falta um maior diálogo entre os tribunais, as associações e o conselho. Nossa proposta é que haja uma aproximação para que possamos contribuir para o funcionamento do órgão", comentou.



De acordo com Pires, as reivindicações dos juízes visam o aperfeiçoamento da atuação do CNJ. "Temos um respeito muito grande pelo conselho e, no todo, a avaliação de sua atuação é muito positiva", disse.


"Não estamos em posições antagônicas, estamos apenas mostrando que há alguns excessos pontuais que podem ser corrigidos", concluiu Pires, que, de manhã, entregou ao ministro Gilmar Mendes, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), um ofício no qual a AMB manifesta preocupação e inconformismo com o que classifica de "excessos cometidos pelo conselho".

Na verdade não são excessos, viu dr. juiz, é que voces ainda não entenderam que devem cumprir uma função, O DEVER, primeiro o DEVER, depois o poder,....

Anônimo disse...

naaaada! tá rindo porque tá vendo que o Walde vai sair com um pé na bunda e ele assume,.....srs