EU TENHO FÉ disse... O Tribunal de Justiça instala na próxima segunda-feira (5) sua Ouvidoria-Geral. A medida atende a Resolução 103 do Conselho Nacional de Justiça. A Ouvidoria vai esclarecer dúvidas sobre o funcionamento do TJ, receber e encaminhar reclamações por abusos, erros e omissões das autoridades judiciárias, seus auxiliares, servidores do foro judicial, agentes delegados do foro extrajudicial e funcionários da Justiça. A missão da Ouvidoria é tornar a Justiça mais próxima do cidadão, registrando sua opinião para aprimorar o funcionamento do Judiciário, sugerindo medidas e buscando soluções para os problemas apontados. O compromisso é oferecer ao reclamante, no prazo de cinco dias úteis, um posicionamento institucional sobre os problemas relatados, inclusive preservando o sigilo dos dados pessoais, quando solicitado. Os magistrados que exercerão as funções de juiz ouvidor e juiz ouvidor substituto são Antonio Franco Ferreira da Costa Neto e Vânia Maria da Silva Kramer, respectivamente. O contato com a Ouvidoria poderá ser feito pelos telefones 41 3200 2084, 3200 3130 e 3200 2221; por carta para o endereço Praça Nossa Senhora da Salete s/nº, 10º andar, Centro Cívico, Curitiba, Paraná, CEP 80530 – 912; e pessoalmente no 10º andar do Edifício Anexo, das 12 às 18h. As reclamações por carta devem ter nome, endereço, profissão, cópia do documento de identidade e telefone do denunciante, a descrição resumida dos fatos, a indicação da irregularidade e quem a cometeu. . 04 Setembro, 2011 21:52 PS: O contao poderá ser feito por telefone, carta, pessoalmente……………e por meio eletronico – e-mail???? Vou fazer ‘contato” por E-MAIL!!!! afinal vou ser freguesa assídua dessa ‘ouvidoria’! RESOLUÃO Nº 103 DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010 ………………………. Art. 6º O acesso à Ouvidoria poderá ser realizado pessoalmente, na sede do Conselho,por carta, por ligação telefônica OU POR MEIO DE FORMULÁRIO ELETRÔNICO DISPONIVEL NA PÁGINA DO CONSELHO NA INTERNET. |
27 comentários:
Se não me engano foi esta Vania Kramer que era de PGrossa e protegeu o Vava, autorizando atos irregulares dele. Faça uma retrospectiva que tenho quase cxerteza que é ela. Será que vai fazer alguma coisa contra ele? Vamos testar?
Juiz tem de estudar: José Renato Nalini - O Estado de SP
Nunca se duvidou de que para ser juiz é preciso estar disposto a sacrifícios. O concurso de ingresso na magistratura converteu-se num complexo de exigências que poucos superam. Espera-se que o julgador seja uma enciclopédia de conhecimentos que inclua a integralidade do prolífico cipoal normativo, totalidade da doutrina e jurisprudência dominante, sem descurar de conhecer as divergências.
Por esse motivo, a conclusão do bacharelado em ciências jurídicas é mero pressuposto a se habilitar ao certame seletivo. A alternativa é imergir no estudo contínuo ou seguir os passos postos à disposição pelos bem-sucedidos cursinhos de preparação. Os concursos vinham sendo os mesmos, previsíveis e sem inovação, até à edição da Resolução n.º 75/2009 do CNJ. Este novo órgão do Poder Judiciário, situado na topografia constitucional logo abaixo do STF e acima do STJ, assumiu suas atribuições e se pôs a disciplinar uma Justiça que até então formava um enorme arquipélago de autonomias.
Escusado questionar a competência do CNJ para normatizar os processos de seleção, pois o colegiado está no pacto federativo e ninguém oferece argumentos capazes de reduzir a sua legitimidade. Nem se invoque o assimétrico federalismo brasileiro, mal copiado quando da instauração da República e que, sendo às avessas do modelo americano, não conseguiu disfarçar a vocação centralizadora do Estado.
A Resolução n.º 75/2009 alterou, de maneira substancial, a forma de recrutamento dos juízes. O aspecto mais relevante é a exigência de outros saberes, que não exclusivamente a técnica jurídica. Para se tornar magistrado o candidato precisa se interessar por ética, filosofia, sociologia, psicologia, teoria geral do direito, gestão das unidades judiciais. Não se exclui, por óbvio, o domínio das ciências do direito. Mas se introduz no sistema a constatação de que o ser humano chamado a julgar seu semelhante precisa exatamente deste atributo imprescindível: humanismo.
A erudição traduzida por um acervo de informações que mais comprovam a capacidade mnemônica do que um chamado a exercer uma carreira já não se mostra suficiente. Foi um passo enorme em direção ao aperfeiçoamento na escolha de quem se tornará vitalício e servirá a seu povo - presumivelmente - durante algumas décadas.
Ainda é preciso avançar na aferição da capacidade de trabalho. O Judiciário é serviço público, remunerado pelo erário, posto à disposição dos destinatários que o sustentam. Não é emprego para quem gosta de filosofar, para quem superestima a sua autoridade ou não se preocupa com a otimização dos parcos esquemas postos à sua disposição, com vista a outorgar o melhor justo concreto.
Produtividade requer consciência e talento. O desmotivado é incapaz de superar dificuldades e enfrentar o desafio de um volume crescente de processos. Muitos dos quais, reconheça-se, não ostentam complexidade. Queira ou não, o juiz torna-se um especialista. Acredita-se que o trato contínuo com as questões postas à sua apreciação o convertam num experto capaz de acelerar a prestação jurisdicional. O Judiciário está submetido ao princípio da eficiência, colocado no texto constitucional dez anos depois da promulgação da Carta cidadã, exatamente porque a Justiça não conseguia adequar-se aos anseios contemporâneos.
Para completar a mudança na seleção dos novos quadros o CNJ também editou o Código de Ética da Magistratura, que em 2011 completa três anos. Nele se inseriu o comando ético do conhecimento e capacitação permanente do magistrado. É o contraponto ao direito dos jurisdicionados e da sociedade em geral à obtenção de um serviço de qualidade na administração de justiça.
Juiz tem de estudar 2 :
Não significa o crescimento intelectual exclusivamente nas disciplinas jurídicas, embora ele continue exigível e não se consiga decidir sem apreender o direito. Mas o Código da Magistratura insiste nas capacidades técnicas e nas atitudes éticas adequadas a uma correta aplicação do direito.
Enfatiza a codificação destinada ao juiz brasileiro que a obrigação de formação contínua se estende tanto às matérias especificamente jurídicas quanto no que se refere aos conhecimentos e técnicas que possam favorecer o melhor cumprimento das funções judiciais.
Inegável o plus qualitativo de quem estudar psicologia, para melhor lidar com o sofrimento humano. Todo processo tem uma carga de angústias que a pasteurização da forma e da excessiva tecnicalidade não consegue ocultar. Mas é preciso penetrar na seara sociológica, antropológica, econômica, histórica e política, sem o que o magistrado será um profissional incompleto. Deslocado do contexto social, insuficientemente preparado, produtor de potenciais injustiças, em lugar de assumir o papel de décideur, pacificador e conciliador das partes que controvertem.
Os novos tempos impõem a quem queira bem cumprir o seu dever de solucionar conflitos a obrigação do estudo permanente. A formação continuada servirá não apenas para o desempenho adequado do ofício, mas também para o melhor desenvolvimento do direito e administração da justiça. O direito não é senão ferramenta de tornar os homens menos infelizes. Não é ciência neutral, de que podem servir-se os desprovidos de freios inibitórios, aqueles que fazem da ética um deboche e instrumentalizam a Justiça para melhor se safar das responsabilidades.
O compromisso do estudo incessante é pessoal, de cada integrante do Judiciário. Mas constitui dever de cada magistrado atuar no sentido de que a instituição a que serve também ofereça os meios para que sua formação tenha prosseguimento. Sem isso não se oferecerá ao povo brasileiro a justiça oportuna e de melhor qualidade que há muito ele está a exigir.
DESEMBARGADOR, FOI PRESIDENTE DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,juiz-tem-de-estudar,768542,0.htm | Fonte da postagem
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,stf-e-jornalismo-de-buldogues,768543,0.htm | fonte de outra reportagem
STF e jornalismo de buldogues Carlos Alberto Di Franco - O Estado de SP O leitor é sempre o melhor termômetro para medir a temperatura da sociedade. Em meu último artigo fiz uma radiografia da corrupção e defendi três prioridades no combate aos malfeitos: cobrar dos ministros do STF o julgamento do mensalão, focar as coberturas jornalísticas nos casos emblemáticos de corrupção e instituir o Placar da Corrupção, um infográfico com a situação dos casos mais vistosos de pilhagem do dinheiro público.
Recebi uma enxurrada de e-mails de leitores de várias cidades brasileiras. Uma forte amostragem de opinião pública. Um denominador comum esteve presente em todas as mensagens: as pessoas não admitem o não julgamento do mensalão, com a consequente consagração da impunidade. Ao mesmo tempo, afirmam que o trabalho investigativo da imprensa deve continuar e aprofundar.
Chegou a hora do STF. Como escrevi neste espaço opinativo, julgar o mensalão não é uma questão de prazos processuais. É um dever indeclinável. Se o STF carimbar o mensalão com a prescrição, hipótese gravíssima, mas provável, concederá, na prática, um passaporte para a institucionalização da bandalheira.
A desqualificação do mensalão é essencial para aqueles que se apropriaram do Estado brasileiro. O primeiro sinal do desmonte do mensalão foi dado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao deixar o governo, ele disse que sua principal missão, a partir de janeiro de 2011, seria mostrar que o mensalão "é uma farsa". A "farsa" a que se referia Lula derrubou ministros do seu governo, destituiu dezenas de diretores de estatais e mandou para o espaço a cúpula do seu partido. Encurralado, o então presidente só não caiu graças ao tamanho da incompetência da oposição.
Réus do processo passaram a ocupar postos altos nas estruturas dos Poderes. João Paulo Cunha (PT-SP) foi eleito presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. José Genoino foi nomeado assessor especial do Ministério da Defesa, então comandado por Nelson Jobim, ex-presidente do STF. José Dirceu - "o chefe da quadrilha", segundo escreveu o então procurador-geral da República na denúncia em que acusou a antiga cúpula do partido de Lula e de Dilma de se ter convertido numa "organização criminosa" - transita com desembaraço pelos corredores do poder.
Está nas mãos da Suprema Corte assumir o papel histórico de defesa da democracia e dos valores republicanos ou - Deus não queira - virar as costas para a cidadania. A sociedade tem o direito de confiar no ministro Joaquim Barbosa, relator do mensalão. Ele saberá honrar sua toga e sua biografia. Os brasileiros esperam que os ministros respondam à indignação da cidadania.
STF e jornalismo de buldogues 2
Paira no ar, no entanto, um clima de decepção e desencanto, fruto direto da impunidade. Em nome do amplo direito de defesa, importante e necessário, a efetivação da justiça acaba se transformando numa arma dos poderosos de turno e numa sistemática frustração das esperanças dos mais desprotegidos. Aplicam-se ao pobre os rigores da lei e se concedem ao rico as vantagens dos infinitos recursos que o Direito reserva aos que podem pagar uma boa defesa. É duro, mas é assim.
O esforço investigativo da imprensa está contribuindo para restabelecer o equilíbrio nas relações sociais. Para o jornalismo verdadeiramente ético e independente, não há distinções e imunidades. Os holofotes da mídia têm projetado fachos de luz em zonas turvas do poder. Incomoda? É claro. E deve ser assim. Jornalismo chapa-branca não contribui com a democracia. É preciso que exista certa tensão entre imprensa e governos. No entanto, a memória do cidadão - a minha e a sua, caro leitor - não é das mais fortes. E a vertiginosa sucessão de delitos acaba sendo importante aliada do esquecimento. Não basta denunciar. É preciso focar e perseverar num autêntico jornalismo de buldogues.
É dever ético da imprensa promover uma ampla conscientização da relevância que os cargos públicos têm e da importância de que pessoas absolutamente idôneas os ocupem. Nós, jornalistas, devemos rasgar as coloridas embalagens do marketing e mostrar a realidade. Com suas luzes e suas sombras.
Entusiasmaram-se os leitores com a possibilidade de se criar um Placar da Corrupção. Não deixemos a peteca cair! Façamos um periódico mapa dos escândalos: o que aconteceu com os protagonistas do banditismo, as ações concretas ou as omissões dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Não se trata de transformar a imprensa num contrapoder, mas numa instância, talvez a única, talvez a última, de uma sociedade abandonada por muitas de suas autoridades.
Inauguremos, também, o Mapa das Promessas. É muito fácil. Basta recorrer aos arquivos e bancos de dados. Os políticos, pródigos em soluções de palanque, não costumam perder o sono com o rotineiro descumprimento da palavra empenhada. Afinal, para muitos deles, infelizmente, a política é a arte do engodo. Além disso, apostam na amnésia coletiva. Ao jornalismo de qualidade, desengajado e independente, cabe assumir o papel de memória da sociedade.
As coberturas não podem ser pautadas pelas assessorias de comunicação dos políticos, e sim pelo interesse do cidadão. Vamos falar do futuro, dos projetos, dos planos. Mas vamos também falar do passado, das coerências e das ambiguidades. E, sobretudo, não nos deixemos seduzir pelas estratégias do marketing que ameaçam transformar a política num show de chavões populistas e num triste espetáculo de inconsistência.
A corrupção é um câncer que deve ser enfrentado por todos: jornalistas, magistrados e cidadãos. Chegou a hora do STF e do jornalismo de buldogues. Chegou a sua hora, amigo leitor.
DR EM COMUNICAÇÃO, PROF DE ÉTICA E DIR DO MASTER EM JORNALISMO
E-MAIL: DIFRANCO@IICS.ORG.BR
http://www.estadao.com.br/opiniao/
Conclamo os leitores do blog para acompanhar com frequencia o link acima. Lá eles não tem medo de se expor e trazer novidades que todos sabem, porém poucos escrevem, ou tem a coragem de escrever.
Se juiz tem de estudar, oque dizer do vavá?
Eu não sei se essa Juíza (Vânia) protegia o Vavá, mas ela atuou em Ponta Grossa/PR um bom período, isso eu afirmo com certeza....se for, esse Vavá tem uma sorte, hein? Mas, certamente vai haver rodizio entre esses Juízes...
esse é uma topeira, pronto eu disse, ahhh....e, não so ele,.....tem designado por ai que se esconde dos advogados.....não sabe responder as perguntas dos advogados, quando chega algum ele chama o juramentado pra salvar sua ignorancia, afinal ninguém é ferro.....arrecadar e, ainda ter que responder questionamentos seria pedir demais, não é pilantra???
ai já é querer demais......srsr
O que é um juramentado? Alguém me explica? Onde está a previsão para a a existência do juramentado?? Quem inventou este tal de "escrevente juramentado", "empregado juramentado"? Esse PR me mata de vergonha...
Essa de juramentado também eu não engulo, mas é a mesma coisa que "serventuário", "agente delegado" (essa é feia)... E o cara que ficou no lugar do Vavá no Pinheirinho, ele copiou até o carimbo dele, com aquela coisa linda que o Vavá colocava: "Tabelião designado!!!". Assim mesmo, com exclamação! Melhor designado!!!! do que concursado!!! Ahaha
POIS, EU TE DIGO,MARINHO, UM PILANTRA QUE A CORJA ENVIOU PRA ARRECADAR EMOLUMENTOS PRA CAIXINHA DO TJPR!AQUELE QUE É O SALAMINHO DAS SERVENTIAS JUDICIAIS,APADRINHADO DO TELMO!
AGORA ESTÁ DISPENSANDO ANTIGOS FUNCIONÁRIOS, COMPETENTES E, CONTRATANDO "PIAZADA", É QUE TÁ PRA SAIR, PORQUE A SERVENTIA VAI SER ESTATIZADA,ENTÃO TÁ QUERENDO SALARIOS BAIXOS PARA ARRECADAR MAIS, AFINAL, COM A INSTALAÇÃO DE MAIS UMA VARA CIVEL FICOU SEM A MAMATA....EM QUE PESE TER IDO PEDIR AO DISTRIBUIDOR PARA FRAUDAR A DISTRIBUIÇÃO, QUE É DOIS PRA NOVA VARA E UM PRA ANTIGA (A DELE), QUIS TROCAR AS BOLAS MAS , NÃO SE DEU BEM!!
O "JURAMENTADO", É O TAL QUE SALVA A PATRIA DA CRIATURA, QUE É UMA ANTA, NÃO SABE SEPARAR ALHOS DE BUGALHOS!
MAS NÃO SE PREOCUPA PORQUE SABE QUE NUNCA VAI SER APENADO, POIS, A CORJA TÁ LÁ EM CIMA SEGURANDO A SUA ONDA, SENÃO NÃO TEM CAIXINHA, NÃO É?
É AQUELE QUE OS JUIZOTES DE COLOMBO ESTÃO SEGURANDO A BARRA PRA NÃO PROCESSAR, SENAÕ VAÕ SE DAR MAL COM A CÚPULA.
É.....O CASO DA SINDICÂNCIA QUE TEVE SUA "INSTRUÇÃO", COM TODOS OS FUNCIONÁRIOS DA SERVENTIA, AO MESMO TEMPO, DEPONDO..... DENTRO DA SALA DE AUDIÊNCIA, ALGUÉM AÍ JÁ VIU ISSO?
AQUELE CASO DAS VENDAS DE INFORMAÇÕES DE PROCESSOS, O FUNCIONÁRIO VENDIA INFORMAÇÕES, PARA OS PROCESSADOS, EM TROCA, SUMIRIA COM OS AUTOS, GENTE FINA, MINHA GENTE!
ESTAVA TUDO NA MESMA, MAS HOJE TEM UM DESPACHO NO CNJ PRA QUE A CORREGEDORIA SE EXPLIQUE À ESSE RESPEITO!
OS JUIZES DA COMARCA DE COLOMBO, DISSERAM QUE A TAL SINDICÂNCIA ENCONTRAVA-SE CONCLUIDA LÁ EM FINS DE NOVEMBRO DE 2010, MAS ATÉ AGORA NÃO FOI ENVIADA PARA A CORREGEDORA DE JUSTIÇA.....A TIA VAI DAR UM JEITO NÃO TIA?
dona regina você por acaso irá comparecer em curitiba, quando cnj baixar, para moralizar de vez aqui, o Estado Paraná.
Ao anonimo das 14:07 horas-
Prezado colaborador, o designado que ficou no Pinheirinho no lugar de Vavazinho é aquele que por direito e na forma legal sempre deveria ter ficado, até que fosse feita abertura de concurso ,pois a designação se deu em decorrência da vacância do Cartório por falecimento do antigo titular. E saiba ainda que este senhor, de nome Airton sofreu todas as humilhações e perseguições possiveis por parte de Vavá,inclusive desmandos de toda a ordem e conseguiu juntar forças para perseverar até conseguir (via judicial)sua portaria nomeando-o substituto legal. E que o mesmo pode e deve colocar quantas exclamações quiser e desejar após seu titulo nos carimbos, pois ainda causa espanto (infelizmente) que neste caso a justiça tardou,mas não falhou. Então as exclamações na situação de Vvazinho possuem nítidas diferenças. Para Vavazinho é a prepotência, o tráfico de influências e o dinheiro fácil prevalecendo, e para Airton, a vitória muito que merecida em uma batalha judicial que envolvia um simples "empregado de cartório" e aquele cuja alcunha era "o rei dos cartórios do Brasil", conforme já foi citado neste blog.
E mais uma vez,meu apoio aqui a Airton, e meus cumprimentos pela sua coragem e determinação!!!
!!! !!! !!!
E, já que estamos falando de Vavazinho, vamos lembrar também do designado de Barreiro.
Brincamos com o nome do Cartório de Barreiro, cujo Titular (através de falcatruas) consta como sendo Vavazinho.
Ocorre que, naquele Cartório o Designado também é pessoa extremamente idonea, que não tem nem nunca teve qualquer conchavo com Vavazinho,muitopelo contrário, também demonstrou coragem e profissionalismo denunciando ao TJ-Pr., que Vavazinho com seu pai o pressionava para subscrever livros com datas retroativas........Denúncia esta que não sei o que deu.
Até que alguém aí poderia verificar, não? Quem sabe ainda serve de assento para algum bumbum rechunchudo dos nossos desembargas?
Aliás, que usa processos como assento são os desembargas de bumbuns rechunchudos,pois devem colocar as caixinhas dentro das cuecas, e por este motivo sentar em cima de alguns processos. Estou errado?
E voltando a Bareiro,é um Cartório organizado e eficiente localizado no bairro dos Françasem Ortigueria, isto porque Vavazinho efetivamente nunca atuou lá! Senão certamente este cartório nãomais poderia ser qualificado comoético e idoneo!
Então participantes, não vamos confundir alhos com bugalhos......Vavazinho é uma coisa, e os designados do Pinheirinho e de Barreiro outra coisa. Já de Ponta Grossa (os registros de imóveis de Vavazinho)prefiro nem falar......quem já usou os serviços de lá que relate.....
A briga do sr. Airton terminou há mais de 6 meses? Só pra saber!!! Será que ele tem interesse na realização de concurso ou ele quer continuar como designado (!!!)?
Na verdade eu acho que o Sr. Airton!!! é tão aproveitador quanto o o Vavá, já foi ate o STF pra tentar ficar com o Pinheirinho sem o devido concurso (MS n. 29.725)!!! Ladrão xingado por ladrão e ainda acha que tem direitos (!!!).
MARIA BONITA
VOCE NÃO SABE DIZER QUAL O CARTÓRIO QUE A FILHA DO HERMAS GANHOU EM SEU MANDADO DE SEGURANÇA JULGADO PELO ORGÃO ESPECIAL? SERÁ QUE É ALGUM DOS RI NOVOS DE CURITIBA?
Ao anônimo das 00:34 horas-
Prezado participante notivago do blog:
Faz-se necessária a designação de alguém na vacância de uma serventia até a abertura de concurso. Então o que eu defendo é que seja designado o antigo substituto legal do Titular, e não paraquedistas apadrinhados tais como Alvinho, Marcelinho Silvério,Mônica, só para exemplificar designações ao arrepio da Lei e em favor de interesses escusos na questão de Tabelionatos de Curitiba. Já passaram-se mais de seis meses na nomeação de Airton sim, porém o Pinheirinho não é o único Cartório que não foi para concurso, visto que, em nosso Estado todos os concursos para investidura em Cartório estão em atraso. E garanto que com Airton lá, o concurso para aquele Cartório vai ser realizado bem antes do que seria se o designado ainda fosse o Vavazinho.
Como o colega deve estar repondo no momento seu horário de sono noturno perdido,sonhe com anjos, e sonhe também com a breve realização de concursos em nosso Estado, e receba votos de que este último sonho se concretize em breve.
E participe sempre, e cobre a realização não só deste,mas de todos os demais concursos que se façam necessários para a moralidade em nosso Estado.
Saudações!!!
Tia, infelizmente estive presente nas reuniões que deram origem ao disque anoreg, cujo número de telefone afixado é obrigatório para reclamações sobre serviços de cartórios,e lembro-me perfeitamente que este serviço foi instituido para evitar que os usuários procurassem orgãos de defesa do consumidor , na época o temido Procon que estava no auge. Denúncias para o Judiciário, na época não aterrorizavam seus criadores (será que a vovozinha da tia sabe porque?) visto que geralmente acabavam arquivadas ou prescritas. Por isto é que de um lado sou extremanente a favor da criação da Ouvidoria,mas vamos ter que fiscalizar como serão processadas as denuncias, em que prazo, e quais asmedidas cabiveis para a elucidação dos fatos, e a absolvição ou aplicação de pena a quem deu causa a irregularidades.
Afinal alguém pode citar aqui um caso concreto de algum agente delegado que foi penalizado através de denuncia de irregularidade comprovada pela Anoreg? Aposto um pastel requentado de boteco que não, isto para não ser aético de me apropriar de valores maiores provenientes de ganho certo desta aposta. Os representantes da própria Anoreg mesmo confirmam em reuniões que este sistema de não levar adiante reclamações ainda persistem até os dias de hoje, sinal de que a idéia de cercear direitos do consumidor/ usuário de serviços, deu certo na pratica!
Aliás,me veio uma idéia aqui, será que este sistema de reclamações não deveria ser auditado externamente?Alguém sabe se é possível e como proceder? Em caso positivo, favor informar aqui, e melhor ainda, se desejar ser voluntário para a condução da efetiva auditoria. Ganha o consumidor/usuário, ganham os titulares de cartórios que trabalham corretamente e desta forma nada tem a temer e implantasse a moralidade em mais um serviço correlato ao judiciário!
Estava repondo sono nao, o comentário de 9:42 era meu também! Durmo pouco, trabalho muito e falo poucas e boas! E sobre o concurso, pelas atitudes dele nao deveria haver concurso... Isso e fato!
Esse juiz ouvidor substituto Antonio Franco Ferreira da Costa Neto é um VAGABUNDO !!!!!
Eu concordo que o Sr. Airton é bom caráter....ele apenas CUMPRIU O QUE A LEI PERMITE....já o Vavá usou de artifícios e meios ardis e fraudulentos para ingressar no Pinheirinho, pois, nos termos da Lei 8935/1994 ele NÃO teria direito de ser designado lá NEM POR UM DIA!!! Já o Sr. Airton trabalhou lá, por mais de 30 anos e quando o Cartório fica vago, PELA LEI, OU SEJA, NOS TERMOS LEGAIS, quem tem que assumir, em razão da vacância É O ESCREVENTE SUBSTITUTO MAIS ANTIGO, como era o caso dele (do Sr. Airton). Então, prestem atenção...uma coisa o Vavá psicopata manipulador do Poder Judiciário Estadual, outra coisa o Sr. Airton exigir o cumprimento da lei, a qual existe para todos nós, seja para nos beneficiar ou não e,no caso, a lei favorecia o Sr. Airton. Trata-se de mero exercício regular de um direito pelo Sr. Airton...Já no caso do Vavá, trata-se de tráfico de influência, psicopatia, manipulação etc...
antes de qualquer coisa se espera que um agnte delegado saiba a língua pátria.
A denúncia contra o psicopata no caso do cartório de barreira, em Ortigueira, foi arquivada pelo des. Tadeu marino,, dizendo que nada encontrou de irregular nas duas partes. O que acham?
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