| O DESEMBARGADOR CONDENADO PELO STF DO PELUSÃO É O QUÊ? SANTO OU BANDIDO TOGADO????? 2ª Turma mantém condenação de ex-desembargador por corrupção passiva A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, nesta terça-feira (27), Habeas Corpus (HC 99829) proposto em favor do ex-desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) P.T.C., condenado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a três anos de reclusão em regime aberto pela prática de corrupção passiva. Em decisão unânime, os ministros seguiram o voto do relator do HC, ministro Gilmar Mendes, que negou o pedido, mantendo a decisão do STJ. Para Gilmar Mendes “a jurisprudência do STF é farta no sentido de que o HC não é a via processual adequada para discussão de fatos e provas contrastadas sob o crivo do contraditório das instâncias originárias”. Na ação, a defesa pedia a desconstituição da decisão do STJ e o trancamento da ação penal, argumentando a existência de vícios na condução do processo e a nulidade das provas. “O HC não se presta à revisão criminal substitutiva de apelação ou recurso prevista em lei”. Segundo o relator, a defesa pretendia valer-se do HC “com fins revisionais e protelatórios”. A Turma tampouco acolheu o pedido liminar para que P.T.C., que está afastado da magistratura há sete anos em decorrência da denúncia, fosse reintegrado às suas funções no TRF-3, até o trânsito em julgado da ação condenatória. Para Gilmar Mendes, “a perda do cargo decorre de efeito extra penal da decisão condenatória”. P.T.C. foi condenado no STJ a três anos em regime aberto e à perda do cargo, por ter praticado ato de ofício quando desembargador do TRF-3, mediante promessa de vantagem. Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), ao retardar a concessão de efeito suspensivo a uma decisão de primeira instância, o desembargador teria favorecido uma instituição financeira a receber R$ 150 milhões em compensação de créditos por parte de outro banco que estava em processo de liquidação. Em contrapartida, o advogado da instituição beneficiada teria realizado empréstimo à empresa imobiliária da qual o acusado era o principal sócio. P.T.C. é acusado ainda de ter manipulado a distribuição do processo no TRF-3. No HC, a defesa argumentava que o ex-desembargador não proferiu nenhuma decisão favorável à instituição financeira em questão. Além disso, alegava que no acórdão do STJ falta correlação entre o ato da acusação e a sentença condenatória. Na instrução do processo, a defesa aponta ainda uma série de vícios – como suposta existência de provas ilícitas, violação do princípio do juiz natural, inépcia inicial, nulidade das provas coletadas pelo Ministério Público, substituição de testemunhas no decorrer do processo, entre outros – todos eles afastados pelo relator do HC. |
Esse Desembargador condenado por corrupção não usava TOGA? Usava, sim!!!
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5 comentários:
Tia RÊ- Nenhuma novidade em Brasília até agora? Sabe informar sobre Corregedora e Presidente do CNJ? Teve votação sobre as atribuições do CNJ?
Estou na torcida para que não sejam tolhidas as atuais atribuições daquele órgão.
E quero parabenizar aqui as atitudes da Corregedora , bem como seu pronunciamento!
Ação que reduz poderes do CNJ não será julgada nesta quarta-feira.
Relator, ministro Marco Aurélio Mello, disse que "não há clima" para julgar o caso e nova data não foi anunciada. Expectativa é que seis ministros votem pela redução dos poderes de investigação de juízes.
28/09/2011 | 18:12 |
AGÊNCIA O GLOBO
O Supremo Tribunal Federal (STF) não vai mais julgar nesta quarta-feira (28) a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) proposta pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) para tirar do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o poder de punir juízes por má conduta.
Em intervalo na sessão desta quarta-feira, o relator, Marco Aurélio de Mello, disse que não havia clima para julgar o caso.
O tema, polêmico, já causou atritos entre a corregedora do CNJ, Eliana Calmon, e o ministro Cezar Peluso, que acumula as funções de presidente do STF e do CNJ.
Em entrevista, a corregedora disse que há bandidos de toga, o que provocou a reação de Peluso e da AMB.
Em nota divulgada na terça-feira (27), o presidente do Supremo repudiou as declarações de Eliana Calmon.
A expectativa é que seis ministros concordem com a AMB: o presidente Cezar Peluso, o relator Marco Aurélio Mello, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e José Antonio Toffoli.
A favor da manutenção dos poderes do CNJ estariam Carlos Ayres Britto e Gilmar Mendes.
Joaquim Barbosa concorda com a última tese, mas não deve participar da sessão por motivos de saúde.
A opinião de Cármen Lúcia ainda é um mistério.
QUANTOS DESTES SAO DO PARANA....
Ao menos 35 desembargadores são acusados de cometer crimes e podem ser beneficiados caso o STF (Supremo Tribunal Federal) decida restringir os poderes de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), informa reportagem de Flávio Ferreira, publicada na Folha desta quinta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Senador do DEM apresenta proposta que reforça poder do CNJ
Ministro do STF diz que corregedora 'não merece excomunhão'
Impedir atuação do CNJ será prejudicial para o país, diz AGU
Após polêmica, Peluso e Calmon são convidados pelo Senado
CNJ classifica como 'levianas' declarações de sua corregedora
Os desembargadores são juízes responsáveis por analisar os recursos contra sentenças nos tribunais de Justiça. Formam a cúpula do Judiciário nos Estados.
O Judiciário foi palco de uma guerra esta semana após declaração da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, de que o Poder sofre com a presença de "bandidos escondidos atrás da toga".
A corregedora tenta evitar que o Supremo restrinja a capacidade de investigação do CNJ ao julgar uma ação proposta pela AMB (Associação dos Magistrados do Brasil).
O QUE O PELUSO, MARCO AURÉLIO, CELSO DE MELO QUEREM É BLINDAR O JUDICIÁRIO DE NOVO, FECHAR A PODRE CAIXA PRETA DOS DESEMBARGADORES E JUIZES SAFADOS, ESTOU FALANDO DOS SAFADOS E NÃO DOS ÍNTEGROS E ÉTICOS COMO SÃO A MAIORIA.
PENSO QUE O PELUSO ESTÁ TENTANDO ESCONDER COISAS SÉRIAS DEMAIS E PORQUE ELES QUEREM ESCONDER.....CADÊ A TÃO CANTADA TRANSPARÊNCIA??????
Em reportagem de Marcelo Auler, o diário “Lance!” de hoje revela que a CBF está patrocinando um torneio de futebol entre juízes federais espalhados pelo país na Granja Comary, com tudo pago pela entidade.
A reportagem mostra um e-mail de um juiz federal, Wilson Witzel, que é diretor de esportes da AJUFE (Associação dos Juízes Federais) convidando seus pares para o evento que será realizado nos dias 11, 12 e 13 de novembro. Witzel está lotado na 2a. Vara de Execuções Fiscais de São João do Meriti, na Baixada Fluminense.
Não é a primeira vez que a CBF faz gentilezas a magistrados, porque ficaram famosos os vôos da alegria por ela promovidos nas Copas do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, e em 1998, na França, quando até desembargadores da Justiça do Rio de Janeiro, com suas mulheres, foram convidados da CBF em hotéis cinco estrelas.
A Corregedoria do Tribunal de Justiça fluminense chegou a se manifestar a respeito, não vendo, no entanto, nenhum problema ético ou de conflito de interesses, embora viva julgando casos que envolvem não só a CBF como, principalmente, seu presidente.
Como lembra o diário “Lance!”, Ricardo Teixeira já foi condenado, em agosto de 2000, a seis anos de reclusão por prestar informações falsas às autoridades fazendárias, mas a sentença ficou por tanto tempo para ser decidida no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que, quando foi, o crime já estava prescrito e ele se livrou da condenação.
A grave denúncia do “Lance!” surge exatamente quando o STF (Supremo Tribunal Federal) avalia a competência do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para julgar magistrados.
A decisão deveria ter saído ontem, mas foi adiada, exatamente porque a opinião pública manifestou sua indignação com a ameaça de limites ao necessário contrôle externo da magistratura.
Tudo porque, corajosa, a corregedora-geral da Justiça, Eliana Calmon, referiu-se à “infiltração de bandidos escondidos atrás da toga”.
Ao que tudo indica, há também alguns que calçam chuteiras, aproveitam-se de mordomias comprometedoras e não estão nem aí para as mulheres de César, que além de ser devem parecer honestas.
por Juca Kfouri às 11:10 - É PRÁ CABÁ!!! - É POR ISSO QUE DESEJAM CASSAR OS PODERES DO CNJ. NADA MAIS QUE ISSO.
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