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Anônimo disse...

Regina, pelo que vi e soube voce está bem cansada, não é?
Soube que voce está querendo fechar o blog?
eu penso que voce já deu muito devoce pra esse Paraná, e para os interessados em moralização do "Podre Judiciário" como diz voce mesmo!
Minha querida, se voce cansou tá mais do que na hora de se cuidar e, cuidar das suas coisas, deixe o restante dessa luta para os regulares, que eles tomem isso daqui pra frente.
Sei de regulares recem empossados que já estão sendo perseguidos pela corja podre, eles é que se virem minha amiga!
Afinal, voce já fez a sua parte!
Eu, que te conheço muito bem, sei que deixa de fazer coisas importantes pra voce e pra sua familia para atender o blog, e pra buscar atendimento nas suas denuncias no CNJ!
Não acha que já fez muito? Cuidar de coisas que já não te trazem mais nada!
O motivo de sua luta já não mais se encontra entre nós, esta bem melhor do que nos..
Minha amiga acho que voce já lutou muito por pessoas que sequer conhece, não?
Sei que teve uma perda na sua familia, recentemente e, foi em viagem rapidamente so pra não deixar cair a peteca, pergunto, pra que?
Pra que gastar seu tempo, pra gastar sua energia, pra que deixar de atender sua familia pra buscar a JUSTIÇA pra pessoas estranhas?
Tenho visto suas dificuldades, porque é sozinha,ainda tem que investir, trabalhar pra custear internet para manter esse blog!
Acho que está bem na hora de outras pessoas tratarem disso, pense nisso!Tá bem na hora de voce descansar! Até, e, obrigado por toda sua luta!
Áh...é pra publicar,esse post....viu?

08 Setembro, 2011 20:47

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19 comentários:

Anônimo disse...

Embora a tua luta tenha sido muito grande, com sacrifício de tua vida pessoal e de tuas horas de lazer, entendo que a tua luta só irá acabar quando voce tiver o resultado final pelo que tanto lutou. Somente quando saírem os concursos de todos os cartórios no Paraná,e quando todos os corruptos desta área forem expugados, voltando para suas origens, acho que voce pode dizer: Venci, minha missão etá cumprida. Não desanime, não desista porque todos precisamos de voce,de tua força, tua alegria, teu senso crítico, e , principalmente, de tua coragem.

Anônimo disse...

Tia, o que está acontecendo, se a gente puder ajudar,mas a tia naõ pode nos abandonar se fizer isso a corja vai deitar e rolar em cima da gente.
Tia,o que ta acontecendo, queremos ajudar, fala aí.

Anônimo disse...

isso é verdade,tem uma escrivã que esta sendo presionada dia e noite, não sei oporque, mas sei que é algo so pra prejudicar,nem assim tão importante, e pior ela é regular entrou logo agora, eu acho que tão querendo acertar alguma coisa!!!

eles não deixam a pobre em paz, resolveram que vão pegar algo e, estão pegando pesado!

porque que é que eles não vão ver o Name do primeiro de protestos, aquele que voce tirou a mulher dele, dona maria, que em troca de uns miudos a mais dá um prazinho maior?porque?

Anônimo disse...

Olá colega anônimo das 14-48 horas-

Voce poderia fazer a gentileza de enviar a este blog o nome da Escrivã, bem como o ou os nomes dos seus inquisidores, digo, superiores que a estão pressionando.
É que eu já reparei que quando situações assim conseguem tornarem-se públicas e notórias os inquisidores, digo, superiores mudam o comportamento, pois entendem que o medo foi perdido e desta forma fica mais difícil tocar o terror, como se fala na gíria.

Anônimo disse...

Maria Bonita, por favor,. continua....vamos acabar com a raça do maldoso Alvaro de Quadros Neto, vulgarmente conhecido por "Vavá psicopata", o filho do Maneco Risadinha...hahaha para eles!!! O seu trabalho é árduo, mas tem resultados e é reconhecido!!! Você é muito importante para nós, anônimos, pois você é nosso instrumento de Justiça!!!

bento disse...

eu também acho que a senhora deve fechar de uma vez este blog.
regina

Anônimo disse...

não tenho autorização dela pra informar, até porque ai é que eles vão cair de pau,...mas quem são voce já sabe,são os juizes corregedores dos extrajudiciais aqueles que se encarregam de arrumar lugares para os seus designados e, pra arrecadar pedagios pr corja, eles estão em todas as gestões são os que fazem a ligação entre uma e outra, .......são eles quem "arrumam as irregularidades", do tipo causar dificuldades pra vender facilidades,.....não vou poder desenhar...!por isso se a tia parar os mesmo regulares que se cuidem, sobretudo porque porque desconhecem o modus operandi da corja!

Anônimo disse...

O PESSOAL DO TJ TÁ DOIDINHO PRA VOCE FECHAR O BLOG VIU, DONA MARIA! ATÉ COMPARECEM POR AI.DAÍ QUE PRA ELES VAI SER MOLEZA NÃO TER QUE SEGURAR A ONDA QUANDO A SENHORA PEGAVA NO PÉ DELES LÁ NO CNJ.

Anônimo disse...

Tia Rê-
As pesoas que acham que este blog deve ser encerrado certamente não acompanharam a trajetória dele, e não tem noção da importância que teve e tem na historia de nosso Estado.
Graças a este blog foram conseguidas muitas mudanças benéficas a população em geral, pois já diminuiu (não totalmente, claro) o poderio de um grupo seleto que agia ao arrepio da lei e sempre em proveito próprio.
Até concordo que a dia diminua suas atividades por um determinado tempo, mas lembre-se que é aqui que os que não vez nem voz são representados.
A Tia tornou-se sem querer a representante de todos nós,cidadãos comuns que querem ver a verdadeira justiça triunfar em nosso Estado.
E aqueles que escrevem que são a favor do término do blog, deixo aqui a seguinte indagação:
- Voces voluntariamente conseguem substituir a nossa valorosa Tia Rê em suas atividades?
É para refletirmos.........
Porém, o que os participantes deste blog podem e devem fazer é entrar em contato com a tia, através do e-mail privado ou do celular, e se oferecerem, dentro de suas possibilidades e habilidades, para auxiliar, afinal não deve ser fácil para a tia pesquisar, elaborar denúncias fundamentadas, requerer, etc.
E penso eu que toda a colaboração será bem vinda, pois a união faz a força!

Anônimo disse...

Ao colaborador das 09-59-
Prezado colega:
Sei que dá muito medo expor uma situação pessoal neste blog, até mesmo porque já fiz isto.
Mas,com minha experiência de quem passou e passa pelos mesmos problemas da senhora ou senhorita que não teve seu nome divulgado, faço a sugestão de que tudo seja relatado aqui,pois desta forma serão muito mais pessoas a pressionar o Juiz com referência a atitudes prepotentes, descabidas e parciais.
E lembro aqui, que no Judiciário felizmente também existem membros íntegros que possuem influência,altos cargos e que participam ativamente deste blog,mesmo não se identificando pra todos, e que se souberem dos fatos, mesmo que resumidos com certeza vão se interar dos mesmos, e procurar soluções para que todos sejam tratados da mesma forma por estes juizotes.
Afinal juizote é assim mesmo, gostam de se mostrarem muito machos, perseguindo mulheres, e cada juizote escolhe a sua vítima, claro que com a intenção de afastá-la de suas atividades e então designar um laranjão paraquedista da corja para ficar no cartório, e rachar a renda.
E o Cartório da perseguida , até sua posse, serviu para instalar substitutos vindos sabe-se lá de onde, e sabe-se lá como designado.
A perseguição que vitimiza esta mulher é decorrente de sua participação em entidade de classe que vai contra a maioria dos irregulares, bem como porque alguns dos antigos beneficiados já devem estar sentindo falta do dinheirinho fácil que entrava todo mês, com o antigo designado.
Fala a esta agente delegada para ela nada temer. Ela é inteligente, determinada e não demonstra medo de enfrentamentos. E talvez a corja não pensou (eles não pensam muito) que por trás desta mulher bonita certamente tem um marido digno, mas que tudo fará para defendê-la.
Juizote, se eu fosse voce parava com esta perseguição.
Não esqueça que sua vítima tem bastante conhecimento e escolaridade e poderá no futuro se sair do Cartório estar empregada e bem, já no dia seguinte. E que ela possui outras fontes de rendimentos que poderão permitir até que seja dona de casa se desejar.
E o senhor Juizote? Se perder a mamata e a função vai fazer o que da vida? Ou se for transferido para uma outra vara, a que estiver mais cheia de problemas, será que lhe agradará? Tudo isto pode acontecer...
E o senhor juizote?

Anônimo disse...

Ao colaborador das 09:59 horas.
Esta nova geração que esta ingressando através de concurso público, nas provas já provaram competência, assim sendo não lhes será dificil descobrir o modus operandis da corja, se é que já não descobriram.
Só que a corja não pensou que como eles são concursados, nada devem de favor para ninguém e assim sendo tem muito mais autonomia e liberdade para ingressar com ações judiciais em casos de perseguições ou tratamento diferenciado por parte de seus corregedores.
E mais, quem não deve não teme!
E esta meninada nova está bem organizada, pois a maioria já participou ou participa de associações de concurseiros, novos concursados, etc.
Por isto é que a corja reluta tanto em efetuar novo concursão aqui no Paraná, pois os novos,mesmo com perseguições e abusos, já tem uma mentalidade diferente, e não se sujeitará a comprar facilidades, por certo preferindo através do profissionalismo e dos meios legais evitar o assédio dos dificultores retrógrados.
E mais juizinhos, juizotes e desembargas que são corruptos, perseguição hoje pode dar indenização por danos morais, dentre outras coisitas.......Os tempos mudam......Aproveitem enquanto podem a caixinha dos irregulares, e vão começando a cortar despesas superfulas, pois com a saida destes irregulares acabarão consequentemente os pedágios.......

Anônimo disse...

MARIA BONITA

VOCE PODERIA FICAR ATÉ DEZEMBRO DE 2012, QUANDO O PELUSO SE APOSENTA

Anônimo disse...

JUDICIÁRIO
Até conselheiro do CNJ questiona órgão
Proposta interna prevê que o Conselho Nacional de Justiça só investigue magistrados quando os tribunais solicitarem. Que espécie de contribuição é esta? Corporativismo e fisiologismo. | http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1167819&tit=Ate-conselheiro-do-CNJ-questiona-orgao

Anônimo disse...

Por este e outros motivos é que este blog ainda não pode ser encerrado...

Vejam estas Pérolas do Judiciário -

Até conselheiro do CNJ questiona órgão.
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Proposta interna prevê que o Conselho Nacional de Justiça só investigue magistrados quando os tribunais solicitarem.


Supremo ainda não definiu regra
Ainda é cedo para saber qual caminho o Supremo Tribunal Federal (STF) vai tomar a respeito das investigações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra juízes e desembargadores.
Leia a matéria completa que vai transcrita na próxima postagem-
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Extraído do

Jornal Gazeta do Povo - Publicado em 11/09/2011 | CHICO MARÉS

Anônimo disse...

O poder do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para julgar desembargadores e tribunais de Justiça corre o risco de ser reduzido pelos próprios conselheiros. Uma proposta do juiz José Lúcio Munhoz, membro indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), questiona a legitimidade do CNJ para abrir processos contra magistrados. Essa prerrogativa seria apenas do tribunal de origem.

Apesar de essa proposta ter sido enviada aos demais conselheiros ainda no mês passado, é pouco provável que ela seja votada logo. Tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) contestações de decisões disciplinares do CNJ com teor parecido. Por causa disso, os conselheiros devem esperar uma definição do STF antes de tomar qualquer decisão. A reportagem tentou entrar em contato com Munhoz, mas ele não quis dar entrevista. Desde sua instalação, em 2005, o CNJ tem poder para julgar tribunais de Justiça e desembargadores caso encontre irregularidades. Para muitos juristas, isso foi um grande avanço – os tribunais, antes praticamente intocáveis, passaram a ter de responder por suas próprias irregularidades.

Caso a proposta seja aprovada, entretanto, o CNJ só poderia ser acionado pelos próprios tribunais de origem. Ou seja, caso exista uma denúncia de irregularidade contra um desembargador, por exemplo, ela teria de partir do tribunal onde este atua.

Para Vladimir Passos de Frei­­tas, desembargador aposentado da Justiça Federal e ex-assessor da corregedoria do CNJ, a medida vai contra a própria natureza do Conselho, já que ele serve justamente como uma forma de controle externo aos tribunais de Justiça. “Se isso for implantado, vai reduzir e prejudicar a atuação do CNJ em todo o Brasil”, afirma ele, que é professor de Direito Ambiental da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

De acordo com Freitas, a apuração de irregularidades, na maioria das vezes, é inviável no mesmo órgão em que o juiz trabalha. “As punições seriam mais difíceis, por conta da política interna de cada tribunal”, comenta.

O presidente da Associação Paranaense dos Juízes Federais (Apajufe), Anderson Furlan, reforça que a medida seria um retrocesso para o órgão. “Só têm a ganhar com isso os tribunais que praticam desvios e juízes que cometem irregularidades”, comenta. “Não faz nenhum sentido alguém que está sendo prejudicado por um determinado tribunal ter que esperar que esse mesmo tribunal se manifeste antes de a pessoa ir ao CNJ”.

Quando necessário

Opinião diferente tem o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ), o desembargador Miguel Kfouri Neto. Ele afirma que a mudança estaria de acordo com a Constituição, uma vez que ela prevê que o CNJ tenha competências supletivas ao dos tribunais. “O CNJ deve intervir somente quando há necessidade. Se o assunto está sendo apurado de forma adequada dentro de um tribunal, não há motivo para o CNJ intervir”, observa. “O tribunal tem de ter autonomia, a questão precisa ser vista também por esse enfoque”.

Kfouri também refuta a tese de que os desembargadores seriam corporativistas com seus colegas. “Ninguém quer impunidade, nós temos uma carreira na magistratura e não podemos arriscá-la por causa de um colega”, comenta.

Anônimo disse...

CNJ---


O poder do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para julgar desembargadores e tribunais de Justiça corre o risco de ser reduzido pelos próprios conselheiros. Uma proposta do juiz José Lúcio Munhoz, membro indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), questiona a legitimidade do CNJ para abrir processos contra magistrados. Essa prerrogativa seria apenas do tribunal de origem.

Apesar de essa proposta ter sido enviada aos demais conselheiros ainda no mês passado, é pouco provável que ela seja votada logo. Tramitam

no Supremo Tribunal Federal (STF) contestações de decisões disciplinares do CNJ com teor parecido. Por causa disso, os conselheiros devem esperar uma definição do STF antes de tomar qualquer decisão. A reportagem tentou entrar em contato com Munhoz, mas ele não quis dar entrevista.
Desde sua instalação, em 2005, o CNJ tem poder para julgar tribunais de Justiça e desembargadores caso encontre irregularidades. Para muitos juristas, isso foi um grande avanço – os tribunais, antes praticamente intocáveis, passaram a ter de responder por suas próprias irregularidades.
Caso a proposta seja aprovada, entretanto, o CNJ só poderia ser acionado pelos próprios tribunais de origem. Ou seja, caso exista uma denúncia de irregularidade contra um desembargador, por exemplo, ela teria de partir do tribunal onde este atua.


segue-

Anônimo disse...

segue-

Para Vladimir Passos de Frei¬¬tas, desembargador aposentado da Justiça Federal e ex-assessor da corregedoria do CNJ, a medida vai contra a própria natureza do Conselho, já que ele serve justamente como uma forma de controle externo aos tribunais de Justiça. “Se isso for implantado, vai reduzir e prejudicar a atuação do CNJ em todo o Brasil”, afirma ele, que é professor de Direito Ambiental da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).
De acordo com Freitas, a apuração de irregularidades, na maioria das vezes, é inviável no mesmo órgão em que o juiz trabalha. “As punições seriam mais difíceis, por conta da política interna de cada tribunal”, comenta.
O presidente da Associação Paranaense dos Juízes Federais (Apajufe), Anderson Furlan, reforça que a medida seria um retrocesso para o órgão. “Só têm a ganhar com isso os tribunais que praticam desvios e juízes que cometem irregularidades”, comenta. “Não faz nenhum sentido alguém que está sendo prejudicado por um determinado tribunal ter que esperar que esse mesmo tribunal se manifeste antes de a pessoa ir ao CNJ”
segue-

Anônimo disse...

E agora leiam o posicionamento vergonhoso do Presidente do TJ-Pr:
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Opinião diferente tem o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ), o desembargador Miguel Kfouri Neto. Ele afirma que a mudança estaria de acordo com a Constituição, uma vez que ela prevê que o CNJ tenha competências supletivas ao dos tribunais. “O CNJ deve intervir somente quando há necessidade. Se o assunto está sendo apurado de forma adequada dentro de um tribunal, não há motivo para o CNJ intervir”, observa. “O tribunal tem de ter autonomia, a questão precisa ser vista também por esse enfoque”.
Kfouri também refuta a tese de que os desembargadores seriam corporativistas com seus colegas. “Ninguém quer impunidade, nós temos uma carreira na magistratura e não podemos arriscá-la por causa de um colega”,
Se o assunto está sendo apurado de forma adequada dentro de um tribunal, não há motivo para o CNJ intervir.” Miguel Kfouri Neto, presidente do TJ-PR
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Anônimo disse...

Ao menos ainda temos pessoas sensatas fazendo parte do Judiciário:
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“Só têm a ganhar com isso os tribunais que praticam desvios e juízes que cometem irregularidades.” Anderson Furlan, presidente da Apajufe.
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“Hoje o Judiciário está se profissionalizando, pois o CNJ impõe metas e balizas para seus procedimentos. Quando há metas, toda a sociedade sai ganhando”, afirma o presidente da Apajufe, Anderson Furlan.
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Ainda é cedo para saber qual caminho o Supremo Tribunal Federal (STF) vai tomar a respeito das investigações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra juízes e desembargadores.
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-Atuação
Metas agilizam decisões
Criado em 2005, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) serve como instrumento de controle administrativo do Poder Judiciário em todo o Brasil. O órgão tem 15 cadeiras, divididas entre juízes, desembargadores, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e juristas. O presidente do STF é quem preside o órgão – atualmente, o titular é o ministro Cezar Peluso.
Além da função de fiscalizar o Poder Judiciário, o CNJ também tem a função de unificar as ações administrativas dos tribunais do país, ampliar a transparência e agilizar os processos em todas as esferas da Justiça. “A mudança foi brutal. Antes, cada tribunal era uma ilha isolada, com suas práticas próprias. Hoje, o CNJ contribui para que todo o poder judiciário tenha boas práticas administrativas”, comenta Vladimir Passos de Freitas, ex-assessor da corregedoria do CNJ.