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Presos Abib Miguel, José Ary Nassiff e Cláudio Marques da Silva…………..não está faltando um tal Ayrton nessa lista? Afinal, emprestava o nome para outro figurão agiotar…e hoje é uma das raposas que cuidam das “coisas na ALEP”….dá prá pedir quebra de sigilo bancário e de bens do Ayrton???

O diretor-geral Abib Miguel não foi algemado (Albari Rosa - Agência de Notícias Gazeta do Povo)

Fonte da imagem

Esse Ayrton pode ficar ‘PICOTANDO COISAS NA ALEP” Vamos

abrir os olhos…..tem que ficar atento…..tem outros lá dentro

que o MP está esquecendo….RAPOSA CUIDANDO DE GALINHAS não dá, né Dep. Justus, Alex Curi e Rossoni?

 

11 comentários:

José Fernando Nandé disse...

Até agora só bagrinho! Está faltando, por exemplo, David Campos, ex-diretor de imprensa da casa que guardava jornalistas fantasmas na folha de pagamento, isto sem contar a parentalha ligada ao TJ e MP.

Anônimo disse...

Maria Bonitinha,a JUSTIÇA DIVINA está chegando...a coisa vai mudar para melhor, com muita fé em DEUS tudo vai ser feito na mais clara transparência.

Anônimo disse...

Quem é este Ayrton?

Anônimo disse...

Temos que incentivar os membros do Judiciário que fazem a diferença, e dão o bom exemplo. Aqui vai a história de um magistrado de São Paulo, um homem de bem, que fez e faz a diferença, e portanto merece destaque e aprovação:

Juiz encontra alternativas para acabar com favelas
Autor(es): Zínia Baeta, de Ribeirão Preto (SP)
Valor Econômico - 22/03/2010

São 10h30 da manhã de uma segunda-feira, quase 30 graus em Ribeirão Preto (SP). O juiz João Gandini, titular da 2ª Vara de Fazenda do município, deixa por algumas horas o conforto do ar-condicionado do gabinete e os 34 mil processos sob sua responsabilidade para acompanhar a última etapa do projeto de urbanização de uma das mais antigas favelas da cidade - agora, o bairro Monte Alegre.
No local, não há mais barracos de madeira, mas casas de alvenaria. As 330 famílias que moram no bairro possuem água encanada e energia elétrica. Com a demolição de 90 barracos, os becos deram passagem a ruas, o que permite a coleta semanal de lixo, algo impensável até então.
A urbanização da favela não foi proposta pelo Poder Executivo - apesar de contar com verbas públicas e implementação técnica da Cohab - mas pelo magistrado, que há quatro anos idealizou o projeto Moradia Legal, responsável pelo encaminhamento de 1,7 mil famílias de Ribeirão Preto que vivem em situação precária.
O magistrado passou parte de sua vida no Jardim Ângela, bairro da zona sul da cidade de São Paulo, que já foi considerado um dos mais violentos do país. Filho de um pequeno agricultor de Adolfo, cidade do interior de São Paulo, Gandini mudou-se com a família para a capital quando tinha dez anos. Para ajudar nas despesas de casa, foi catador de papelão e vendedor de sorvete, mas acabou realizando o grande sonho: aos 21 anos, entrou na faculdade do Largo São Francisco. Gandini, que superou inúmeros obstáculos para chegar à magistratura, diz que gosta de solucionar o drama por trás de cada ação. "O processo é frio, um livro onde há um drama humano. O juiz tem que solucionar esse drama e não apenas o processo", diz.
(segue...)

Anônimo disse...

Foi com essa motivação e também inspirado em sua história de vida (leia ao lado) que Gandini saiu muitas vezes do gabinete para buscar uma solução real para os diversos processos de reintegração de posse de áreas do município, que foram invadidas e já possuíam alguma decisão judicial, mas sem resultado efetivo.
O magistrado, acompanhado pelo também juiz Júlio César Dominguez, titular da 1ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão, mobilizou a sociedade para resolver não só os processos que estavam sob sua mesa, mas também para acabar com as 34 favelas da cidade - mapeadas por ele e um fotógrafo, que sobrevoaram o município por 51 minutos em um helicóptero.
Feito isto, Gandini buscou os governos municipal, estadual e federal, Câmara de Vereadores, Ministério Público, empresários, uniu igrejas e contou com muitos voluntários. Montou um grupo dividido por áreas (financeira, jurídica e físico-territorial) - que deu origem ao Moradia Legal - encarregado de fazer um raio-X das favelas, levantar o número de famílias e a situação de cada uma.
"Cada barraco foi numerado e os nomes das famílias registrados", afirma. O resultado do "censo" foi a constatação da existência de 4,5 mil famílias, ou 20 mil pessoas nessas comunidades. Em uma segunda etapa do projeto, foram escolhidos os núcleos que deveriam ter prioridade e, a partir daí, buscou-se recursos para a retirada de famílias de áreas de risco e ainda a urbanização das favelas onde a medida fosse viável.
Foi necessário também propor alterações na legislação do município sobre o uso e ocupação do solo, com a criação de áreas de interesse social - o que permite a concessão de isenções tributárias - e normas que coibissem a construção em áreas irregulares, para evitar o surgimento de novas favelas.
Quatro anos após o início do Moradia Legal, os resultados são animadores. Uma das áreas escolhidas pelo programa está no entorno do aeroporto do município. De lá serão retiradas 720 famílias, das quais 29 já estão instaladas em casas construídas pela prefeitura no bairro Paulo Gomes Romeu. As obras estão sendo custeadas pelo município, Estado e União. Segundo Gandini, R$ 47 milhões são provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal.
As demais 692 moradias, que estão em fase de construção da cobertura, devem ser entregues no máximo até o início de 2011. Para o local de transferência, a infraestrutura já está pronta: há creches, escolas e postos de saúde funcionando.
Outra área cujo projeto já foi finalizado é o núcleo de Monte Alegre, hoje um bairro do município, reconhecido por lei aprovada na Câmara. Para a urbanização, 90 barracos foram derrubados para a abertura de ruas, canalização de água, esgoto, instalação de postes de luz e a construção de três praças. As famílias, cujas casas deixaram de existir, foram transferidas para moradias construídas pela Cohab, distantes cerca de um quilômetro da antiga favela. As moradias são subsidiadas e as famílias pagarão R$ 65,00 por mês, ao longo de dez anos, para a aquisição do bem. As 330 casas que permaneceram no núcleo são de alvenaria.
(segue...)

Anônimo disse...

Segundo Gandini, o programa fechou um acordo com a CPFL Energia, que doou para cada casa do Monte Alegre relógios para a medição de energia, geladeiras, postinhos de iluminação, chuveiro e lâmpadas econômicas. Além disso, toda a reforma elétrica interna foi realizada pela companhia.
O gerente de relações com o poder público da CPFL, Luiz Carlos Valli, afirma que, além do aspecto social da medida - que permitirá aos moradores terem contas de energia e forma de comprovação de endereço - , as adulterações na rede elétrica, conhecidas como gatos, foram solucionadas. O programa de desfavelização do Monte Alegre foi custeado pelo município, com uma verba de R$ 3,8 milhões.
Na favela Faiane, distrito de Bonfim Paulista, a solução para a área de risco veio de uma parceria com a iniciativa privada. Gandini explica que 44 famílias serão retiradas para uma área contígua ao longo dos próximos dois anos. As obras são custeadas por uma construtora, que está implantando um grande empreendimento residencial na região.
Outros dois núcleos também estão com programas em andamento. Em Mangueiras, zona oeste de Ribeirão, as obras para a construção de 384 apartamentos estão em fase de licitação pelo governo estadual. A favela de Várzea, zona norte, possui 530 famílias, e passa por estudos geológico e topográfico. "Cerca de 1.700 famílias estão com a situação resolvida ou encaminhada. Meu objetivo é que não existam mais favelas em Ribeirão em alguns anos", afirma o juiz.

Anônimo disse...

“QUE TAL COMEÇARMOS A SEMANA DE FORMA SALUTAR SEGUINDO AS RECOMENDAÇÕES DE NOEVAL DE QUADROS?”

O cidadão Noeval se preocupa com a sociedade, como demonstra este seu artigo, no qual orienta sobre a importância da correta alimentação.
Espero que, igualmente o Corregedor-Adjunto Noeval, continue a se preocupar com o social e o coletivo ao exercer as atribuições inerentes a seu cargo no Judiciário.
As perpectivas são muitos boas, não?

"" A ARTE DA ALIMENTAÇÃO ""

“A simples refeição é, para o homem, espontâneo ato de fé. Alimentando-se, confia ele nas vísceras abdominais que não vê”
(Emmanuel, Pensamento e Vida, cap.6).
Comer é uma das delícias da vida.
Poucas coisas são tão prazerosas quanto estar à volta de uma mesa, saboreando um lauto banquete ou até mesmo dividindo um naco de pão, principalmente se for na companhia das pessoas de quem gostamos.
Em torno de uma mesa e enquanto se alimentam, as pessoas conversam, discutem questões familiares ou políticas, acertam negócios, trocam amenidades ou decidem o futuro das nações.
No mundo inteiro, existe uma cultura muito grande ligada à arte de se alimentar.
(SEGUE...)

Anônimo disse...

Desde criança, todos fomos acostumados assim. Quando o bebê chora, logo vem alguém com a mamadeira para o acalmar. Quando o adulto quer agradar alguém, convida para ir a sua casa, ou a um restaurante, e oferece logo o quê? Comida. Aliás, tanto melhor o acepipe quanto a consideração que as pessoas têm pelo convidado.
Esse hábito está tão arraigado que é mesmo difícil resistir. Aliás, diga-se de passagem: uma feijoada “do tipo”, uma macarronada da mamãe, um tutu à mineira com torresmo, uma mesa de doces. Resistir, quem há de?
Não é de admirar, portanto, que haja tantas pessoas querendo se reeducar, se livrar da compulsão de comer demais.
Sim, porque se alimentar-se é preciso, muito poucos de nós sabemos fazê-lo com moderação e sabedoria.
Kardec perguntou aos Espíritos “com que fim pôs Deus atrativos no gozo dos bens materiais?” e eles responderam: “Para instigar o homem ao cumprimento da sua missão e para experimentá-lo por meio da tentação”.
Prosseguindo, Kardec insistiu: “Qual o objetivo dessa tentação?” e os Espíritos afirmaram: “Desenvolver-lhe a razão, que deve preservá-lo dos excessos”1 .
O glutão se compraz nos excessos da mesa.
Além disso, a mídia incentiva o consumismo. As prateleiras dos supermercados nos enchem os olhos e a ilusão nos diz que para ser feliz é preciso consumir.
Os Vigilantes do Peso estão sendo cada vez mais procurados. As dietas fazem sucesso e toda semana surge uma nova receita ou medicamento “milagroso” para o emagrecimento.
Na maioria das vezes, é falta de educação e disciplina. Outras vezes, a nossa gula é de ordem emocional. Comemos para compensar as carências, as frustrações.
Em verdade, precisamos de muito pouco para nos alimentar. Há estudos indicando que apenas uma amêndoa, bem mastigada, bem digerida, seria suficiente para nos manter alimentados por um dia.
É claro que médicos e nutricionistas se arrepiam quando ouvem essas notícias. Mas todos concordam que em geral os alimentos que ingerimos são inadequados, ou seja, de pouca qualidade e em muita quantidade.
(SEGUE...)

Anônimo disse...

Não se ignora o grande número de pessoas que ainda se alimenta das sobras do lixo. Infelizmente, grande número de criaturas ainda vive abaixo da linha de miséria e está morrendo de fome. Esta situação é muito séria. Uma respeitável instituição acadêmica do Rio de Janeiro noticiou que com 20 bilhões de reais por ano ninguém mais, no Brasil, passaria fome. E essa quantia é quanto arrecadará o CPMF em 2002 (jornal Gazeta do Povo de 8-7-2001). Bastaria, portanto, vontade política para debelar, de vez, com a fome.
Porém, morre mais gente de tanto comer do que de fome.
A vida moderna obriga muitas pessoas a se alimentarem fora de casa, em fast foods ou lanchonetes, devorando sanduíches em segundos, correndo de volta para o trabalho, na ânsia de produzir mais, para correr de volta para casa, empanturrando-se à noite com pizzas e enlatados, dormindo rápido para, nessa alucinante velocidade, tudo recomeçar correndo na manhã seguinte.
Poucas pessoas conseguem acordar e saborear o seu café. Sentir o cheiro do café, depois de um gole, desenvolvendo a visão e o paladar. Curtir aquele momento, prestar atenção ao que come ou bebe, estar inteiro naquele ato.
Muitos ainda se vangloriam de ter um estômago que aceita tudo ou que consegue aceitar maior quantidade de alimentos. Já é o segundo ano que no dia 4 de julho, Dia da Independência, no concurso realizado nos Estados Unidos objetivando ver quem conseguiria consumir mais sanduíches, em 12 minutos, ganhou um japonês franzino, de 23 anos e 59 quilos, que conseguiu a façanha de ingerir cinqüenta sanduíches, nesse tempo, ganhando de concorrentes que tinham quase duzentos quilos. Esse feito foi para o livro de recordes, bem ao gosto americano.
A violência que praticamos contra o nosso corpo é inimaginável.
André Luiz ficou surpreso ao ver que muitos espíritos acompanham o repasto de mesas onde não há o equilíbrio, e alguns chegam a se alimentar “absorvendo gostosamente as emanações dos pratos fumegantes”. É que pela lei de afinidade, atraímos os espíritos que se comprazem com os nossos sentimentos, daí porque muitos de nós deixamos, à mesa, “margem vastíssima à leviandade e à perturbação”.2
Após a desencarnação, André Luiz foi chamado de suicida, no mundo espiritual. Ficou amargurado e sem entender.
Apenas depois de algum tempo foi informado de que havia “desperdiçado patrimônios preciosos da experiência física” porque “todo o aparelho gástrico foi destruído à custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas, aparentemente sem importância”3 .
Treinemos diminuir as nossas necessidades, sobretudo à mesa.
(SEGUE...)

Anônimo disse...

Muitos espíritas, que já conseguiram superar inúmeros vícios, sucumbem pelo estômago.
Não se espera que as pessoas vivam apenas da “respiração e da absorção de princípios vitais da atmosfera”, de que se alimentam os espíritos menos materializados. Mas seria bom se já fôssemos treinando para esse dia, procurando nos livrar dos excessos. Afinal, no mundo espiritual, mesmo nas regiões mais próximas da Terra, “o serviço de alimentação obedece a inexcedível sobriedade”.4
É claro que cada organismo tem necessidades próprias. Os Espíritos, respondendo a Kardec, esclarecem que nem a alimentação animal nos é proibida.
Afirmam eles:
“Dada a vossa constituição física, a carne alimenta a carne, do contrário o homem perece. A lei de conservação lhe prescreve, como um dever, que mantenha suas forças e sua saúde, para cumprir a lei do trabalho. Ele, pois, tem que se alimentar conforme o reclame a sua organização”.5
Jesus ensinou que o que faz mal é o que sai impuro da nossa boca e não o que nela entra.
Não há se negar, porém, que já estão um degrau na frente aqueles que podem, voluntariamente, deixar de fazer uso dessa alimentação mais pesada. O homem, portanto, “ como em tudo o mais, progride e se aperfeiçoa também nos seus processos de alimentação...e, nessa evolução, tende para a supressão de toda alimentação grosseira”.6
Hoje, qualquer pessoa tem acesso a informações do que se deve e do que não se deve comer. Assim, alimentar-se bem é, realmente, uma arte. A arte de ingerir o suficiente para gerar a energia que o nosso organismo precisa; a arte de saborear melhor, absorvendo o que de bom e nutritivo o alimento pode nos dar; a arte de curtir aquele momento especial, de reunião com a família ou com amigos; significa, por fim, uma atitude de gratidão ao próprio alimento, a quem o plantou ou preparou e a Deus, que no-lo concedeu.
Como dito no início, a simples alimentação é, para o homem, espontâneo ato de fé. O ser consciente faz da alimentação além de um ato de fé, uma arte a ser desenvolvida com muita sabedoria.

ÓTIMO INÍCIO DE SEMANA A TODOS, E MELHOR AINDA, SE SEGUIRMOS A RISCA AS DICAS ACIMA.-

Anônimo disse...

LEMBRETE - A VACINAÇÃO PARA A GRIPE COMUM PARA PESSOAS ACIMA DE 60 ANOS JÁ INICIOU EM NOSSO ESTADO. PREVINA-SE E PROTEJA AQUELES QUE VOCÊ QUER BEM. QUEM JÁ FOI CHAMADO E NÃO TOMOU A VACINA PARA A GRIPE H1N1 TAMBÉM PODE TOMAR AINDA. NÃO ESQUEÇA!