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A PEDIDO: Vamos acabar com essa pouca (ou nenhuma) vergonha!

 

 

Corruptos

A corrupção parece inerente aos que têm mau caráter - Foto: Internet

Fonte: http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=19208

Muitos têm sido os concursos anunciados para preencher vagas nos diversos órgãos do governo. O fato que posto hoje não é novo, mas, certamente muitos não têm dele conhecimento, mesmo sendo exemplo do que costuma ocorrer. Quando há tais concursos, os que realmente passam por seus méritos, são ’aproveitados’ nas últimas vagas. Dessa maneira, quantos e quantos incapazes são nomeados, em detrimento daqueles que passaram meses e meses estudando.

LASTIMAVELMENTE, ESTE PAÍS TEM ESTADO EM MÃOS DE CORRUPTOS, IMORAIS, E QUANTA COISA MAIS. FALTAM HOMENS DE PESO PARA TOMAR AS RÉDEAS DOS DES-GOVERNOS QUE SE TÊM SUCEDIDO E IMPOR ORDEM, MORAL, RESPEITO E HONESTIDADE.

Esse país não tem jeito... é o paraíso das maracutaias. O pior é que o exemplo vem de cima. Também com essa corja infiltrada em todos os orgãos governamentais só podia dar no que estamos vivenciando. Quando chega alguém decente, ético e honesto, como o Brigadeiro Nicácio limpando a INFRAERO da sujeira fétida " delles" , surge logo um bando de pilantras para reclamar seus "direitos " a manter as falcatruas e os apadrinhamentos.

É o nosso atual Brasil. Mataram e enterraram a " Inês", e niguém fala nadinha...

A filhinha do Ministro

A filhinha de Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) é beneficiada numa maracutaia imoral, deixando para trás cerca de 300 candidatos aprovados em concurso.

Depois ficam reclamando que os bandidos estão dominando o país. Que bandidos?

Glória Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella, filha do ministro do STJ  Antônio de Pádua Ribeiro, aquela que entrou com queixa de assédio sexual contra o ministro do STJ Paulo Medina, acaba de conseguir uma decisão na justiça federal que é uma imoralidade e um desrespeito sem tamanho ao direito de candidatos a concursos públicos.

O processo é a ação ordinária Nº 1998.34.00.001170-0 classe 1300, que está no Tribunal Regional Federal da 1ª Região

(http://www.trf1..gov.br/).

Autora: Glória M. P. Ribeiro e Rés: a União Federal e a Fundação Universidade de Brasília.

Glória Maria fez concurso público pela Cespe-UnB para o cargo de técnico-judiciário, área-fim em 27/05/95 para o STJ, onde seu pai é ministro.

Foi reprovada na prova objetiva. Entrou com uma ação cautelar e, adivinhem, obteve liminar. Fez a prova da segunda fase, a prova discursiva. Foi reprovada novamente.

Entrou com nova ação para ver seus pontos aumentados. Adivinhem: ganhou nova liminar e mais: foi "nomeada provisoriamente" e está ganhando esse tempo todo no tribunal do papai (desde 1995!).

Detalhe: Havia tirado 13,45 pontos e pediu que esses pontos fossem elevados a 28,22.

 

Parece brincadeira, mas conseguiu. Seus pontos foram elevados num passe de mágica.

O caminho das pedras foi arranjar um "professor particular" (isso mesmo!) que corrigiu sua prova, para quem estava tudo mais que certinho, e praticar o tráfico de influência de seu pai ministro, Antônio Pádua Ribeiro.

Aí veio o julgamento do mérito do caso. O juiz federal de Brasília (1ª Instância), José Pires da Cunha, não caiu nessa e refutou o pedido, que considerou ilegal e imoral e  ainda condenou Glória Maria Pádua Ribeiro, nas custas e honorários de R$ 10.000,00 (ainda existem juízes!).
Houve recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região e, adivinhem, os juízes Fagundes de Deus, João Batista e Antônio Ezequiel louvaram a candidata, analisaram tim-tim por tim-tim sua prova e aprovaram-na com louvor!

Debalde a Universidade de Brasília (UNB) peticionou dizendo que a prova foi igual para todos e não seria justo que um professor escolhido pela candidata corrigisse sua prova, a não ser que o mesmo professor corrigisse a prova de todos.  Não é justo?

A UNB argumentou que, pela jurisprudência, o Judiciário não corrige provas de concurso, devido à independência das banca e porque senão a Justiça não faria mais nada, a não ser se transformar numa super-banca dos milhares de concursos.

Todo mundo sabe o que houve nos bastidores.

Houve apostas no meio jurídico se a "banca Pádua Ribeiro" iria conseguir.

Veio agora recentemente a sentença do TRF 1ª Região, 5ª turma, que é mais um descalabro, mostrando a necessidade do controle externo.

Pádua Ribeiro e sua patota espoliaram o verdadeiro dono da vaga, que disputou em igualdade de condições e passou.

Passou e foi preterido! Glória Maria de Pádua Ribeiro ganhou no tapetão sujo do tráfico de influência.

De 13 pontos passar a 28, quando um décimo (veja bem: um décimo) já elimina muitos candidatos!

A sentença analisa as preposições, as conjunções, a virgulação, a ortografia da redação, acatando a tese da "banca Pádua Ribeiro".

Nem tudo está perdido. Existe recurso para o STJ, e todos esperam que a União Federal, a Advocacia da União e o Ministério Público Federal não fiquem coniventes.

Se Glória Maria Pádua Ribeiro perder a causa, perde o cargo e o verdadeiro dono da vaga, pobre mortal sem padrinhos, será chamado.

E agora vem a chave de ouro, a deixar claro que este País não é sério mesmo.

O mesmo Pádua Ribeiro, ministro do STJ, pai da falcatrua acima relatada e de muitas outras praticadas por sua mulher, a famosa "Glorinha", está prestes a assumir o cargo de Corregedor do Conselho Nacional de Justiça (o chamado controle externo), conforme noticiado nos jornais.

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=6956
Divulguem. Vamos acabar com essa pouca vergonha!

10 comentários:

Anônimo disse...

Obrigada Regina!!!!!!
Isso tem que parar um dia.
Acredito que este ano será de muitas mudanças em nosso Judiciário. E que os que estão entrando na carreira ( seja qual for ), nao continuem com tais atitudes.
Abraços
Aninha

Anônimo disse...

Maria, o TJPR continua fazendo das suas...
Tirou o Vavá, mas já está colocando outra pessoa da mesma "bacia"!!!
Ou o CNJ se impõe, ou a bandalheira continua...

Anônimo disse...

ALGUÉM AI TEM MEDO DO CNJ?

EU NÃO, QUEM SABE PERGUNTAR SE ISSO PODE, DAI VAMOS PODER SABER COM QUEM ESTAMOS LIDANDO.......ESSE, PRA MIM FOI UM BOSTÃO QUANDO ESTAVA NO CNJ, QUE SÓ MELHOROU E MUITO COM O GILSON DIPP, ESSE PELO MENOS ATÉ AGORA, ESTÁ MOSTRANDO A QUE VEIO....... CARA É FERA! QUEM SABE ELE POSSA RESPONDER ESSE FATO AI!!!!

Anônimo disse...

então mãos a obra, vamos acabar com a pouca vergonha, e dizer já de pronto, pra que o povo de Brasilia pare de lamber a bunda daquele Arruda!

Daí pra frente, a gente pode ir fazendo a faxina, por aqui e por ali, mas se continuarem se vendendo por uma cesta basica, vão beber agua sem querer como está acontecendo em São Paulo!!

É cortar o mal pela raiz!

Anônimo disse...

É SOMENTE ATRAVÉS DA DIVULGAÇÃO SÉRIA DE FATOS CONCRETOS QUE A SOCIEDADE CUMPRIDORA DE SEUS DEVERES PODE TOMAR CONHECIMENTO DAS IRREGULARIDADES E PODE SE POSICIONAR E SE CONSCIENTIZAR QUE É CHEGADA A HORA DE REVINDICAR SEUS DIREITOS.
UNIDOS EM FAVOR DA MORALIDADE E DA ÉTICA CONSEGUIREMOS MUDANÇAS BENÉFICAS A TODOS.
SEMPRE VALE LEMBRAR QUE QUEM SE OMITE AO TER CONHECIMENTO DE UMA IRREGULARIDADE É TÃO CULPADO QUANTO QUEM A PRATICOU.

Anônimo disse...

somente continuarão a existir corruptos, enquanto tivermos corruptores...... portanto, sempre seguir pelo caminho da honestidade, mesmo que este seja mais dificil........

Anônimo disse...

maria, o que é carta de ordem?

ordem de quem? pra que que serve?

é que vi ai, mas sei do que se trata, se puder me explicar agradeço, abraço

Anônimo disse...

não, não tão corrupto, é mais, muito mais,.....porque não teve a coragem e mandou um idiota fazer........

Anônimo disse...

Quem é? quem é o tal que estão querendo por ai, que a Maria já dá um pezaço neles, na corja, claro, ou cumprem a lei ou vão ficar mandando desculpas pro CNJ!

Anônimo disse...

bonitinha - o cnj atualmente tem sido a esperança daqueles que querem ver a verdadeira justiça prevalecer neste país. não podemos aceitar um cidadão que sobrepõe seus interesses familiares acima do direito de um candidato preparado para ingresso na carreira pública como corregedor daquele órgão.hora dos concurseiros, cidadãos de bem e afins se mobilizarem.