Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "PEC 471......ô SAFDEZA....de 5.000 para 800 trabal...":
São coitadinhos? é? então peçam que mostrem os seus livros caixas pra ver o que é dá!
queridos, os cartórios são obrigados a mostrar os seus livros caixas para o Corregedor, e, e por ai que eles veem de quem vão tirar, não é Vidinha?
É, é pelos valores que vão achacar os escrivães e, se voce não paga, ferrou-se, eles acham um jeitinho de tirar, foi daí a maxima: "pra que pagar se podemos tirar", o andrade sabe bem disso, não é?
Por isso dou uma sugestão,façam uma visitinha aos cartorios coitadinhos que vão perder e,... que pobrezinhos não sabem fazer mais nada - claro só mamar é mais fácil-e deem uma olhada nos livros caixas dos mesmos, ou porque e que voces acham que os chupins estão dando força, porque depois vem a cobrança, que não é pouca, no minimo 50% do liquido!!
Digo porque sei, já passei por isso ai, não é Maria voce sabe né......
Então, façam essa pesquisa básica e depois venham trazer argumentos! certo?
ahhh, esqueci, e claro que tem caixa 2, como em tudo! Imaginem se nem conhecem o caixa 2 já querem se adonar imaginem quando souberem,...srsrsrss
MARIA BONITA:
O Deputado com sobrenome Verde (do Pt e contra a Pec 471) hoje em plenário, informou aos demais que está convocada uma reunião pública para (08-10-2009-quinta-feira) entre vários representantes da sociedade para debater e esclarecer a Pec 471 antes da mesma ir a votação.
Maria Bonita você nos prestaria um grande favor em descobrir os nomes e endereços eletrônicos desses ilustres componentes, para que possamos subsidiá-los do quando essa PEC onde alguns Deputados nossos representantes demonstram RETROCEDEREM no passado; enquanto de maneira brilhante (no Estado Democrático de Direito em que vivemos – como já comentado pelo colega também anônimo) o CNJ AVANÇA combatendo a falta de concurso público para Cartório, imposto pela CF/88. É sós entrar no site do CNJ e ver as dezenas de descnstituições no Brasil.
E, ao final nesta sociedade em que os Deputados e Senadores INSISTEM em ser RETROGADOS, quem acaba LEGISLANDO é a Suprema Corte.
A PEC 471 passando pelas duas Casas, com todas as letras o STF vai declarar sua INCONSTITUCIONALIDADE por afronta a Constituição Federal.
Depois, já estou até vendo,os IDIOTAS dos supostos Parlamentares vencedores dessa mais idiota Pec 471, vem com aquele discurso de enganar trouxa:
“O Supremo Tribunal Federal se mete em tudo - temos que acabar com esse Poder”.
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PS: Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "PEC 471......ô SAFDEZA....de 5.000 para 800 trabal...":
DR. ROGERO, SEU IRMÃO DR. ROMEU BACELLAR EM SEU LIVRO DISSE QUE A SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO SOBRE O PRIVADO, QUANDO ESTIPULADO EM LEI, TEM COMO FUNÇÃO PRECÍPUA UM DETERMINADO BEM JURIDICO, QUE DEVERÁ ESTAR VISADO AO INTERESSE DE TODA A SOCIEDADE!
O SENHOR LEU O LIVRO DELE? NÃO? ENTÃO AINDA É TEMPO......
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11 comentários:
Denuncias contra a corja...
hummmm, q beleza...
picadinho, hehehe
Corregedoria Nacional de Justiça
Ed. Anexo I do Supremo Tribunal Federal, 3° Andar, Sala 360
Praça dos Três Poderes, s/n°, Brasília - DF, CEP: 70.175-900
Fones: (61) 3217.4553/4552 - Fax: (61) 3217.4505
E-mail: corregedoria@cnj.jus.br
O SOBRENOME DO DEPUTADO É VALVERDE!
E, QUANTO AOS VALORES DOS CARTORIOS, EU NÃO ESTOU FALANDO DOS VALORES PELOS VALORES, ESTOU DIZENDO QUE POR SEREM IRREGULARES JÁ LEVARAM E, MUITO, AGOOOORA, SE ESTIVESSEM REGULARES PODIAM LEVAR QUANTO FOSSE POSSIVEL AGINDO DENTRO DA LEGALIDADE, TUDO CERTO!!!
SE O CARTORIO TÁ LÁ É PRA ATENDER, SE DÁ OU NÃO DÁ, ISSO É PROBLEMA DO TITULAR, ATÉ PORQUE SE NÃO DÁ, NINGUÉM DO TRIBUNAL VEM PERGUNTAR SE O TITULAR TÁ PRECISANDO PAGAR OS FUNCIONÁRIOS, SE TEM CONDIÇÕES DE ARCAR COM AS DESPEZAS OU NÃO?
O ILEGA É ILEGAL, E ESTÁ ATUANDO ILEGALMENTE, TÁ GANHANDO ILEGALMENTE, ALIÁS ACHO ATÉ QUE DEVERIA DEVOLVER, VIU NAMÃO GRANDE!!
OLHAAAAA!! CUIDADO, SENHORES.....
Desembargador baiano foi afastado pelo CNJ
O desembargador Rubem Dário Peregrino Cunha, do Tribunal de Justiça da Bahia, foi afastado preventivamente pelo plenário do Conselho Nacional de Justiça na sessão desta terça-feira (29/09). O corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, propôs a abertura de processo administrativo disciplinar para investigar o caso do desembargador, por entender que as provas recebidas pela Corregedoria trazem indícios de “infrações funcionais supostamente praticadas pelo desembargador” O voto do corregedor foi aprovado por unanimidade pelos conselheiros .
Uma comissão especial do próprio TJ Baiano investigou, de forma preliminar, a existência de um possível esquema de adiamento de decisões judiciais com o objetivo de evitar uma condenação judicial. Segundo as informações da Comissão, um advogado , filho do desembargador, que afirmava atuar em nome do pai, exigiu e aceitou vantagem indevida no valor de R$400 mil, a fim de favorecer um ex-prefeito em um processo que se encontrava sob a relatoria de Dario.
Com a instauração do processo e o afastamento, o desembargador não pode requerer aposentadoria e terá suspensas diversas vantagens, tais como gabinete, uso de carro oficial, motorista, nomeação, manutenção ou designação de servidores para cargos de confiança ou funções comissionadas, dentre outras, com exceção da remuneração. Também foi determinada a redistribuição dos processos atribuídos ao desembargador ou convocação de magistrado para sua substituição em relação às atribuições jurisdicionais."
NINGUÉM VAI ESCAPAR.........
O Romeu Bacelar escreve isto nos seus livros e defende os irregulares por dinheiro. Onde está a sua credibilidade?
EXCELENTE PERGUNTA!!!
FAÇA O QUE EU DIGO MAS NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO......
o que eles querem é ganhar grana em cima dos perdidos....
estamos ai,........é só aguardar,....
"concursos e emprego / CartóriosCELULAR RSS O Portal de Notícias da Globo
29/09/09 - 17h56 - Atualizado em 29/09/09 - 19h22
8 mil esperam rejeição de PEC para assumir vaga em cartórios, diz entidade
Câmara deve votar PEC que efetiva quem assumiu entre 1988 e 1994.
CNJ já havia determinado saída de cerca de 5 mil não concursados.
Mariana Oliveira e Marta Cavallini"
mais essa!!
CNJ determina jornada de oito horas diárias nos tribunais
Publicada em 29/09/2009 às 00h05m
Carolina Brígido
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BRASÍLIA - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) baixou resolução obrigando servidores do Judiciário a cumprir jornada de trabalho de 40 horas semanais. Segundo a regra, os servidores devem trabalhar oito horas diárias, com previsão de uma hora para almoço, ou sete horas seguidas, sem intervalo. A intenção do CNJ é reduzir gastos com horas extras. A medida deve atingir principalmente a Justiça Estadual, porque nos tribunais federais a regra já é cumprida. Os tribunais estaduais gastam, em média, 90% do orçamento para custear a folha de pagamento. Isso prejudica o investimento em outros setores - como melhorias das instalações e do atendimento ao público.
A Lei Federal 8.112, que trata dos servidores públicos, estabelece carga horária diária de 6 a 8 horas. Cabe a cada órgão definir o tempo exato da jornada. Alguns estados definiram a jornada em 6 horas, por lei estadual. Os que não fizeram isso serão obrigados a cumprir a resolução do CNJ. O conselho determinou aos tribunais com jornada definida em 6 horas que enviem às Assembleias Legislativas projeto de lei aumentando a carga horária dos servidores do Judiciário.
Sindicatos não gostaram da decisão
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Se vai haver majoração da jornada de trabalho, deve haver mudança na remuneração
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O CNJ não tem levantamento de quantos estados serão enquadrados pela nova regra, e portanto não há como calcular a economia para o erário. Segundo Josafá Ramos, diretor da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), a maioria dos tribunais estaduais tem 6 horas de jornada - por determinação interna ou regulamentação de lei estadual. Ramos afirma que a carga horária maior existe apenas no Rio, em São Paulo e Tocantins. As entidades representantes da categoria não gostaram da decisão. Para elas, o CNJ está extrapolando suas atribuições e afrontando a autonomia dos tribunais.
continua.......
seguindo......
"Se vai haver majoração da jornada de trabalho, deve haver mudança na remuneração. Para a sociedade é importante que haja pessoas trabalhando mais horas. Mas temos que ver a questão dos direitos assegurados - disse Ramos, que reclama da atitude do CNJ de não ter ouvido a categoria antes de tomar a decisão.
O relator da resolução no conselho, ministro Ives Gandra Filho, disse que a medida era necessária para desafogar os tribunais:
- Para conseguirmos uma Justiça rápida, é preciso esforço geral. Em muitos lugares o pessoal só trabalhava 6 horas por dia e recebia hora extra. Jornada de 6 horas só se justifica se tivéssemos menos processos esperando julgamento. O cidadão fica irritado de ver que o processo não anda e que o servidor só trabalha 6 horas.
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Para conseguirmos uma Justiça rápida, é preciso esforço geral
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O conselheiro acredita que muitos servidores se aproveitam da baixa carga horária para não cumprir suas obrigações no tempo regulamentar e ganhar hora extra:
- Às vezes vemos que, para receber hora extra, as pessoas não fazem o trabalho no horário normal. No momento em que se cobra do Judiciário maior efetividade, maior rapidez, não se justifica o servidor com uma jornada que é o paraíso. E querem ganhar hora extra para fazer o trabalho que deveria ser feito no horário normal!
Na semana passada, 19 sindicatos e federações do Judiciário entregaram ao CNJ carta de repúdio à resolução. Os representantes afirmam que em todas as unidades da federação a maioria absoluta dos trabalhadores do Judiciário tem garantida a carga horária de 6 horas. Para as entidades, "a carga horária de 6 horas é mais adequada, aumentando a qualificação e eficiência dos serviços prestados", e o servidor que trabalha menos horas tem melhor saúde e condições para investir em sua qualificação profissional.
Ives Gandra Filho recebeu na semana passada representantes da Fenajud e considerou a possibilidade de compensação salarial - mas não agora.
A decisão do CNJ estabelece pagamento de hora extra pela nona e décima horas de trabalho, demonstrada a necessidade da permanência do trabalhador na repartição."
Obstrução da oposição adia votação da PEC dos Cartórios
Oposição quer forçar aprovação de crédito de R$ 1 bilhão para municípios.
PEC efetivando donos de cartório sem concurso pode ser votada na quarta
A oposição entrou em obstrução nesta terça-feira (29) e impediu a votação na Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda Constitucional que efetiva donos de cartórios que não realizaram concurso público.
Leia também: 8 mil esperam rejeição de PEC para assumir vaga em cartórios, diz entidade
A proposta deve constar na pauta novamente nesta quarta-feira (30), mas somente um acordo entre os líderes pode ser capaz de permitir a votação. A proposta terá de ser votada em dois turnos na Câmara antes de seguir para o Senado. Nesta Casa também serão necessárias duas votações. Caso o texto se mantenha igual em todas votações a PEC poderá ser promulgada.
O líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO), explica que a obstrução é para forçar a votação de um projeto de crédito orçamentário para permitir o repasse de R$ 1 bilhão da União para os municípios. Por acordo, a proposta deveria ter sido votada na semana passada em sessão do Congresso Nacional.
“Os três partidos de oposição, DEM, PSDB e PPS decidiram entrar em obstrução na Câmara e no Senado para que se cumpra o acordo e votemos o crédito de R$ 1 bilhão para os municípios. Entramos em obstrução porque entendemos que isto é prioritário. Tem prefeito hoje que não está conseguindo nem pagar os salários por causa da redução do Fundo de Participação dos Municípios (FPM)”, disse Caiado ao G1.
A proposta visa efetivar responsáveis por cartórios que assumiram os cargos sem concurso
continua.....................
continuado...........
O autor do projeto é o deputado João Campos (PSDB-GO). Ele destaca que a efetivação vai premiar quem trabalha bem. “Havia um vazio legal e interinos foram sendo nomeados. Não foi aberto concurso até agora e vão ser efetivados aqueles que vieram desenvolvendo este trabalho de forma honesta e eficiente até agora”. Ele destaca que a PEC determina também punições para o judiciário caso não abra concurso para donos de cartórios seis meses após a vacância dos cargos.
O relator da PEC, João Matos (PMDB-SC), afirma que a efetivação sem concurso público visa corrigir uma “falha do Estado” com os donos destes cartórios. “O estado brasileiro falhou com estas pessoas. Elas foram deixadas seis anos sem regulamentação e não foram atendidas pela lei. Elas não estão nesta situação por culpa delas ou do judiciário, mas por culpa de todo o estado”.
Segundo Matos, devem ser beneficiados pela PEC cerca de 2,2 mil donos de cartórios. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por sua vez, estima que o número de efetivações pode chegar a 5 mil. Em junho deste ano, o CNJ determinou a destituição de todos os donos de cartório que estivessem na situação que a PEC deseja legalizar.
Só com concurso
O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) é um dos contrários ao projeto. Ele defende que a ocupação das vagas deveria se dar somente por concurso público. “Essa PEC veio para violar uma situação que viola a Constituição. Querem oficializar pessoas sem concurso. Entendemos que não é possível violar o princípio da Constituição de sempre realizar concurso”.
Em maio deste ano, o deputado Dr Rosinha (PT-PR) chegou a ir ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a PEC. No pedido, ele destaca que a efetivação sem concurso público fere a Constituição. Dr. Rosinha afirma que a PEC manterá injustiças na área. “Efetivar cria injustiças. Essa PEC é incompleta para solucionar os problemas que existem nesta área”. Ele destaca que em alguns casos, como em comarcas não rentáveis no interior do Brasil, talvez o concurso público não seja a melhor alternativa. Dr. Rosinha ressalta que seria necessário ampliar o debate antes de colocar o tema em votação.
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