Titio protege todo mundo, tenta. STF devolve a irmão de Requião cargo de secretário
Fábio Pozzebom/ABr O ministro Cezar Peluso (foto), do Supremo, reconduziu ao cargo de secretário de Transportyes do Paraná o irmão do governador Roberto Requião. Eduardo Requião de Mello e Silva fora ejetado da poltrona de secretário por uma sentença proferida pelo titular da 1ª Vara da Fazenda Pública da comarca de Curitiba.
Alegou-se que a presença de Eduardo no governo do irmão afrontava a súmula do STF que proibiu o nepotismo no serviço público.
O secretário-irmão foi bater às portas do Supremo. E seu recurso foi acatado por Peluzo. Por ora, em decisão liminar (temporária), sujeita a confirmação na hora em que o tribunal for julgar o mérito do recurso.
Ao justificar a concessão da liminar, Peluso reviveu uma tese que já havia sido suscitada na época da edição da súmula do STF:
“Os secretários estaduais são agentes políticos.” Mantêm com o Estado um “vínculo de natureza igualmente política.”
Por isso “escapam à incidência das vedações impostas pela Súmula” do nepotismo.
Nesse diapasão, os senadores e deputados que resistem em demitir a parentela vão acabar criando o cargo de “secretário de Estado para o assessoramento especial dos gabinetes parlamentares.”
Soa absurdo. Mas no Congresso o absurdo por vezes assume ares de hedionda normalidade. Escrito por Josias de Souza às 18h16 josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2008
Onde será que lotadas as outras aprovadas no mesmo concurso, heim, Maria, será que poderemos ter accesso às provas do concurso? Tipo assim, só pra ver como se sairam as outras moças burrinhas que não têm marido diretor, quem manda.....se alguém souber que nos informe por favor! queremos ver se as mocinhas teriam capacidade, no minimo parecida com a que a mulher do diretor possui....srsrsrrsrssrrs
2 comentários:
Titio protege todo mundo, tenta.
STF devolve a irmão de Requião cargo de secretário
Fábio Pozzebom/ABr
O ministro Cezar Peluso (foto), do Supremo, reconduziu ao cargo de secretário de Transportyes do Paraná o irmão do governador Roberto Requião.
Eduardo Requião de Mello e Silva fora ejetado da poltrona de secretário por uma sentença proferida pelo titular da 1ª Vara da Fazenda Pública da comarca de Curitiba.
Alegou-se que a presença de Eduardo no governo do irmão afrontava a súmula do STF que proibiu o nepotismo no serviço público.
O secretário-irmão foi bater às portas do Supremo. E seu recurso foi acatado por Peluzo. Por ora, em decisão liminar (temporária), sujeita a confirmação na hora em que o tribunal for julgar o mérito do recurso.
Ao justificar a concessão da liminar, Peluso reviveu uma tese que já havia sido suscitada na época da edição da súmula do STF:
“Os secretários estaduais são agentes políticos.” Mantêm com o Estado um “vínculo de natureza igualmente política.”
Por isso “escapam à incidência das vedações impostas pela Súmula” do nepotismo.
Nesse diapasão, os senadores e deputados que resistem em demitir a parentela vão acabar criando o cargo de “secretário de Estado para o assessoramento especial dos gabinetes parlamentares.”
Soa absurdo. Mas no Congresso o absurdo por vezes assume ares de hedionda normalidade.
Escrito por Josias de Souza às 18h16
josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2008
Onde será que lotadas as outras aprovadas no mesmo concurso, heim, Maria, será que poderemos ter accesso às provas do concurso? Tipo assim, só pra ver como se sairam as outras moças burrinhas que não têm marido diretor, quem manda.....se alguém souber que nos informe por favor! queremos ver se as mocinhas teriam capacidade, no minimo parecida com a que a mulher do diretor possui....srsrsrrsrssrrs
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