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José Richa Filho, irmão do prefeito de Curitiba e atual secretário de Administração do município, era diretor-administrativo do Departamento ........

......................Estradas de Rodagem à época do pagamento indevido por uma obra já quitada.
(Nessa ação do MP deve existir prazos, que devem ser -deveriam ter sido- cumpridos- se não está sendo, e não está, basta ver a data, deveriam denunciar ao CNJ por morosidade, não é?! NÃO É??!!!)

Fonte da imagem:


O Ministério Público do Paraná (MP) questiona na Justiça o acordo assinado pelo então diretor-administrativo do Departamento de Estradas de Rodagem, José Richa

O Ministério Público do Paraná (MP) questiona na Justiça o acordo assinado pelo então diretor-administrativo do Departamento de Estradas de Rodagem, José Richa (filho)


O Ministério Público do Paraná (MP) questiona na Justiça o acordo assinado pelo então diretor-administrativo do Departamento de Estradas de Rodagem, José Richa Filho, que entregou R$ 10,7 milhões à DM Construtora no último dia útil do governo Jaime Lerner, 30 de dezembro de 2002. Na ação judicial do Governo do Paraná que cobra a devolução do dinheiro pago indevidamente à empreiteira, o MP afirma que o acordo assinado por Richa Filho é nulo. A ação, impetrada em 2002, está parada na Justiça desde maio deste ano.

“O Ministério Público teme que, quando a Justiça finalmente decidir que a DM deve devolver o dinheiro pago indevidamente, a empreiteira alegue que não tem condições de fazê-lo”, explicou nesta terça-feira (21) o procurador-geral do Estado, Carlos Frederico Marés. O temor se justifica, já que uma liminar concedida ainda em 2003 que determinava o sequestro dos R$ 10,7 milhões foi cassada pelo Tribunal de Justiça do Paraná.

“Consultado pelo juiz do caso, o MP diz não ser possível que o governo pague uma dívida num acordo extrajudicial no último dia útil de seu mandato. Isso é inusitado, já indica alguma imoralidade. Além disso, o advogado do DER que assina o acordo não tinha poderes para tanto. Logo, ele é nulo. O bem negociado, os R$ 10,7 milhões, não poderia ser objeto de um acordo desse tipo”, falou Marés, durante a reunião semanal da Escola de Governo, realizada no auditório do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.

“O Ministério Público também vê uma contradição nas alegações da DM. A empreiteira, em juízo, alega que precisava do dinheiro por conta de gastos enormes com empréstimos bancários, mas diz também que guardará o dinheiro caso seja preciso restituí-lo no futuro”, contou o procurador-geral. “Apesar dos pareceres do MP e do Estado do Paraná alegando que o dinheiro não poderia ter sido liberado, a Justiça cassou o sequestro dos R$ 10,7 milhões. Hoje, eles estão em poder da empreiteira”, lembrou.

ENTENDA O CASO — José Richa Filho, irmão do prefeito de Curitiba e atual secretário de Administração do município, era diretor-administrativo do Departamento de Estradas de Rodagem à época do pagamento indevido por uma obra já quitada.


O pagamento, que contrariou pareceres técnicos e jurídicos do DER, foi feito no último dia útil do mandato do ex-governador Jaime Lerner, 30 de dezembro de 2002. A ação ainda era discutida na Justiça quando foi feito o acordo para o pagamento dos R$ 10,7 milhões à DM. Ele foi feito sem a anuência da PGE, do Ministério Público ou do juiz da ação.

A Procuradoria Geral do Estado foi à Justiça questionar o pagamento em 27 de março de 2003. A ação pede a nulidade do acordo e a devolução do dinheiro aos cofres públicos. O juiz que analisou o caso em primeira instância determinou o depósito judicial do dinheiro. Logo depois, entretanto, o Tribunal de Justiça anulou a decisão, e o dinheiro pago indevidamente à DM não foi devolvido.

A DM trabalhou na duplicação do trecho Curitiba-Garuva da BR 376. A obra foi integralmente quitada durante o primeiro mandato do governador Roberto Requião, entre 1991 e 94. Mas, em 2000, a empreiteira foi à Justiça requerer o pagamento adicional de R$ 16,4 milhões, alegando serviços não pagos e cláusulas contratuais não cumpridas.

À época, procuradores do DER comprovaram que a empreiteira já recebera R$ 8,4 milhões a título de juros e correção monetária, além de outros R$ 5,1 milhões dos quais, inclusive, assinou termo de quitação. Na defesa do DER no processo, os procuradores afirmaram que qualquer novo pagamento à construtora DM seria “pagamento em duplicidade”, e que caso fosse executado isso poderia caracterizar “enriquecimento ilícito e sem causa” da empreiteira.

A defesa do DER foi apresentada à Justiça em 4 de setembro de 2000, quando José Richa Filho já era diretor administrativo-financeiro do DER. Até dezembro de 2002, o caso ainda não fora julgado. Ainda assim, o diretor-administrativo do DER assinou a ordem de pagamento de R$ 10,7 milhões à empreiteira, poucas horas antes do encerramento do mandato de Lerner.

O Ministério Público do Paraná (MP) questiona na Justiça o acordo assinado pelo então diretor-administrativo do Departamento de Estradas de Rodagem, José Richa Filho, que entregou R$ 10,7 milhões à DM Construtora no último dia útil do governo Jaime Lerner, 30 de dezembro de 2002. Na ação judicial do Governo do Paraná que cobra a devolução do dinheiro pago indevidamente à empreiteira, o MP afirma que o acordo assinado por Richa Filho é nulo. A ação, impetrada em 2002, está parada na Justiça desde maio deste ano.

“O Ministério Público teme que, quando a Justiça finalmente decidir que a DM deve devolver o dinheiro pago indevidamente, a empreiteira alegue que não tem condições de fazê-lo”, explicou nesta terça-feira (21) o procurador-geral do Estado, Carlos Frederico Marés. O temor se justifica, já que uma liminar concedida ainda em 2003 que determinava o sequestro dos R$ 10,7 milhões foi cassada pelo Tribunal de Justiça do Paraná.

“Consultado pelo juiz do caso, o MP diz não ser possível que o governo pague uma dívida num acordo extrajudicial no último dia útil de seu mandato. Isso é inusitado, já indica alguma imoralidade. Além disso, o advogado do DER que assina o acordo não tinha poderes para tanto. Logo, ele é nulo. O bem negociado, os R$ 10,7 milhões, não poderia ser objeto de um acordo desse tipo”, falou Marés, durante a reunião semanal da Escola de Governo, realizada no auditório do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.

“O Ministério Público também vê uma contradição nas alegações da DM. A empreiteira, em juízo, alega que precisava do dinheiro por conta de gastos enormes com empréstimos bancários, mas diz também que guardará o dinheiro caso seja preciso restituí-lo no futuro”, contou o procurador-geral. “Apesar dos pareceres do MP e do Estado do Paraná alegando que o dinheiro não poderia ter sido liberado, a Justiça cassou o sequestro dos R$ 10,7 milhões. Hoje, eles estão em poder da empreiteira”, lembrou.


ENTENDA O CASO — José Richa Filho, irmão do prefeito de Curitiba e atual secretário de Administração do município, era diretor-administrativo do Departamento de Estradas de Rodagem à época do pagamento indevido por uma obra já quitada.


O pagamento, que contrariou pareceres técnicos e jurídicos do DER, foi feito no último dia útil do mandato do ex-governador Jaime Lerner, 30 de dezembro de 2002. A ação ainda era discutida na Justiça quando foi feito o acordo para o pagamento dos R$ 10,7 milhões à DM. Ele foi feito sem a anuência da PGE, do Ministério Público ou do juiz da ação.

A Procuradoria Geral do Estado foi à Justiça questionar o pagamento em 27 de março de 2003. A ação pede a nulidade do acordo e a devolução do dinheiro aos cofres públicos. O juiz que analisou o caso em primeira instância determinou o depósito judicial do dinheiro. Logo depois, entretanto, o Tribunal de Justiça anulou a decisão, e o dinheiro pago indevidamente à DM não foi devolvido.

A DM trabalhou na duplicação do trecho Curitiba-Garuva da BR 376. A obra foi integralmente quitada durante o primeiro mandato do governador Roberto Requião, entre 1991 e 94. Mas, em 2000, a empreiteira foi à Justiça requerer o pagamento adicional de R$ 16,4 milhões, alegando serviços não pagos e cláusulas contratuais não cumpridas.

À época, procuradores do DER comprovaram que a empreiteira já recebera R$ 8,4 milhões a título de juros e correção monetária, além de outros R$ 5,1 milhões dos quais, inclusive, assinou termo de quitação. Na defesa do DER no processo, os procuradores afirmaram que qualquer novo pagamento à construtora DM seria “pagamento em duplicidade”, e que caso fosse executado isso poderia caracterizar “enriquecimento ilícito e sem causa” da empreiteira.

A defesa do DER foi apresentada à Justiça em 4 de setembro de 2000, quando José Richa Filho já era diretor administrativo-financeiro do DER. Até dezembro de 2002, o caso ainda não fora julgado. Ainda assim, o diretor-administrativo do DER assinou a ordem de pagamento de R$ 10,7 milhões à empreiteira, poucas horas antes do encerramento do mandato de Lerner.

13 comentários:

Anônimo disse...

Chegando agora em casa. Dizem que foi o último ato daquele governo, tipo levar a gorja.

Anônimo disse...

Isso que foi, não foi éra a comissão que nem pode ser devolvida o cara já deu fim, tá no seu bolso!!!!

Uma comissãozinha dividida afinal quem vai reclamar, é como é feito em todo governo, é como é feito com a corja, é como é feito na Assebléia, verbas extras sem ninguém saber, verba extra de final de ano, etc...etc...etc.... tem em todo lugar!!

Mas gostei de ver voce mostrando pro povo quem é quem,...então temos que, infelizmente, tomar cuidado com a juizinha Morgana, como diz voce " diz-me com quem andas e, te direi quem és", pois Dra. não temos outra saida!!! Não é Maria??

Vamos ter que ver onde está o fim do fio da meada.....é bem mencionou um ai,....aqui em Curitiba que é um ovo, todos são "amiguinhos" de todos, dependendo da conveniência, basta encontrar o amigo do amigo que é primo do vizinho de cicrano, encaminha voce pro Country Club, que aguarda o irmão da esposa do vavá na academia de ginastica do club, logo apresenta um ao outro, PRONTO FECHADO O CERCO! AQUI TUDO SE RESOLVE!!!!

Anônimo disse...

TÁ BEM BOM NÉ? TÁ TUDO CONJUMINADO AI, TEM COMO VOCE ACREDITAR EM ALGUÉM?

E, DIZ QUE ELA É TÃO HONESTA!!! O MARIDO É UM TAMPÃO, PELO JEITO ELA TÁ NO MESMO CAMINHO.....

Anônimo disse...

Bonitinha, olhando o blog eu lembrei que em correição no Estado da Bahia,o CNJ,Conselho Nacional de Justiça, prendeu ou afastou um Desembargador por um motivo identico a esse ai, processo com grande soma em dinheiro, emvolvimento de politicos valores altos, coisas não resolvidas, eu vou buscar e retorno, o que eu lembro é que teve muita gente presa, foi a noticia que vi no site do CNJ, temos que saber se alguém de lá tem noticias disso!!!!Vou ligar pra lá pra Bahia, e pergunto no Tribunal lá eles devem saber bem, ou no proprio CNJ, ele informam, daí sabemos que d´pra reclamar disso, també afinal é dinheiro público, e a função é publica, então vamos aprontando pra informar pra eles,
TO CERTO OU TO ERRADO??????

Anônimo disse...

MARIA EU TENHO AQUI NO MEU ARQUIVO ESSA NOTICIA, PRA VER COMO O CNJ, NÃO BRINCA EM SERVIÇO:

"CNJ intervém no TJ e admite afastar desembargadores

Banco de dados apreendido pela Polícia Federal em 2008 pode comprovar fraudes

BRUNO GARCIA
DA REDAÇÃO


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) iniciou, nesta quarta-feira (15), a busca por informações, junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), para apurar como foram aplicadas as verbas indenizatórias destinadas a juízes e desembargadores. Além disso, auditores verificaram os fundamentos de incorporações e vantagens pagas para alguns servidores do TJ, tidos como privilegiados.

"Estamos coletando dados para uma correição, pois, em uma auditoria feita no TJ de Mato Grosso, apontou-se para a falta de clareza sobre os pagamentos. Por este motivo, justifica-se plenamente a correição. Vamos apurar as denúncias com rigor", informou juiz-substituto da corregedoria do CNJ, Ricardo Cunha Chimenti, que veio a Cuiabá, representando o ministro Gilson Dipp, corregedor nacional.

Chimenti informou que o CNJ já está de posse de um banco de dados do TJMT, que foi apreendido durante uma operação sigilosa da Polícia Federal (PF), realizada no final de 2008, a pedido do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os dados serão analisados nos próximos 40 dias e servirão para esclarecer o destino dos recursos financeiros do Judiciário mato-grossense.

Ricardo Chimenti explicou que os trabalhos de coleta de dados serão realizados até sexta-feira (17), pela equipe de quatro auditores do CNJ e dois do Tribunal de Contas da União (TCU), que continuarão em Cuiabá. "A equipe de auditores irá se debruçar nos documentos, que serão enviados para Brasília, onde passarão por uma avaliação rigorosa", informou o juiz.

Denúncias graves

A respeito das denúncias envolvendo o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Ricardo Chimenti avaliou como "graves", não deixando de descartar a possibilidade de mandar o Judiciário devolver dinheiro público, acenando, até mesmo, para o afastamento de juízes e desembargadores.

"Temos que analisar o que, realmente, aconteceu. Dependendo da gravidade do ocorrido, existe, sim, a possibilidade de ser pedido o afastamento de magistrados", disse o juiz.

O representante da CNJ não precisou valores desviados, nem quantos servidores foram beneficiados irregularmente, além de não informar qual gestão do TJMT será investigada. "Iremos apurar de hoje para trás. Mas, a consulta feita ao CNJ, que acabou se transformando em denúncia, é referente à gestão de 2003 (do desembargador José Ferreira Leite), mas podemos avançar para anos anteriores", informou Chimenti.

Fonte Midianews

Foto da greve: Guilherme A Filho, saite www.servidormt.com.br"

Anônimo disse...

POIS, SE O PROCESSO TÁ PARADO VAÕ TER QUE DIZER PORQUE!! NÃO ACHA?

"Desembargadores que autorizaram despesas ilegais devem ser afastados
CNJ também deve afastar vários juízes envolvidos em denúncias de improbidade

FERNANDO ARAUJO - faraujofilho@yahoo.com.br

Os desembargadores que autorizaram o pagamento de diferenças salariais indevidas poderão ser afastados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), até que se apure todas as irregularidades pra-ticadas nos últimos 12 anos. Essa possibi-lidade foi admitida pelo conselheiro Mairan Gonçalves Maia Júnior, durante encontro com magistrados alagoanos segunda-feira 2, em Brasília. Mairan foi o relator da sindicância que investigou os desmandos no Tribunal de Justiça de Alagoas e apurou pagamentos inconstitucionais no valor de R$ 70 milhões, que atualizados até 2007 chegam a R$ 114 milhões.
Da Redação

desembargador Estácio Gama
Na conclusão do relatório, o próprio Mairan recomenda abertura de novos processos no âmbito do Ministério Público "para investigar, em separado, a presença de lesão, culpa e nexo de causalidade, envolvendo cada um dos desembargadores José Agnaldo de Souza Araújo, Orlando Monteiro Cavalcanti Manso, José Fernando Lima Souza, Geraldo Tenório Silveira, Estácio Luiz Gama de Lima e Washington Luiz Damasceno".
Da Redação

Orlando Manso
Se concretizada a decisão, serão afastados os desembargadores Estácio Gama de Lima, Orlando Manso e Washington Luiz, que continuam na ativa. Na condição de presidentes do Tribunal de Justiça eles foram responsáveis pela ordenação de despesas tidas como inconstitucionais. Outros ex-presidentes do TJ já aposentados, como Fernando Tourinho e Geraldo Tenório poderão sofrer revisão de aposentadoria e outras punições. Além dos auto-pagamentos ilegais pesam contra alguns desses desembargadores denúncias de desvios morais que atentam contra os princípios da magistratura.
Da Redação

Washington Luiz
A decisão será conhecida terça-feira 9, durante a reunião do CNJ que vai analisar o relatório da inspeção feita recentemente no judiciário alagoano, incluindo a audiência pública em que o Conselho recebeu várias denúncias de irregularidades praticadas por magistrados alagoanos. Além de medidas para melhorar o funcionamento da justiça de primeiro grau, o CNJ também deverá afastar vários juízes envolvidos em atos de improbidade. A expectativa é de que pelo menos seis juízes sejam afastados até a conclusão das investigações.

A possibilidade de o CNJ também decidir pelo afastamento de seis juízes - como o jornal Extra informou na edição passada - está ligada não ao recebimento de diferenças salariais indevidas, mas a denúncias de improbidade recebidas pelo Conselho durante a correição feita recentemente no judiciário alagoano.

BOA-FÉ - Com relação aos juízes que também receberam pagamentos ilegais a título de diferença salarial, há um consenso de que esses magistrados agiram de boa-fé, e, portanto, devem ser absolvidos, ou pegar penas mais leves. É o que pensa o advogado Adriano Argolo, ao se basear em jurisprudência do STJ e do STF nesse sentido. "Eu acredito que a maioria dos juízes recebeu esses pagamentos de boa-fé, por isso defendo que sejam isentos de culpa nesse processo escabroso", disse o advogado ao jornal EXTRA, ressalvando os que receberam integralmente através de pri-vilégios imorais. Esse também é o entendimento de alguns procuradores de justiça que acreditam na seriedade de boa parte da magistratura alagoana. Outros defen-dem a tese de que os juízes, mesmo usando de boa-fé, devem devolver o que receberam indevidamente, sem outras penalidades.

continua.......

Anônimo disse...

continuando.

"
Há também a possibilidade de o CNJ decretar uma intervenção no Tribunal de Justiça como forma de reorganizar o judiciário alagoano, hoje um dos mais inope-rantes do país, como revela um estudo do Conselho Nacional de Justiça. Nesse relatório, a justiça de Alagoas aparece com a terceira mais congestionada em relação a processos nos juizados especiais, onde há 26.446 casos novos e, entre eles mais de 21 mil estão pendentes. Na primeira instância, 85% dos processos esperam julgamento há anos.

O Tribunal de Justiça de Alagoas aparece ainda como o terceiro pior no número de computadores por funcionários. Segundo o CNJ, há 1350 máquinas para 2269 pessoas, mesmo sendo Alagoas o estado que mais gasta com informática: 2,4% da sua receita. O TJ alagoano também aparece em quinto lugar na lista de despesas com pessoal e encargos, chegando a 86% do seu orçamento.

JUIZADOS DE FAMÍLIA
Além da falta de estrutura, os juizados especiais de Alagoas funcionam como se fossem uma extensão familiar a serviço dos magistrados. Em todos eles o nepotismo é patente, o que na avaliação dos conselheiros do CNJ é prejudicial ao funcionamento desses juizados. Senão vejamos:

O 1º Juizado Especial Cível e Criminal é comandado pela juíza Maria Verônica Carvalho de Souza Araújo, mulher do desembargador aposentado José Agnaldo de Souza Araújo. No 2º Juizado, o titular é o juiz Geraldo Tenório Silveira Júnior, filho do desembargador aposentado Geraldo Tenório Silveira.

O 5º Juizado Especial é dirigido pelo juiz Nelson Tenório de Oliveira Neto, filho do desembargador Estácio Gama. Já o 6º Juizado está sob o comando da juíza Denise Lima Calheiros, filha do juiz aposentado Adalberto Calheiros. O 7º juizado especial tem como titular a juíza Silvana Lessa Omena, filha do desembargador aposentado Gerson Omena Bezerra, e também sobrinha do desembargador aposentado Fernando Tourinho.

No 8º Juizado Especial o titular é o juiz Ricardo Jorge Cavalcanti Lima, sobrinho do desembargador aposentado José Fernandes de Lima Souza. O 11º juizado é dirigido pela juíza Sandra Janine Wanderley Cavalcanti Maia, nora do desembargador aposentado Jairon Maia Fernandes. Por fim, o 9º juizado especial tem como titular a juíza Adriana Carla Feitos Martins, esposa do juiz Vladimir Paes de Lyra.

Como disse certa vez o apresentador Jô Soares, a justiça de Alagoas é um especia-lista em vara de família."

É PRA SABEREM QUE NÃO VAÕ ESCAPAR!!!!!!!!

Anônimo disse...

Maria, caso alguém denuncie o desvio do Pepe Richa no CNJ, na mão de quem vc acha que vai cair?

Anônimo disse...

FOTO IMAGEM:

Maria Bonita não estou entendendo.

Nesta foto imagem em que aparece José Richa Filho (irmão do Beto Richa - Prefeito de Curitiba), qual é a relação dessa mulher da foto com os dois?

Porventura essa mulher é advogada que minutou o contrato, ou essa mulher é secretária que sabe de tudo que aconteceu entre os dois irmãos?

Afinal de contas quem é essa mulher?

Anônimo disse...

Maria, diz que o Álvaro nao leva nada do 2º registro antes de contar documento por documento. E nós o povo, ficamos esperando inertes o maravilha satisfazer suas vontades? O que o juiz corregedor fez, permitiu?
O pov que se foda né, nossos serviços, prazos... O que é isso?????

Anônimo disse...

O cartório de Protesto da capital da dona Name é somente fachada apenas dos negócios irregulares pois é dinheiro compra tudo, quando se fala proprina aqui é amizade também, é tudo o que se compra mais e mais o poder.
Poder Judiciário come na mão de aqlguns o paraná, é corrupto silvio e familia e amigos dinheiro compra mais coisa, pagamos proprina e tal e amizades perpetuas esquemas pra tudo.

Anônimo disse...

não parece pra voces que ela faz parte da corja- outra-podre??

Anônimo disse...

Maria o Vavá, covarde ´parece que está aterrorizando em Ponta Grossa?

Pelo menos foi o que eu soube, será que pra ele não bastou ganhar uma liminar. é necessário dilapidar o patrimonio público, pra se sentir mais homem?

Quero saber quem responde por esses delírios do psicopata?

O Corregedor? O Presidente? Ou amanhã a gente liga direto no telefone da Corregedria do Conselho e informa o que está havendo por aqui??

Não foram eles que disseram que o Paraná estava necessitando de uma atençaõ ESPECIAL?

Eu acho que chegou a hora, coisa pública, não é pra brincadeira, não!!!!!