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A política na escolha de um novo desembargador- Tem que ter PEDIGREE! NAME e outros, continuam na minha Pauta, a CAdeira do Pres. do TJPR também....

Celso Nascimento


Fortes correntes da magistratura querem derrubar o dispositivo constitucional que prevê o preenchimento de vagas nos tribunais pelo critério do “quinto constitucional”: para esses lugares são nomeados advogados indicados pela OAB e promotores eleitos pelo Ministério Público. Argumentam que tal critério dá margem à contaminação do Judiciário pela política ao mesmo tempo em que defendem que as promoções à alta magistratura se façam exclusivamente entre juízes, que ingressaram na carreira por concurso. Os que são favoráveis ao quinto argumentam que ele permite arejar o ambiente dos tribunais, segundo eles vítimas de uma doença chamada “juizite”.

Pois bem: é pelo critério do quinto que será preenchida no Tribunal de Justiça do Paraná a vaga aberta em maio último com a aposentadoria compulsória do desembargador Antonio Lopes de Noronha, um oriundo do Ministério Público. No próximo dia 27, se reúnem em plenário os atuais desembargadores do TJ com a tarefa de escolher três dos nomes que compõem a lista sêxtupla dos indicados pelo Ministério Público. A lista tríplice resultante será então enviada ao governador Roberto Requião que, dentre eles, nomeará o que melhor lhe aprouver.

Fazem parte da lista sêxtupla os seguintes promotores e procuradores, de acordo com a ordem de votação que receberam entre seus pares: Antonio Cesar Cioffi de Moura, Ricardo Pires de Albuquerque Maranhão, Paulo Roberto de Lima Santos, Valério Vanhoni, Ângela Khury Munhoz da Rocha e João Henrique Silveira.

Pelo menos três entre eles têm ligações de parentesco com políticos importantes: a promotora Ângela Khury é sobrinha do falecido todo-poderoso deputado Anibal Khury que, notoriamente, exercia grande influência no judiciário paranaense. Lá ainda exercem funções alguns herdeiros dessa influência. Ângela é prima do deputado Alexandre Curi, neto de Anibal, e atual primeiro-secretário da Assembléia Legislativa.

O procurador Ricardo Pires de Albuquerque Maranhão é também parente próximo de Alexandre Curi: é primo da mãe do deputado. Já o procurador Valério Vanhoni é irmão do deputado federal Ângelo Vanhoni, do PT – um parentesco que, frente ao suposto conservadorismo dos desembargadores, mais pode atrapalhá-lo do que ajudá-lo.

Sem parentes políticos conhecidos, mas com prestígio profissional e reconhecido trânsito no Tribunal, figuram os procuradores Cioffi de Moura e Paulo Lima Santos, além de João Henrique Silveira.

Os seis estão fazendo cerrada campanha junto aos ilustres eleitores. Pelo andar da carruagem, há quem já antecipe que duas das vagas da tríplice serão ocupadas por Angela Khury e Albuquerque Maranhão. Assim, estaria muito mais em jogo o preenchimento do terceiro nome da lista, vaga arduamente disputada pelos outros quatro: Vanhoni, Cioffi, Lima Santos e Silveira.

A tendência, pois, é que o governador se veja diante de ter de decidir entre três candidatos, sendo que pelo menos dois deles têm laços com um dos seus mais fiéis aliados políticos, o deputado Alexandre Curi. Ou preferiria escolher um parente do petista deputado Vanhoni se seu nome estiver lá? Ou, dentre todos, optará por um que não tenha, nem indiretamente, vínculos político-partidários?

PS: Vamos aguardar e ver quem entra....duvido que seja algum dos que não tenha parente "famoso ou poderoso".

4 comentários:

Anônimo disse...

Eu, por mim já tenho ABSOLUTA certeza, uma será a sobrinha do buba, outro o maranhao e por fim o vanhoni, esse é tal do M.P., que dificilmente muda as decisões do TjPr., em seus pareceres, claro pra ficar bem na fita, é do tipo "sinhá mariquinha vai com os outros!"!

tipo assim pra fazer média!1 Eu acho que podemos dar uma idéia ao CNJ, para que institua uma comissão permanente que fiscalize isso, que é um outro entulho da ditadura, com certeza isso ficaria bem mais decente, legal e ético, o que voce acha Bonitinha!!!

Temos que acabar com esses desmandos dessa corja, se o quinto é para que produza uma mudança nas "juizites", seria esse um bom caminho!! Vou ver se providencio essa informação para o Conselho Nacional de Justiça e, derrubar as más intenções dessa corja podre!!!

Porque me diga voce, depois de entrar, algum deles terá "peito" para entrar de sola e, tentar mudar as mazelas do TjPr?

Óbvio que não, vai como u carneirinho obedecer a tudo que a corja determina!!

OU EU TO ERRADO??

Anônimo disse...

Notícia que li agora na internet no site http://www.portalibest.com.br/noticia_det.php?cdnoticia=145

A partir da resolução do CNJ, os Tribunais de Justiça, responsáveis por controlar os serviços dos cartórios em cada unidade da federação, têm 45 dias para informar ao CNJ sua situação.

...
Segundo o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg), Rogério Portugal Bacellar, a entidade tentará discutir com o CNJ para que a situação dos que assumiram cartórios sem concurso entre 1988 e a regulamentação da lei, em 1994, seja analisada "caso a caso".

"caso a caso"?? ué, por que?? não são regras iguais para todos, a CF não preza a igualdade e isonomia? Não entendi o que esse Bacellar quis dizer...
Aliás, seu irmão Romeu BACellar já defendeu vários irregulares que eu saiba...
Por que será?

Anônimo disse...

Maria,estou querendo saber sobre os outros desta lista, será que tiveram as suas carreiras tão meteóricas como sobrinho do Tadeu??

O JUIZ SUBSTITUTO DA VARA DOS REGISTROS PÚBLICOS- JUIZ CÉSAR MARANHÃO LOYOLA FURTADO, alguém ai do tri da corja ,poderia me dizer, ou mesmo um dos juizes queentraram com ele em 2005??

Carreira rápida!!!!!!assim como a filhota do Lustosa, eu acho que vmos abrir uma coluna no seu blog, pra ver quem é que tem menos tempo de serviço, e,...vai ganhar um prêmio, que tal Maria?? Podemos?

Bem,... eu sei que muitos desses ai da listinha basica não vão gostar, nada,nada....bom é uma questão de sangue.....tem quem tem e, os que não tem, fazer o que, só pedindo pro CNJ, vir fiscalizar isso!!!!!!



Por: Tribunal de Justiça do Paraná
Data de Publicação: 26 de abril de 2005
Presidente do Tribunal de Justiça empossa 17 novos juízes substitutos
Em cerimônia realizada na tarde de terça-feira, no Tribunal de Justiça, o presidente da Instituição, Tadeu Marino Loyola Costa, deu posse aos novos 17 juízes substitutos, aprovados no último concurso da magistratura paranaense, que vão trabalhar nas comarcas do interior do Estado.(...)
Os novos juízes empossados são os seguintes: João Marcos Anacleto Rosa, Macieo Cataneo, Juan Daniel Pereira Sobreiro, Gabriela Sacbello Milazzo, Luciana Assad, Samya Yabusame Franco Terruel, Eduardo Faoro, Cláudia Catafesta, Tiago Gagliano Pinto Alberto, Thais Macorin Carramaschi, Carina Daggios, Paula Andréa Samuel de Oliveira Monteiro, Lydia Aparecida Martins, José Aristides Catenacci Junior, César Maranhão de Loyola Furtado, Luiz Gustavo Fabris e Adriano Cezar Moreira.

OU EU TO ERRADO??

Anônimo disse...

SÓ VOU INFORMAR QUE EM UMA AUDIÊNCIA, TIVE QUE FAZER PAPEL DE PALHAÇO, ACHO QUE JUIZES DE PONTA GROSSA NÃO TEM O QUE FAZER, POIS FIZERAM COMENTÁRIOS A RESPEITO DE UMA MOÇA QUE ESTAVA PROCURANDO TRABALHO JUNTO AO FóRUM, FALANDO INCLUSIVE DA VIDA PESSOAL DA MOÇA, TÔ DE OLHO. SE LIGUEM JUÍZES E ESCRIVÂO, TAMBÉM TEMOS ESTUDO E SABEMOS QUE TAL ATITUDE É NO MÍNIMO REPROVÁVEL. (QUEM SABEM DÁ PRÓXIMA EU DE NOME AOS BOIS, DIGO MAGISTRADO E ESCRIVÃO).