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História familiar- sabem que estão errados, mas o EGO grita....(Clique aqui e leia a saga completa)




........................... Nelson, prestou concurso em Mallet e novamente foi realizada uma troca. Nelson assumiu como titular e, com espírito bastante visionário, implantou inúmeras novidades até o ano de 1994, quando se aposentou e, seguindo a tradição familiar, sua filha Maria Beatriz assumiu como titular. A transferência aconteceu em março e em outubro entrou em vigor a Lei dos Notários e Registradores, que mudou as regras para as práticas do setor.
Durante os 29 anos que permaneceu como titular do 4º Tabelionato, Nelson sempre procurou agilizar os serviços prestados à população. ......................
.......................
................. Entre as evoluções, Laporte também considera positiva a implantação da Central de Certidões pela facilidade de acesso aos documentos que proporciona à população. "Você precisa de uma certidão sua e você nasceu em Caixa Prego. Como você vai mandar buscar? Com isso é possível fazer o pedido e receber no tabelionato mais próximo", conclui Laporte.
Desde 1999, o 4º Tabelionato está instalado na Cândido Lopes, tendo como titular Maria Beatriz Moll Laporte e Nelson Laporte como substituto. No mesmo prédio também funciona o 2º Ofício de Títulos e Documentos para o qual Denise Laporte foi designada.............(Também prestou concurso em Mallet, assim como o pai....)

6 comentários:

Anônimo disse...

Mesmo caso do Fratti e da filha dele, esse Laporte ainda arruma mais um cartorio para a outra filhe Denise, cambada de safados, fora os outros que fizeram o mesmo e esse Laporte aida se orgulha da lei que ele pensa que favoreceu.

Anônimo disse...

COMOVENTE!!!!

MAS,A COMOÇÃO CAI POR ÁGUA ABAIXO QUANDO VEJO ISSO:

"“A nível jurisprudencial, vale reproduzir precedente do Superior Tribunal de Justiça desconstituindo permuta entre pai e filho constituído em nosso Estado, com manifesta desconsideração ao princípio da legalidade. Como enfatizado no voto do Ministro Américo Luz, ao lavrar o acórdão RMS 1751-5 PR.

ADMINISTRATIVO. SERVENTIA JUDICIAL. REMOÇÃO POR PERMUTA ENTRE ESCRIVÃ DO CARTÓRIO DISTRITAL E DO OFICIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS, RESPECTIVAMENTE PAI E FILHA. LEI DE ORGANIZAÇÃO E DIVISÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DO PARANÁ. ATO CONDICIONADO À EXISTÊNCIA DO INTERESSE DA JUSTIÇA.

Ainda que a expressão “interesse de justiça” tenha um significado bastante abrangente, nela não se compreende o nepotismo, a simulação e a imoralidade.

In Casu o ato de remoção não condiz com o interesse da justiça, como exigido na Lei de Organização e divisão judiciária do Estado do Paraná, nem com o princípio da legalidade, da impessoalidade e da moralidade, mas com os interesses pessoais dos envolvidos.
“Recurso Provido.”

Houve, assim, subversão do comando do normativo da lei, ante a contrariedade manifesta ao artigo 37 da Constituição Federal.”

w.wbcadvogados.com.br"

SERÁ QUE AGORA O EGO DIRÁ O QUE????

SERÁ QUE A VERGONHA É MENOR QUE O EGO?????OU NÃO?

LEMBRA DISSO AI, MARIA??? CABE? AHHHH....SE CABE!!!!!

Anônimo disse...

MARIA, E, ELES AINDA VEM NA IMPRENSA POSAR DE CERTINHOS, COLABORADORES DA JUSTIÇA,CUMPRIDORES DAS NORMAS E MELHORAMENTOS DAS ORGANIZAÇÕES DA JUSTIÇA, EITÁ CAMBADA DE SUJOS!!!!

SE FOSSE EU TERIA A MAIOR VERGONHA!!! BEM MAS, ELES NÃO SÃO EU...GRAÇAS A DEUS, AINDA BEM, E BEM MELHOR, PRA MIM!!!!

Anônimo disse...

OLÁ MARIA, O CNJ, ESTÁ DESCENDO,...DESCENDO.....VAI RÁPIDINHO CHEGAR AQUI NO PARANÁ!!!

DEVEMOS CONTINUAR AS DENÚNCIAS!!!!


"26/03/2009 - 11:30

Corregedoria Nacional constata morosidade na inspeção do Judiciário de BH
No primeiro dia de inspeção na Justiça Federal de Belo Horizonte, iniciada nesta terça-feira (24/03) a Corregedoria Nacional de Justiça do Conselho verificou que são procedentes as representações feitas com relação aos atrasos dos processos, a maioria relativos à Previdência Social, como o pagamento de benefícios previdenciários, auxilio doença e pensão por morte. A constatação foi feita na inspeção da Corregedoria Nacional de Justiça que termina no dia 25 de março (quarta-efira).

O trabalho, coordenado pelo juiz auxiliar da corregedoria Ricardo Chimenti, “é uma contribuição do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para melhorar a administração dos serviços do Poder Judiciário Federal de Belo Horizonte e dar uma resposta aos pedidos encaminhados ao CNJ a quem compete realizar esse tipo de inspeção”, explicou o juiz. Essa é a primeira vez que o CNJ realiza inspeção nos órgãos de primeira instância no Judiciário Federal. O foco principal está sendo o serviço prestado pelos Juizados Especiais Federais de Belo Horizonte. Segundo o juiz Chimenti, a inspeção feita em cartórios judiciais verificou processos parados que deram entrada em 2004 e 2005.

A inspeção do CNJ em Belo Horizonte já passou por cinco varas do Judiciário mineiro. Uma das constatações foi a falta de infraestrutura local. “Ela não está dimensionada para atender a demanda”, concluiu o juiz. Desta forma, a Corregedoria Nacional de Justiça vai apresentar propostas para dar mais agilidade aos processos. Segundo Ricardo Chimenti, ainda existem muitos processos físicos nas varas de Belo Horizonte “e os processos virtuais não se mostram suficientes o bastante para atingir o nível de rapidez que se espera do Judiciário”.

Entre as propostas que serão apresentadas para solucionar o problema, a Corregedoria Nacional de Justiça vai sugerir a realocação de pessoal e a melhoria de infra-estrutura. “O levantamento já está sendo feito para uma análise mais adequada”, explicou o juiz. O resultado da inspeção será consolidado em um relatório e apresentado aos conselheiros do CNJ, em sessão plenária. Além de listar as deficiências encontradas, o documento vai propor medidas para melhorar a prestação do serviço do judiciário mineiro à população. | CNJ"

Anônimo disse...

MARACUTAIA NO STJ



________________________________________
ESSA É CAPAZ DE DEIXAR O " FERNANDINHO BEIRA MAR" ENVERGONHADO...


Maracutaia!

A filhinha de Min. do STJ é beneficiada numa maracutaia imoral, deixando
para trás cerca de 300 candidatos aprovados em concurso.

Depois ficam reclamando que os bandidos estão dominando o país.

Que bandidos?

Glória Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella, filha do ministro do
STJ Antônio de Pádua Ribeiro, aquela que entrou com queixa de assédio sexual
contra o ministro do STJ Paulo Medina, acaba de conseguir uma decisão na
justiça federal que é uma imoralidade e um desrespeito sem tamanho ao
direito de candidatos a concursos públicos.

O processo é a ação ordinária Nº 1998.34.00.001170-0 classe 1300, que está
no Tribunal Regional Federal da 1ª região
Autora: Glória M P Ribeiro e Rés: a União Federal e a Fundação Universidade
de Brasília.

Glória Maria fez concurso público pela Cespe-Unb para o cargo de
técnico-judiciário, área-fim em 27/05/95 para o STJ, onde seu pai é
ministro.

Foi reprovada na prova objetiva. Entrou com uma ação cautelar e, adivinhem,
obteve liminar.

Fez a prova da segunda fase, a prova discursiva. Foi reprovada novamente.

Entrou com nova ação para ver seus pontos aumentados.

Adivinhem: ganhou nova liminar e mais: foi "nomeada provisoriamente" e está
ganhando esse tempo todo no tribunal do papai (desde 1995!).

Detalhe: Havia tirado 13,45 pontos e pediu que esses pontos fossem elevados
a 28,22.

Parece brincadeira, mas conseguiu.. Seus pontos foram elevados num passe de
mágica.

O caminho das pedras foi arranjar um "professor particular" (isso mesmo!)
que corrigiu sua prova, para quem estava tudo mais que certinho, e praticar
o tráfico de influência de seu pai ministro, Antônio Pádua Ribeiro.

Aí veio o julgamento do mérito do caso.

O juiz federal de Brasília (1ª Instância), José Pires da Cunha, não caiu
nessa e refutou o pedido, que considerou ilegal e imoral e ainda condenou
Glória Maria Pádua Ribeiro, nas custas e honorários de R$ 10.000,00 (ainda
existem juízes!), mas houve recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª
região e, adivinhem, os juízes Fagundes de Deus, João Batista e Antônio
Ezequiel louvaram a candidata, analisaram tim-tim por tim-tim sua prova e
aprovaram-na com louvor!

De balde a Universidade de Brasília (UNB) peticionou dizendo que a prova foi
igual para todos e não seria justo que um professor escolhido pela candidata
corrigisse sua prova, a não ser que o mesmo professor corrigisse a prova de
todos.

Não é justo?

A UNB argumentou que, pela jurisprudência, o judiciário não corrige provas
de concurso, devido à independência das bancas e porque senão a Justiça não
faria mais nada, a não ser se transformar numa superbanca dos milhares de
concursos.

Todo mundo sabe o que houve nos bastidores.

Houve apostas no meio jurídico se a "banca Pádua Ribeiro" iria conseguir.

Veio agora recentemente a sentença do TRF 1ª região, 5ª turma, que é mais um
descalabro, mostrando a necessidade do controle externo.

Pádua Ribeiro e sua patota espoliaram o verdadeiro dono da vaga, que
disputou em igualdade de condições e passou. Passou e foi preterido! Glória
Maria de Pádua Ribeiro ganhou no tapetão sujo do tráfico de influência.

De 13 pontos passar a 28, quando um décimo (veja bem: um décimo) já elimina
muitos candidatos!

A sentença analisa as preposições, as conjunções, a virgulação, a ortografia
da redação, acatando a tese da "banca Pádua Ribeiro".

Nem tudo está perdido. Existe recurso para o STJ, e todos esperam que a
União Federal, a Advocacia da União e o Ministério Público Federal não
fiquem coniventes.

Se Glória Maria Pádua Ribeiro perder a causa, perde o cargo e o verdadeiro
dono da vaga, pobre mortal sem padrinhos, será chamado.

E agora vem a chave de ouro, a deixar claro que este País não é sério mesmo.

O mesmo Pádua Ribeiro, ministro do STJ, pai da falcatrua acima relatada e de
muitas outras praticadas por sua mulher, a famosa "Glorinha", está prestes a
assumir o cargo de Corregedor do Conselho Nacional de Justiça (o chamado
controle externo), conforme noticiado nos jornais.

Parece gozação!...

Divulguem.

Vamos acabar com essa pouca vergonha!

Será que tem solução esse país?

Maria Bonita disse...

Pois, se continuar do jeito que está, e esse Sr. for para o CNJ como Corregedor, aí,povo.......apague a luz o último que sair do Brasil!