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Está sendo desenhada outra presepada com o aval do TJPR? Juiz, parente de Ministro, do Vidal, do Zappa....será abuso de poder ou ordem de patrão????

Uma serventuária, uma das poucas regulares neste estado, parece que está sendo achacada...um juiz que pede explicações sobre seus atos, se não todos os dias, pelo menos semanalmente, resposta (aquilo do contraditório) não são aceitas pelo juiz parente do ministro, do Vidal, do Zappa....mais o parente do Sinhozinho que se "aboleta" no cartório dessa serventuária, e fica lá horas e horas sentado num canto, observando e fazendo terrorismo mental (modus operandis desta familia)!
A serventuária acha que pode perder o cartório, eu tbm acho, pois é assim que o TJPR e seus associados iniciam o processo de "tirar o cartório de alguém e designar um laranja, Vide: Alvaro e outros.
Mas vamos ficar atentos e.... NOVO DONO E PRESIDENTE DO TJPR, DESEMBARGADOR HOFFMANN, ABRA OS OLHOS A PARTIR DE AMANHÃ,POIS O SR JÁ FICOU POR DEMAIS COM SEUD OLHINHOS FECHADOS EM PESCARIAS COM SEU AMIGO SINHOZINHO....MUDE, FIQUE ESPERTO OU O SR NÃO ESQUENTA A CADEIRA DA PRESIDÊNCIA E NÃO LEVE ISSO COMO AMEÇA, MAS COMO FATO, POIS O POVO PARANAENSE ESTÁ DE "SACO CHEIO" DE SAFADOS EM CARGOS DE PODER.......

15 comentários:

Anônimo disse...

PURO ASSÉDIO MORAL, ANTES ERA UM IMPERTIGADO JUIZ QUE FAZIA ISSO!!!JÁ VOU O NOME E RESPONDO, AGORA É O TAL PELUSO?
E, SE A MOÇA NÃO TEM NADA DE IRREGULAR, E...AINDA QUE TIVESSE, PRIMEIRAMENTE INSTAURAR SINDICANCIA, DEPOIS PROCESSO ADMINISTRATIVO, E POSTERIORMENTE UM PENA SE FOR PROVADO ALGO, MAS DESTA FORMA É ASSÉDIO MORAL, É SEMPRE O SERVODOR QUE TEM QUE PROVAR QUE É INOCENTE,MAS TUDO RESPEITANDO OS PRECEITOS CONSTITUCIONAIS!!!!

OU ELES VÃO FAZER COM ELA COMO FIZERAM COM OUTROS!

"PRA QUE PAGAR SE PODEMOS TIRAR?"
PRA MIM ERA O MODUS OPERANDIS DA GESTÃO ANTERIOR!!!!

EU FOSSE ELA JÁ DENUNCIAVA NO CNJ, DE IMEDIATO!!!!

Anônimo disse...

Isso é abuso de autoridade, assédio moral, etc...não espere denuncie no CNJ, rápidinho....Ah, gostaria de informa´-lá de algumas coisas, Maria, pra voce repassar pra ela mas não pode ser por aqui, senão vamos dar chance "pros bandidos", sacou?

Anônimo disse...

DOCUMENTAR, DOCUMENTAR, DOCUMENTAR, TESTEMUNHAS, TESTEMUNHAS E MAIS TESTEMUNHAS.....

Anônimo disse...

Ok, conferido o juiz era o tal do IRAJÁ, que tinha esse modus operandis, digo, pressão psicológica, diariamente pressão psicológica!!!!E, lembrar-los que somente "estão", juizes enquanto há um processo em sua frente, FORA DISSO, NÃO SÂO NADA.

Ou seja, o juiz é o terceiro no processo , representa o ESTADO e,somente no processo pode exercer a sua autoridade, exceto havendo determinação outra, mas por escrito!

Anônimo disse...

Viu, Maria como é bom voce postar como voce fez, assim com detalhes!

Viu como tem gente que nem sabia disso, e, voce explicando já começam a ver como é de fato que a coisa funciona, e, esse que achava voce impertinente, já está entendendo que tem que ser impertinente mesmo com a corja, assim mais pessoa ficam sabendo de tudo, e ganhamos adeptos, isso não é bom? Ou eu to errado?

Anônimo disse...

Que ela não tenha medo, se esta tudo certo! Porém ela deve lembrar que eles podem achar que está errado, ai é ela que tem mostrar que não! Porque quando eles querem eles acham até a cor do papel higienico ruim,ou as portas pixadas e outras porcarias, ela que se esperte.....té

Anônimo disse...

O que esse cara tá fazendo lá o que ele é? É alguém do Tribunal ou só parente do sinhozinho?Quem mandou ele ficar lá? O que ela acha que é? Ela que informe pelo "denúncia", pra gente saber e, ver se pode ajudar!É óbvio que é pressão psicológica, o FDP, tá vwndo que vai se ferrar e quer aprontar com os outros.....

Anônimo disse...

Eit´...essa cambada pensa que ser juiz é poder de PODER, não é poder de "dever", só isso, não são deuses, corjinha de juizinhos mal acostumados, só porque tem parente isso ou aquilo acham que podem tudo, tem que ver o histórico desse ai ,Maria o que voce acha?

Anônimo disse...

Ei,essa moça que informe tudo que acontecer aqui no blog, assim fica já como uma prova!

Anônimo disse...

Esse ai é amigo do sinhozinho, e tá na turma do coelhinho, tem que ter cuidado!!

Até porque é genro do Zappa e sobrinho do coelhinho, e sobrinho do Ministro Peluso, que aliás tenho uma enorme adminiração é um homem de ombridade, s.m.j., até onde eu sei e, tenho acompanhado a sua carreira!!!!

Anônimo disse...

A propósito, o Eurico não é sobrinho do Vidal? é seu DIRETO, aquele que faz tudo......então não é nepo????Como é que ficou lá todo esse tempo e, ninguém reclamou???

Anônimo disse...

A HORA QUE O CNJ CHEGAR AQUI NO PARANÁ VERÁ QUE A COISA NÃO É NEM UM POUCO DIFERENTE, ISSO ESTÁ EM TODO LUGAR MAS, NÓS TEMOS QUE OLHAR O NOSSO, PORÉM, ATÉ QUE A NOTICIA CABERIA MUITO BEM PARA CÁ, PORQUE É VERGONHOSA!!!!!

"CNJ confirma 'indústria' das indenizações vultosas no TJ
Por: Oswaldo Viviani
Data de Publicação: 1 de fevereiro de 2009
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JUDICIÁRIO DO MARANHÃO SOB SUSPEITA
Sentenças de Abrahão Lincoln, José de Arimatéia e Douglas Amorim levantaram suspeitas da entidade

O relatório divulgado no dia 27 de janeiro, pela Corregedoria do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), resultado de inspeções feitas no Tribunal de Justiça do Maranhão, confirma denúncia publicada na edição de domingo passado do Jornal Pequeno, de que juízes maranhenses de 1ª instância estariam pressionando empresários e instituições financeiras, por meio de sentenças que estabelecem vultosas indenizações e multas. Dois dos juízes citados na reportagem do JP - Abrahão Lincoln Sauáia (6ª Vara Cível) e José de Arimatéia Correia Silva (5ª Vara Cível) - também são responsabilizados (sem ter os nomes mencionados) no relatório do CNJ. Outros três magistrados - Sérgio Antonio Barros Batista (2ª Vara Cível), Megbel Abdalla (4ª Vara da Fazenda Pública) e Douglas Airton Ferreira Amorim (3ª Vara Cível) igualmente proferiram sentenças suspeitas, posteriormente "brecadas" por desembargadores (2ª instância). As cinco Varas citadas, mais as 7ª e 8ª, sofrem correição extraordinária, instalada pelo TJ-MA no último dia 20.

Penhora on-line - A 6ª Vara Cível, cujo titular é o juiz Abrahão Lincoln Sauáia, aparece no relatório do CNJ como exemplo de desconsideração para com os processos mais antigos em detrimento dos que envolvem altas somas monetárias.

Diz o relatório: "No processo 1561/2005, uma execução de título judicial, verifica-se que o processo foi remetido à conclusão no dia 28 de outubro de 2008 e, na mesma data, obteve decisão de 20 laudas deferindo a penhora on-line de R$ 1.571.413,03. A diligência restou infrutífera e o executado interpôs agravo na forma de instrumento. A exeqüente apresentou nova petição em 13/11/2008 (quinta-feira), o feito foi remetido à conclusão em 17/11/2008 (segunda-feira) e na mesma data foi proferida decisão determinando a penhora em dinheiro, nas agências do Banco do Nordeste do Brasil S/A (executado), de R$ 1.889,540,08, com ordem para que o gerentes das agências emitissem cheque administrativo nominal ao juízo e entregassem os títulos ao oficial de Justiça em duas horas, sob pena de crime de desobediência e sanções processuais, autorizado desde logo o uso de força policial. O valor foi depositado em conta judicial no dia 18/11/2008, o exeqüente peticionou em 18/11 e 20/11/2008 e no próprio dia 20, durante o prazo para a impugnação à execução, foi determinada a expedição de dois alvarás de levantamento do total depositado, dispensada caução".

Outro caso envolvendo a 6ª Vara Cível, mencionado pelo CNJ: "No mandado de segurança Nº 2.8318/2008 há liminar obstando o levantamento de R$ 635.000,00 no processo Nº 8.535/2005, uma execução provisória de condenação por danos morais decorrentes da indevida inscrição do nome da autora em serviços de proteção ao crédito por um suposto débito de R$ 383,76". O caso em questão foi revelado pelo JP em reportagem publicada no domingo passado. Abrahão Lincoln condenou a empresa Fininvest, que atua na área de concessão de empréstimos, a pagar uma indenização de mais de R$ 635 mil a Katiane Conceição Silva Sales. O motivo da alta penalidade financeira, segundo os termos utilizados pelo juiz, foi o "inequívoco sofrimento" da consumidora ao ver seu nome na lista do Serasa (inadimplentes).

A Fininvest considerou o valor da indenização "absurdo e desproporcional", e impetrou primeiramente uma medida cautelar (liminar) para suspender a decisão de Abrahão Lincoln. Como a desembargadora Raimunda dos Santos (substituindo Anildes Cruz) não julgou o pleito, a Fininvest entrou com um mandado de segurança (028318/2008) contra a decisão, "em face das flagrantes ilegalidades praticadas pelo juiz da 6ª Vara Cível [Abrahão Lincoln] e ainda da demora para a apreciação da medida cautelar por parte da desembargadora substituta".

O desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos concedeu o mandado de segurança, em 11 de novembro de 2008. Em seu despacho, ele escreveu: "A jurisprudência pátria tem se firmado pela aplicação do princípio da razoabilidade, no que tange à apuração quantitativa do dano moral. Busca-se, com isso, afastar a odiosa indústria das indenizações milionárias (...)".

Joaquim Figueiredo também chamou o valor da indenização estabelecido por Abrahão Lincoln de "atronômico". Cópias da decisão do desembargador foram encaminhadas à presidência do TJ-MA, à Corregedoria de Justiça, à OAB (seccional Maranhão), à Procuradoria Geral de Justiça e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Relata, ainda, o CNJ: "Durante a inspeção na 6ª Vara Cível apurou-se a existência de processos desaparecidos cujas ausências, segundo o relato dos servidores, somente são detectadas quando há interesse das partes em verificá-los. Não há notícia de que o magistrado titular [Abrahão Lincoln Sauáia] tenha determinado restauração dos autos desaparecidos.


Juiz José de Arimatéia

José de Arimatéia - Segundo o CNJ, a mesma rotina irregular - com grande número de processos paralisados há vários meses (em alguns casos, há anos), enquanto outros tramitam com incrível celeridade - foi verificada na 5ª Vara Cível, cujo titular é o juiz José de Arimatéia Correia Silva. O CNJ dá quatro exemplos de agilidade suspeita na 5ª Vara:

1º) "O processo Nº 47031999 foi à conclusão no dia 07/10/2008. Na mesma data foi proferida decisão, que serviu de alvará, em sete laudas, com a determinação de levantamento do valor de R$ 856.245,56, para pagamento imediato (segundo consta cf. ato editado pela Presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão em 22 de fevereiro de 2008)".

2º) "O processo Nº 267442008 foi à conclusão no dia 29/10/2008. Na mesma data foi proferida decisão, que serviu de alvará, com a determinação de levantamento do valor de R$ 430.442,74, em nome do mesmo advogado dos processo 47031999, para pagamento imediato".

3º e 4º) "Os processos Nºs 150162006 e 267442008 apresentam situação similar".

Foto: GILSON TEIXEIRA

Juiz José de Arimatéia: prioridade para processos que envolvem altos valores

‘Terror psicológico’ - O juiz José de Arimatéia Correia Silva também é autor de uma sentença que estabeleceu, no final do ano passado, uma indenização de quase R$ 1,5 milhão beneficiando a empresa Del Rey Transportes e Comércio Ltda. (ação ordinária Nº 1086/2000). O caso é referente à emissão de um cheque da Prefeitura de Tutóia pelo ex-prefeito Luiz Alberto Galvão de Caldas, em favor da Del Rey. Em vez de pagar a empresa, ele teria sacado o dinheiro e depositado em sua conta pessoal. Foi determinado por José de Arimatéia que o pagamento desse montante deveria ser feito pelo Banco do Brasil, no prazo de ínfimas duas horas, via BacenJud (penhora on-line). José de Arimatéia fixou uma multa de R$ 15 mil por hora, em caso de descumprimento.

Inconformado com decisão, o BB interpôs um agravo de instrumento (031104/2008) para impedir a execução da sentença. O desembargador Mário Lima Reis acatou o agravo em 10 de dezembro de 2008, mas mesmo assim advogados da Del Rey, acompanhados de dois oficiais de Justiça (sem mandado judicial), foram até a agência Jaracati do BB, onde teriam protagonizado uma cena de "terror psicológico", ameaçando prender os trabalhadores da agência por "desobediência a decisão judicial".

Temerosos, todos os funcionários da agência impetraram habeas corpus preventivo, que foi concedido em 12 de dezembro de 2008 pelo desembargador Milson de Souza Coutinho. Só graças a esse "salvo-conduto", os trabalhadores não foram presos.

O BB ainda contesta na Justiça a decisão de José de Arimatéia, juiz que foi investigado pelas CPIs do Crime Organizado e do Narcotráfico, em 1999, acusado de conceder decisões favoráveis à quadrilha comandada no Maranhão pelo ex-deputado José Gerardo. O juiz negou as acusações e nada foi provado contra ele durante as investigações.

Caixas com processos esquecidos - Em relação ao juiz Douglas Airton Ferreira Amorim (3ª Vara Cível), o relatório do Conselho Nacional de Justiça informa o seguinte:

"A 3ª Vara Cível de São Luís igualmente apresenta critérios pouco claros para a escolha dos processos que recebem andamento mais célere, a exemplo do processo Nº 10774/2001, no qual se expediu alvará de levantamento de valores para cumprimento em duas horas (...) Durante a inspeção constatou-se que a mesma vara mantém inúmeros processos aguardando andamento há mais de um ano, processos aguardando sentença há mais de um ano e meio (a exemplo dos processos 5458/2003 e 21.536/2006) e grande número de feitos extintos sem a apreciação do seu mérito".

O CNJ constatou, ainda, que na 3ª Vara Cível "há caixas com cerca de duas centenas de processos aguardando conclusão desde novembro e dezembro de 2007, a exemplo dos processos Nºs 152312004 e 169832007".

Censurou blog - O juiz Douglas Airton Ferreira Amorim, da 3ª Vara Cível de São Luís, é o mesmo que censurou, no dia 9 de janeiro, matéria no blog de um jornalista de São Luís que tratava do escândalo no Judiciário maranhense. A matéria revelava episódios suspeitos envolvendo os juízes José de Arimatéia Correia Silva e Luiz Gonzaga Almeida Filho, impedidos pelo TJ-MA de serem incluídos no sorteio dos substitutos dos desembargadores em suas eventuais ausências.

Douglas Amorim atendeu pedido do juiz Luiz Gonzaga, atualmente membro do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que ingressou com "medida cautelar inominada, com pedido de liminar inaudita altera pars" (sem ouvir a outra parte), requerendo a censura do blog. Amorim determinou que a matéria fosse retirada do blog "no prazo máximo de uma hora", sob pena de multa diária de R$ 10 mil, no que foi atendido.

Juízes Sérgio Batista e Megbel Abdalla também deram sentenças suspeitas

Dois casos de juízes que proferiram sentenças suspeitas - não mencionados pelo CNJ, mas que o JP teve conhecimento - envolvem o juiz Sérgio Antonio Barros Batista (2ª Vara Cível) e Megbel Abdalla (4ª Vara da Fazenda pública).

Anônimo disse...

NÃO PARECE QUE JÁ VIMOS ESSE FILME....

"José de Arimatéia - Segundo o CNJ, a mesma rotina irregular - com grande número de processos paralisados há vários meses (em alguns casos, há anos), enquanto outros tramitam com incrível celeridade - foi verificada na 5ª Vara Cível, cujo titular é o juiz José de Arimatéia Correia Silva. O CNJ dá quatro exemplos de agilidade suspeita na 5ª Vara:

1º) "O processo Nº 47031999 foi à conclusão no dia 07/10/2008. Na mesma data foi proferida decisão, que serviu de alvará, em sete laudas, com a determinação de levantamento do valor de R$ 856.245,56, para pagamento imediato (segundo consta cf. ato editado pela Presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão em 22 de fevereiro de 2008)".

2º) "O processo Nº 267442008 foi à conclusão no dia 29/10/2008. Na mesma data foi proferida decisão, que serviu de alvará, com a determinação de levantamento do valor de R$ 430.442,74, em nome do mesmo advogado dos processo 47031999, para pagamento imediato".

3º e 4º) "Os processos Nºs 150162006 e 267442008 apresentam situação similar".

OU LOGO VEREMOS!!!!r$r$r$r$r$r

Anônimo disse...

O Hoffmann que se esperte, tem muita gente de olho nele!!

cumpra tudo bem direitinho,não é Maria ?w

Anônimo disse...

SERÁ QUE O NOSSO ESTÁ DENTRO DOS CONFORMES, HEIN BONITINHA???? QUE TAL CONFERIR????TEMOS QUE FICAR ESPERTOS, TÉ

"A decisão do CNJ em destituir o Órgão Especial do TJ e determinar uma nova eleição para preenchimento das 20 vagas se deu sob argumento de que o mesmo foi criado através do único ato que aumentou em 2004 o número de desembargadores no Tribunal de 20 para 30. O Conselho concordou com o corregedor do TJ, desembargador Orlando Perri, de que o Órgão Especial só pode ser criado posteriormente ao ato pelo qual o Tribunal regulamentou o atual número de desembargadores na Corte.

Os desembargadores que compõem o Órgão Especial do TJ foram nomeados por meio de critério de antiguidade em 2004, quando foi criado. Com a decisão do Conselho, uma nova eleição vai ter que ser realizada, sendo que metade das 20 vagas obedecerão o critério de antiguidade e a outra parte se dará através de eleição direta do pleno do Tribunal.

A comissão formada para tratar da eleição do Órgão Especial foi criada com a nomeação dos desembargadores-membros Licínio Carpinelli Stefani, José Ferreira Leite, Sebastião de Moraes Filho, Márcio Vidal e Rui Ramos Ribeiro. Com a decisão do CNJ, desembargadores que estão há menos tempo no TJ terão chance de integrar o Órgão Especial, como Diócles Figueiredo, Márcio Vidal e Evandro Stábile. O Órgão Especial foi criado em todo o país por meio da emenda Constitucional nº 45.
Fonte: A Gazeta