| Ps: O titulo nada tem a ver com a imagem!….ou tem? Acho que não!…. Ah, nem sei mais…..
PS: Vovó manda dizer lá do Céu que a Constituição no seu Artigo 93, inciso IX ………e fundamentadas todas as decisões sob pena de nulidade….isso não é uma decisão, mas já que informou, informasse com fundamentação, quer dizer, com nomes aos “bois”, afinal não está falando por si, mas pelo ESTADO! PS: Vovó está agitada e manda dizer que Juiz não tem opinião, apenas o dever de cumprir com as prerrogativas que lhe são conferidas, caso ele saiba quais sejam elas. PS de MB: Tem juiz que não sabe. |
Isso é que é ser incompetente.....ele mesmo foi quem se denunciou, já que chegou e, não prestou atenção no erro dos juizes anteriores, apenas justificativas, justificativas é disso que a Justiça do tribunal do paraná vive,...justificativas.....blá..blá.....blá....blá....
ResponderExcluirO QUE?
ResponderExcluirPORQUE A CORREGEDORA PODERIA SAIR...?
PRESSÃO?
QUIZ DIZER PRESSÃO PSICOLÓGICA, PORQUE AS OUTRAS TENHO CERTEZA QUE ELA SUPERA....!
ResponderExcluirELA NÃO CHEGOU PRA FAZER DE CONTA QUE FAZ MAS, SIM PRA, DE FATO,FAZER O QUE TEM QUE SER FEITO....COM ATOS, CERTO?
TIA, É QUE AGORA O JUIZOTE ESTÁ MAIS PREOCUPADO COM SUA IMAGEM DE GAROTO PROPAGANDA QUE ESTÁ PARA SAIR EM REDE NACIONAL! VAI QUE A GLOBO CHAMA ELE PRA UMA NOVELA.......!!!!!O RESTO QUE FIQUE EM SEGUNDO PLANO ..VAI DANDO DESCULPAS E JUSTIFICATIVAS......VAMOS VER ONDE É QUE RESIDE O NOSSO JUIZOTE......E, SE ESTÁ OBSERVANDO AS LEIS, DUVID- O-DÓ.....
ResponderExcluirBom Tia minha queridia Titia:
ResponderExcluir- Me explique como esta possibilidade poderá ocorrer?
- Está terminando a gestão da Min. Eliana frente a Corregedoria, e tem possibilidades do Min. Pádua ser o novo Corregedor?
- A escolha é feita por eleição?
- Quem vota?
- Ou ela também está para se aposentar?
- Me esclareça como são escolhidos os Corregedores e Presidentes do CNJ, por gentileza.
Obrigada desde já pela atenção.
Ao Sobrinho(a) de 03 Abril, 2011 08:57
ResponderExcluirOlha, aposentadoria não é, deve ser pressão, afinal o Peluso quer deixar o CNJ 'mais leve',o que significa sem PODER e assim deixar o Judiciário fazer as lambanças que sempre fizeram.
Não sei como são escolhidos,mas vou verificar e te conto.
Por enquanto precisamos torcer para que a Corr. continue e o Peluso não consiga estragar o CNJ.....
Ministro Pádua Ribeiro é o quem o Peluso quer colocar no CNJcomo Corr.,foi o que ouví dizer, só que ele não tem bons antecedentes:
Maracutaia beneficia filha de juiz do STJ
Fonte:
http://inconscientecoletivo.blogspot.com
Por Eduardo Tetera
Publicado no Recanto das Letras em 29/05/2007
Código do texto: T505764
Glória Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella, filha do ministro do STJ Antônio de Pádua Ribeiro, (aquela que entrou com queixa de assédio sexual contra o ministro do STJ Paulo Medina) acaba de conseguir uma decisão na Justiça Federal que é uma imoralidade e um desrespeito sem tamanho ao direito de candidatos a concursos públicos.
O processo é a ação ordinária Nº 1998.34.00.001170-0 classe 1300, que está no Tribunal Regional Federal da 1ª região (www.trf1.gov.br)
Autora: Glória M. P. Ribeiro
Rés: a União Federal e a Fundação Universidade de Brasília.
Glória Maria fez concurso público pela Cespe-Unb para o cargo de técnico-judiciário, área-fim em 27/05/95 para o STJ, onde seu pai é ministro.
Foi reprovada na prova objetiva.
Entrou com uma ação cautelar e, adivinhe só? Obteve liminar...
Fez a prova da segunda fase, a prova discursiva.
Foi reprovada novamente.
Entrou com nova ação para ver seus pontos aumentados.
O que aconteceu? Ganhou nova liminar e mais: foi "nomeada provisoriamente" e está ganhando esse tempo todo no tribunal do papai... (desde 1995!)
Continuando:
ResponderExcluirDetalhe: Havia feito 13,45 pontos e pediu que esses pontos fossem elevados a 28,22. Parece brincadeira, mas conseguiu. Seus pontos foram elevados num passe de mágica. O caminho das pedras foi arranjar um "professor particular" (isso mesmo!) que corrigiu sua prova, para quem estava tudo mais que certinho, e praticar o tráfico de influência de seu pai ministro, Antônio Pádua Ribeiro.
Aí veio o julgamento do mérito do caso. O juiz federal de Brasília (1ª instância), José Pires da Cunha, não caiu nessa e refutou o pedido, que considerou ilegal e imoral e ainda condenou Glória Maria Pádua Ribeiro nas custas e honorários de R$ 10.000,00 (ainda existem juízes!), mas houve recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª região e os juízes Fagundes de Deus, João Batista e Antônio Ezequiel louvaram a candidata, analisaram sua prova tim-tim por tim-tim e aprovaram-na com louvor.
A Universidade de Brasília (UNB) peticionou dizendo que a prova foi igual para todos e não seria justo que um professor escolhido pela candidata corrigisse sua prova, a não ser que o mesmo professor corrigisse a prova de todos. É justo? Debalde a UNB argumentou que pela jurisprudência o judiciário não corrige provas de concurso devido a independência das bancas e porque senão a justiça não faria mais nada a não ser se transformar numa super-banca dos milhares de concursos.
Todo mundo sabe o que aconteceu nos bastidores. Houve apostas no meio jurídico se a "banca pádua ribeiro" iria conseguir.
Continuando:
ResponderExcluirVeio agora recentemente a sentença do TRF da 1ª região, 5ª turma, que é mais um descalabro, mostrando necessidade do controle externo. Pádua Ribeiro e sua patota espoliaram o verdadeiro dono da vaga, que disputou em igualdade de condições e passou. Passou e foi preterido! Glória Maria de Pádua Ribeiro ganhou no tapetão sujo do tráfico de influência. De 13 pontos passar a 28, quando um mísero décimo já elimina muitos candidatos! A sentença analisou as preposições, as conjunções, a virgulação, a ortografia da redação, acatando a tese da "banca Pádua-Ribeiro".
Nem tudo está perdido. Existe recurso para o STJ e STF, e todos esperam que a União Federal, a Advocacia da União e o Ministério Público Federal não fiquem coniventes. Se Glória Maria Pádua Ribeiro perder a causa, perde o cargo e o verdadeiro dono da vaga, pobre mortal sem padrinhos, será chamado.
E agora vem a chave de ouro, a deixar claro que este País não é sério mesmo. O mesmo Pádua Ribeiro, ministro do STJ, pai da falcatrua relatada acima e de muitas outras praticadas por sua mulher, a famosa "Glorinha", está prestes a assumir o cargo de Corregedor do Conselho Nacional de Justiça (o chamado controle externo), conforme noticiado nos jornais.
Agora eu me pergunto: O que será que vai dar...
- Calabresa ou Muzzarela, senhor?
Leia mais no blog Inconsciente e-Coletivo
http://inconscientecoletivo.blogspot.com
Eduardo Tetera
Publicado no Recanto das Letras em 29/05/2007
Li no Gazeta de Novo;
http://www.gazetadenovo.com/index.php?page=news.php&view=13017035301925
Olá titia! Bom Dia para a senhora!
ResponderExcluirAbri seu blog e observei que os comentários estão sendo postados agora, então a senhora está on line.
Que bom, pelo menos assim nos encontramos um pouquinho, já que nunca houve a oportunidade de nos conhecermos pessoalmente!
Grande Abraço e Parabéns pela sua luta que é a nossa luta! Ou seja, a de todos nós brasileiros que queremos ver um Judiciário totalmente ético, imparcial e atuante, que tutele nossos direitos e puna imparcialmente e igualitariamente aqueles que os ferem!
Um ótimo domingo para a senhora e sua família! Tenha um dia muito abençoado!
Tia - Me explique: Não houve um Ministro Antonio Pádua Ribeiro em Brasília, mas que aposentou-se em 2007? E que sua vaga deveria ser suprida através de indicação da OAB, por lista triplice, sendo que as listas nunca eram aceitas ou algo assim?
ResponderExcluirÉ coincidência de sobrenomes ou algum equívoco de minha parte?
Ao Sobrinho de 03 Abril, 2011 11:11
ResponderExcluirNão é coincidência,é o próprio, só não sei 'como' pretendem colocá-lo no lugar da Min Cor. Eliana.....
Olha o que diz no Blog de Rick Ricardo sobre a tal Glorinha e seu papai:
ResponderExcluirRickRicardo!!
diariamente um post pra vocês =)
Glória Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella
QUE VERGONHA….
A filhinha do Ministro
A filhinha de Min. do STJ é beneficiada numa maracutaia imoral, deixando para trás cerca de 300 candidatos aprovados em concurso.
Depois ficam reclamando que os bandidos estão dominando o país. Que bandidos?
Glória Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella, filha do ministro do STJ Antônio de Pádua Ribeiro, aquela que entrou com queixa de assédio sexual contra o ministro do STJ Paulo Medina, acaba de conseguir uma decisão na justiça federal que é uma imoralidade e um desrespeito sem tamanho ao direito de candidatos a concursos
públicos.
O processo é a ação ordinária Nº 1998.34.00.001170-0 classe 1300, que está no Tribunal Regional Federal da 1ª região (http://www.trf1..gov.br/)
Autora: Glória M P Ribeiro e Rés: a União Federal e a Fundação Universidade de Brasília.
Glória Maria fez concurso público pela Cespe-Unb para o cargo de técnico-judiciário, área-fim em 27/05/95 para o STJ, onde seu pai é ministro.
Foi reprovada na prova objetiva. Entrou com uma ação cautelar e, adivinhem, obteve liminar. Fez a prova da segunda fase, a prova discursiva. Foi reprovada novamente.
Entrou com nova ação para ver seus pontos aumentados. Adivinhem: ganhou nova liminar e mais: foi “nomeada provisoriamente” e está ganhando esse tempo todo no tribunal do papai (desde 1995!).
Detalhe: Havia tirado 13,45 pontos e pediu que esses pontos fossem elevados a 28,22.
Parece brincadeira, mas conseguiu. Seus pontos foram elevados num passe de mágica.
O caminho das pedras foi arranjar um “professor particular” (isso mesmo!) que corrigiu sua prova, para quem estava tudo mais que certinho, e praticar o tráfico de influência de seu pai ministro, Antônio Pádua Ribeiro.
Meo pelo amor de Deus…. que porcaria é essa….
continuando…
continuando…
ResponderExcluirAí veio o julgamento do mérito do caso. O juiz federal de Brasília (1ª Instância), José Pires da Cunha, não caiu nessa e refutou o pedido, que considerou ilegal e imoral e ainda condenou Glória Maria Pádua Ribeiro, nas custas e honorários de R$10.000,00 (ainda existem juízes!), mas houve recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª região e, adivinhem, os juízes Fagundes de Deus, João Batista e Antônio Ezequiel louvaram
a candidata, analisaram tim-tim por tim-tim sua prova e aprovaram-na com louvor!
Debalde a Universidade de Brasília (UNB) peticionou dizendo que a prova foi igual para todos e não seria justo que um professor escolhido pela candidata corrigisse sua prova, a não ser que o mesmo professor corrigisse a prova de todos.
Não é justo?
A UNB argumentou que, pela jurisprudência, o judiciário não corrige provas de concurso, devido à independência das banca e porque senão a Justiça não faria mais nada, a não ser se transformar numa super-banca dos milhares de concursos.
Todo mundo sabe o que houve nos bastidores.
Houve apostas no meio jurídico se a “banca Pádua Ribeiro” iria conseguir.
Veio agora recentemente a sentença do TRF 1ª região, 5ª turma, que é mais um descalabro, mostrando a necessidade do controle externo.
Pádua Ribeiro e sua patota espoliaram o verdadeiro dono da vaga, que disputou em igualdade de condições e passou.
Passou e foi preterido! Glória Maria de Pádua Ribeiro ganhou no tapetão sujo do tráfico de influência.
De 13 pontos passar a 28, quando um décimo (veja bem: um décimo) já elimina muitos candidatos!
A sentença analisa as preposições, as conjunções, a virgulação, a ortografia da redação, acatando a tese da “banca Pádua Ribeiro”.
Nem tudo está perdido. Existe recurso para o STJ, e todos esperam que a União Federal, a Advocacia da União e o Ministério Público Federal não fiquem coniventes.
Se Glória Maria Pádua Ribeiro perder a causa, perde o cargo e o verdadeiro dono da vaga, pobre mortal sem padrinhos, será chamado.
E agora vem a chave de ouro, a deixar claro que este País não é sério mesmo.
O mesmo Pádua Ribeiro, ministro do STJ, pai da falcatrua acima relatada e de muitas outras praticadas por sua mulher, a famosa “Glorinha”, está prestes a assumir o cargo de Corregedor do Conselho Nacional de Justiça (o chamado controle externo), conforme noticiado nos jornais.
Parece gozação!…
TIA REGINA SE ESTE MINISTRO ESTÁ APOSENTADO, E PARECE QUE FOI ELE MESMO QUE REQUEREU A APOSENTADORIA, COMO QUE ELE PODE RETORNAR?
ResponderExcluirDESCULPE MINHA IGNORÂNCIA, MAS AS VEZES EU TENHO CONHECIMENTO DE ALGUMAS COISAS ATRAVÉS DESTE BLOG E MINHA INTELIGENCIA DE POBRE MORTAL NÃO CONSEGUE COMPRENDER........E OLHA QUE NÃO SOU LOIRA..........
MINISTRO QUE SE APOSENTA PODE REVERTER A APOSENTADORIA????????????????
ASSIM É MUITO PARA MEU RACIOCÍNIO !!!!!!!!!!!!
Ao Sobrinho(a) de 03 Abril, 2011 11:22
ResponderExcluirPois é, tbm é muito para raciocínio (e sou loura.....rs),mas nem imagino qual a maracutaia que estão tentando, se é que estão, pois eu apenas ouví falar.......
SÓ PARA RELEMBRAR - LEMBRAM DO PRONUNCIAMENTO PARA A MÍDIA FEITO PELA MINISTRA ELIANA CALMON ANO PASSADO? ÊTA MULHER PORRETA! ESTA NÃO PODE SAIR:
ResponderExcluirExtraído do blog- Consciencia e Vontade-
de GEORGE HAMILTON LINS BARROS.
Entrevista da Ministra Eliana Calmon sobre a corrupção no Judiciário (Revista Veja)Posted: 30 setembro, 2010
“A ministra Eliana Calmon é conhecida no mundo jurídico por chamar as coisas pelo que são. Há onze anos no STJ, Eliana já se envolveu em brigas ferozes com colegas – a mais recente delas com então presidente César Asfor Rocha. Recém-empossada no cargo de corregedora do Conselho Nacional de Justiça, a ministra passa a deter, pelos próximos dois anos, a missão de fiscalizar o desempenho de juízes de todo país.
A tarefa será árdua. Criado oficialmente em 2004, o CNJ nasceu sob críticas dos juízes, que rejeitavam ideia de ser submetidos a um órgão de controle externo. Nos últimos dois anos, o conselho abriu mais de 100 processos para investigar a magistratura e afastou 34.
Em entrevista a Veja, Eliana Calmon mostra o porquê de sua fama. Ela diz que o Judiciário está contaminado pela politicagem miúda o que faz com que juízes produzam decisões sob medida para atender aos interesses dos políticos, que, por sua são os patrocinadores das indicações dos ministros.
Por que nos últimos anos pipocaram tantas denúncias de corrupção no Judiciário?
Durante anos, ninguém tomou conta dos juízes, pouco se fiscalizou, corrupção começa embaixo. Não é incomum um desembargador corrupto usar o juiz de primeira instância como escudo para suas ações. Ele telefona para o juiz e lhe pede uma liminar, um habeas corpus ou uma sentença. Os juizes que se sujeitam a isso são candidatos naturais a futuras promoções. Os que se negam a fazer esse tipo de coisa, os corretos, ficam onde estão.
A senhora quer dizer que a ascensão funcional na magistratura depende dessa troca de favores?
O ideal é que as promoções acontecessem por mérito. Hoje é a política que define o preenchimento de vagas nos tribunais superiores, por exemplo. Os piores magistrados terminam sendo os mais louvados. O ignorante, o despreparado, não cria problema com ninguém porque sabe que num embate ele levará a pior. Esse chegará ao topo do Judiciário.
segue------
segue-
ResponderExcluirEliana Calmon-
Por que nos últimos anos pipocaram tantas denúncias de corrupção no Judiciário?
Durante anos, ninguém tomou conta dos juízes, pouco se fiscalizou, corrupção começa embaixo. Não é incomum um desembargador corrupto usar o juiz de primeira instância como escudo para suas ações. Ele telefona para o juiz e lhe pede uma liminar, um habeas corpus ou uma sentença. Os juizes que se sujeitam a isso são candidatos naturais a futuras promoções. Os que se negam a fazer esse tipo de coisa, os corretos, ficam onde estão.
A senhora quer dizer que a ascensão funcional na magistratura depende dessa troca de favores?
O ideal é que as promoções acontecessem por mérito. Hoje é a política que define o preenchimento de vagas nos tribunais superiores, por exemplo. Os piores magistrados terminam sendo os mais louvados. O ignorante, o despreparado, não cria problema com ninguém porque sabe que num embate ele levará a pior. Esse chegará ao topo do Judiciário.
Esse problema atinge também os tribunais superiores, onde as nomeações são feitas pelo presidente da República?
Estamos falando de outra questão muito séria. É como o braço político se infiltra no Poder Judiciário. Recentemente, para atender a um pedido político, o STJ chegou à conclusão de que denúncia anônima não pode ser considerada pelo tribunal.
A tese que a senhora critica foi usada pelo ministro César Asfor Rocha para trancar a Operação Castelo de Areia, que investigou pagamentos da empreiteira Camargo Corrêa a vários políticos.
É uma tese equivocada, que serve muito bem a interesses políticos. O STJ chegou à conclusão de que denúncia anônima não pode ser considerada pelo tribunal. De fato, uma simples carta apócrifa não deve ser considerada. Mas, se a Polícia Federal recebe a denúncia, investiga e vê que é verdadeira, e a investigação chega ao tribunal com todas as provas, você vai desconsiderar? Tem cabimento isso? Não tem. A denúncia anônima só vale quando o denunciado é um traficante? Há uma mistura e uma intimidade indecente com o poder.
Existe essa relação de subserviência da Justiça ao mundo da política?
Para ascender na carreira, o juiz precisa dos políticos. Nos tribunais superiores, o critério é única e exclusivamente político.
Mas a senhora, como todos os demais ministros, chegou ao STJ por meio desse mecanismo.
Certa vez me perguntaram se eu tinha padrinhos políticos. Eu disse: ´Claro, se não tivesse, não estaria aqui´. Eu sou fruto de um sistema. Para entrar num tribunal como o STJ, seu nome tem de primeiro passar pelo crivo dos ministros, depois do presidente da República e ainda do Senado. O ministro escolhido sai devendo a todo mundo.
No caso da senhora, alguém já tentou cobrar a fatura depois?
Nunca. Eles têm medo desse meu jeito. Eu não sou a única rebelde nesse sistema, mas sou uma rebelde que fala. Colegas que, quando chegam para montar o gabinete, não têm o direito de escolher um assessor sequer, porque já está tudo preenchido por indicacão política.
segue-
ResponderExcluirEliana Calmon-
Há um assunto tabu na Justiça que é a atuação de advogados que também são filhos ou parentes de ministros. Como a senhora observa essa prática?
Infelizmente, é uma realidade, que inclusive já denunciei no STJ. Mas a gente sabe que continua e não tem regra para coibir. É um problema muitio sério. Eles vendem a imagem dos ministros. Dizem que têm trânsito na corte e exibem isso a seus clientes.
E como resolver esse problema?
Não há lei que resolva isso. É falta de caráter. Esses filhos de ministros tinham de ter estofo moral para saber disso. Normalmente, eles nem sequer fazem uma sustentação oral no tribunal. De modo geral, eles não botam procuração nos autos, não escrevem. Na hora do julgamento, aparecem para entregar memoriais que eles nem sequer escreveram. Quase sempre é só lobby.
Como corregedora, o que a senhora pretende fazer?
Nós, magistrados, temos tendência a ficar prepotentes e vaidosos. Isso faz com que o juiz se ache um super-homem decidindo a vida alheia. Nossa roupa tem renda, botão, cinturão, fivela, uma mangona, uma camisa por dentro com gola de ponta virada. Não pode. Essas togas, essas vestes talares, essa prática de entrar em fila indiana, tudo isso faz com que a gente fique cada vez mais inflado. Precisamos ter cuidado para ter práticas de humildade dentro do Judiciário. ""É preciso acabar com essa doença que é a ´juizite´.”""
Como é que pode um Desembargador ser tão safado e ainda querer enganar a opinião pública? Espírito baixo de gente que devia estar na cadeia. Se fosse preto e pobre já estaria!
ResponderExcluirhttp://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/noticias/26194/25236.shtml.shtml
Vidigal denuncia desembargador por caluniar decano do STJ
Compartilhe Da Redação - 15/02/2006 - 20h07
O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Edson Vidigal, encaminhou ao ministro Nelson Jobim, presidente do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), pedido de abertura de processo contra o desembargador Getúlio Vargas de Moraes Oliveira, do TJ-DF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal), pelo uso de computador funcional do TJ para enviar e-mails anônimos contendo afirmações falsas contra o corregedor nacional de Justiça, ministro Antônio de Pádua Ribeiro, decano do STJ.
Segundo o STJ, uma cópia do pedido foi encaminhada ao desembargador José Jerônimo de Souza, presidente do TJ-DF, para que também seja aberto processo contra o desembargador, acusado pela prática de crimes tipificados no Código Penal e por infração à Loman (Lei Orgânica da Magistratura Nacional).
O STJ informou que a documentação encaminhada pelo ministro Edson Vidigal contém um laudo elaborado por peritos da Polícia Federal que demonstra que o e-mail anônimo foi enviado do computador que foi apreendido na residência do desembargador Getúlio Vargas e pertence ao TJ-DF.
Os peritos teriam encontrado, na conta pessoal de usuário do desembargador, um diretório inteiro, de nome "meus e-mails anônimos", indicando que o acusado vinha utilizando nomes falsos para criar e enviar e-mails.
Eleito em dezembro de 2004 pelo Plenário do STJ para o cargo de corregedor nacional de Justiça, o ministro Antônio de Pádua Ribeiro, antes de ser sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, foi surpreendido com a cópia de um e-mail anônimo, intitulado "Maracutaia beneficia filha de ministro do STJ".
No texto anônimo, que teria sido enviado a todos os senadores e às altas autoridades do Judiciário e do Executivo, além dos principais órgãos da imprensa brasileira, o desembargador, numa suposta tentativa de inviabilizar a aprovação do nome do decano da Corte Superior pelo Senado Federal, acusava o ministro Pádua Ribeiro de influir politicamente para colocar sua filha como funcionária do STJ.
O documento anônimo afirmava que a servidora teria ingressado nos quadros do tribunal em razão de uma liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal, mas uma certidão fornecida pela Secretaria do próprio STJ e juntada pelo ministro Pádua demonstra que a servidora foi aprovada para o cargo de analista judiciário em outro concurso público realizado pela UnB (Universidade de Brasília), tendo sido nomeada com fiel observância à ordem de classificação final dos candidatos.
O STJ alega que existe um processo em que a então candidata discute os critérios utilizados pela banca examinadora para correção de sua prova que se encontra tramitando há dez anos, atualmente em grau de recurso no TRF da 1ª Região, não tendo essa ação, até agora, nenhum reflexo na sua situação funcional.
O e-mail faria referência ainda a desembargadores daquela Corte Regional, questionando a lisura e a seriedade de suas decisões, o que também constitui uma infração grave, principalmente em se tratando de um magistrado, pois a Loman proíbe expressamente o juiz de criticar decisões proferidas em processos em andamento.
Prezado Anônimo,a democracia nos permite liberdade de expressão, mas tal liberdade obrigatoriamente traz responsabilidade. Antes de falar de qualquer pessoa, qualquer que seja a profissão dela, devemos investigar minimamente a situação, sob pena de darmos uma de papagaio, repetindo o que ouvimos falar.O Des. Getúlio foi processado e inocentado de tal acusação. O micro dele foi infectado por um vírus que permitia o controle remoto por parte de hacker, fato comprovado por perícia da PF e UnB. Processo 2006.34.00.037943-1 Justiça Federal DF
ResponderExcluirAo Leitor de 01 Outubro, 2011 01:47
ResponderExcluirEntão tá.....
Quando o povo diz que a vaca é malhada, alguma pinta ela tem.....
Repetindo que nem papagaio? kkkkkkk. Vá se informar, amigo anönimo, que o desembargador Getúlio não foi inocentado coisa nenhuma e a última é ter tido sua aposentadoria anulada pelo TCU porque ilegal, Detalhe: não vai devolver aos cofres públicos o dinheiro que recebeu ilegalmente para ficar em casa. É cada uma que ouço.
ResponderExcluirMara Bonita, pode ficar tranquila porque o tal ministro Pádua Ribeiro já está aposentado, e pela Constituição somente ele não pode mais ser Corregedor do CNJ. E também porque a Ministra Eliana Calmon está fazendo um bom trabalho.
ResponderExcluirRegistro a notícia abaixo, para contestar o "Anônimo" que enviou a mensagem de 20/setembro/2011, 12:02 acima, no qual ele acusa o Des. Getúlio de Moraes Oliveira de ter enviado um email anônimo. Para sua ciência, o Des. Getúlio, que o senhor indevidamente ofendeu em seu comentário, foi absolvido pelo Juiz Federal em agosto/2010 (portanto um ano antes de seu desavisado comentário), por não ter sido ele o autor do email falando desse problema no concurso público mencionado no blog. E há alguns dias (03/abril/2013) essa absolvição foi mantida POR UNANIMIDADE pelo Superior Tribunal de Justiça. Confira:
ResponderExcluir"Absolvido
A Corte Especial do STJ absolveu, por unanimidade, o desembargador Getúlio Vargas de Moraes Oliveira, do TJ/DF (APn 684). O magistrado foi acusado, em 2006, de ter usado computador funcional do próprio TJ para enviar e-mails anônimos contendo afirmações contra o ministro Antônio de Pádua Ribeiro, hoje aposentado. O e-mail anônimo, intitulado "Maracutaia beneficia filha de ministro do STJ" foi enviado a todos os senadores e às altas autoridades do Judiciário e do Executivo, além dos principais órgãos da imprensa brasileira, e acusava o ministro Pádua Ribeiro de influir politicamente para colocar sua filha como funcionária do STJ. O documento anônimo afirmava que a servidora teria ingressado nos quadros do tribunal em razão de uma liminar concedida pelo TRF da 1ª região. Na defesa do desembargador, brilhou na tribuna o advogado Cleber Lopes, do escritório Lopes de Oliveira & Versiani - Advogados Associados."
Fonte: http://www.migalhas.com.br/mig_amanhecidas.aspx, acesso em 04/04/2013.