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Parte da História……………..

Anônimo disse...

Lindinha - Complementando o post de ontem - 18:37., na época em que a participação em congressos começou a ser computada, realmente eram feitos grupos de estudos sérios, com presença obrigatória, carga horária, tiradas dúvidas, trocadas idéias, etc. E participar de um Congresso realmente era algo de muito destaque na carreira, visto que, o primeiro deles, se não me falha a memória ocorreu ainda promovido pela Assejepar, que na época era a única instituição que representava toda a classe, quer judicial ou quer extra-judicial de qualquer natureza, no ano de 1983, por aí, em Curitiba, quando a frente da Assejepar estavam Viana Pereira de Campo Mourão, Domingos, hoje aposentado, João Lazarotto , na época ainda Oficial Maior de Nilton Bonilauri- Cajurú-Curitiba, Lenira de Castro Ribas, hoje aposentada, Ana Maria Coledan, de Campo Mourão, uma mocinha de Marilena que não recordo o nome, dentre outros que peço desculpas por não estarem aqui citados. Era a turma mais do interior, juntamente com funcionários e não titulares de grandes cartorios da capital, que estava se mobilizando para reerguer uma instituição que na verdade só existia no papel. Eram pioneiros, tentando da melhor forma padronizar os serviços da classe, visto que a troca de informações era muito precaria, pois telefone era uma coisa cara, que muitos cartorios não possuiam, internet, fax, e-mail, etc., nem existiam em cartórios, se é que tinham sido inventados, e o meio de comunicação único eram as cartas e jornais informativos, impressos na própria Assejepar a partir dai.
(segue...)

18 Junho, 2010 10:39

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Anônimo Anônimo disse...

Foram filiados nesta época muitos cartorários, e o objetivo era a unificação de procedimentos, existencia de Tabela de Custas justa, pois cada cartorio cobrava como queria (não havia fiscalização, Procon, etc.,)., e sim, muita orientação, pois dúvidas existiam devido ao problema de comunicação, e muitas, que eram sanadas da melhor maneira possível e passadas para todos os participantes após debatida a solução. E foi ainda em 1984 mais ou menos que houve o primeiro Congresso de Registro Civil, em Minas Gerais, no outro ano com o rapaz de Gaspar-SC., Elcio na Presidência em Blumenau-SC., depois em Aracaju-SE., organizada por Antonio Henrique Buarque Maciel, de Glória-SE., no ano seguinte Curitiba., e daí o que todos já sabem. Com maiores condições de deslocamento, maior facilidade de divulgação por meios de comunicação, começaram a ser feitos encontros regionais e setorizados, a Assejepar foi desmembrada, a Anoreg, naquela época com Chiquinho de Cruzeiro do Oeste, que muito se empenhou, com Tomazoni, o Irpen, que foi instalado no Paraná por Patricia do Uberaba, que foi nomeada representante do órgão nacional no Estado e conseguiu muitas filiações no interior, mas foi destituída pelos grandes, devido a batalha totalmente contra a gratuidade, depois substituida por Ana Maria Antunes, hoje afastada (não sei a situação desta última, apesar de que dizem que a primeira também está afastada). Haviam os funcionários Nirson e Solange na Assejepar. Viana do interior com João Lazarotto, e outros a eles próximos, depois Alcebiades Alves, já falecido de Ivaiporã , também citar o falecido pai do jovem Presidente do Irpen , cartorário de Francisco Beltrão, que com Patricia, foram os primeiros a representar o Paraná, em Congresso de Registro Civil em outro Estado, ainda Lilia Ivete, hoje aposentada, uma senhora cujo nome não recordo de Iretama, etc., e conseguiam muitos benefícios para a classe apresentando projetos no Tribunal , talvez os primeiros benefícios revindicados através de votação em assembléia, pois alguns deles tinham articulação para conseguir falar no Tribunal e outros, não tinham este dom, mas colocavam as idéias de forma clara no papel. Assim começaram a ser aceitos os tais títulos também de encontros de classe. Bons tempos aqueles! Em que a maioria que participava era quem realmente queria trabalhar, quem precisava de orientação, quem queria aprender mais, tanto que os Titulares dos grandes cartórios, que na época eram ganhos por influência, na época não participavam deste Encontros. Com certeza deve ter o outro lado da historia, os grandes deviam também tersuas reuniões, mas a estas os funcionários de cartório e os do interior distante não eram convidados, talvez até por falta de entrosamento entre , usando o termo falado na época, primos pobres e primos ricos, plagiando um extinto programa de televisão(na maioria das vezes em preto e branco). De conceito de interesse público, privado, etc., nada sei, mas usei de minha memória para tentar resgatar a historia passada para tenmtar ajudar a achar uma explicação para este procedimento da apresentação de títulos, que alias, não me pergunte que não sei rsponder se é legal ou não.

18 Junho, 2010 10:43

Um comentário:

Anônimo disse...

LENDO O ARTIGO, PARA COMPLEMENTAR A HISTORIA, FOI ESQUECIDO O NOGUEIRA DE PIRAQUARA, JÁ APOSENTADO, QUE TAMBÉM MUITO SE EMPENHAVA. CHEGAVA AS REUNIÕES EM CURITIBA, CORRENDO,QUASE ATRASADO, POIS DE PIRAQUARA ATÉ O CENTRO DE CURITIBA AINDA ERA CONSIDERADO LONGO PERCURSO ... E MAIS UM FATO INTERESSANTE, QUE DEMONSTRA QUE ESTES PIONEIROS DE NOSSA CLASSE E MUITOS QUE NÃO CONSEGUIMOS RECORDAR OS NOMES REALMENTE SE EMPENHAVAM PARA DAR DIGNIDADE E QUALIFICAÇÃO PARA TODOS: SEMPRE ACONTECIA, NOS DIAS DE REUNIÕES DE UM DOS PARTICIPANTES DO INTERIOR ESTAR SEM DINHEIRO PARA A PASSAGEM PARA CURITIBA( CLARO QUE DE ÔNIBUS, CONVENCIONAL, E COM BALDEAÇÕES), E ASSIM OS DEMAIS SE COTIZAVAM PARA PAGAR A PASSAGEM. NA OUTRA REUNIÃO, SE ESTE TIVESSE DINHEIRO, COM CERTEZA TERIA OUTRO QUE PRECISARIA DA PASSAGEM E ASSIM IA... NADA DE MORDOMIAS, VIAGENS PAGAS, LAUTAS REFEIÇÕES, AVIÕES NEM PENSAR... E PARA A HOSPEDAGEM, O JOÃOZINHO DO CAJURÚ, QUE NA ÉPOCA ERA FUNCIONÁRIO DE CARTORIO, CONSEGUIA DESCONTOS OU ATÉ MESMO CONSEGUIA A ESTADIA NOS HOTEIS MAIA OU IMPÉRIO, EXISTENTES ATÉ HOJE EM FRENTE A RODOVIÁRIA DE CURITIBA. HOTEIS ESTES QUE NA ÉPOCA SOMENTE ACEITAVAM CASAIS SE FOSSE APRESENTADA A CERTIDÃO DE CASAMENTO, MAS QUE GERALMENTE SO HOSPEDAVAM HOMENS. E OS QUARTOS ERAM PARA MAIS DE UMA PESSOA, COM BANHEIROS E CHUVEIROS NO CORREDOR. E DEPOIS DE TUDO, AS VEZES UMA EXTRAVAGÂNCIA: O VIANA, POR EXEMPLO, ERA FASCINADO POR JANTAR NO MADALOSSO. OUTROS DA SUA REGIÃO TAMBÉM QUERIAM MUITO CONHECER O TAL RESTAURANTE TÃO FALADO E IAM ATÉ LÁ, ALGUMAS VEZES CINCO HOMENS FORTES APINHADOS NO KARMANGUIA DO JOÃOZINHO, QUE ERA PARA DOIS LUGARES , E MAIS UMS CINCO FORTÕES NO FUQUE DO NOGUEIRA. IMAGINEM A VOLTA NTÃO. PNEUS ARRIADOS. POIS COMO ERA POR PESSOA A REFEIÇÃO, COMIAM COMO SE FOSSE A ÚLTIMA JANTA DE SUAS VIDAS. DEPOIS DESCOBRIRAM O CASCATINHA E O VENEZA, QUE ERAM UM POUCO MAIS BARATOS, MAS QUE SERVIAM SOPA DE ENTRADA NO INVERNO CURITIBANO. SENÃO ERA FILAR A BÓIA NA CASA DO COLEGA DE CURITIBA... SAUDOSOS TEMPOS AQUELES! MUITA INGENUIDADE, MAS MUITO TRABALHO REALIZADO.